Boa noite! Hoje vou postar o primeiro episódio da minha nova minissérie. É tipo uma minissérie What If dos dias atuais, como A White Demon Love Song, estrelando um triângulo amoroso que logo aparecerá em Holiday Romance: Peter Noone x Dianna Mackenzie x Davy Jones. Aviso: logo no primeiro episódio já temos NC-17!
Dianna Mackenzie acordou com o som estridente do despertador. Ela teria que ir ao colégio para mais um dia de aula.
Ao seu lado, seu namorado, Davy Jones, ressonava levemente. Ela afastou o cabelo da testa e beijou-o ali. Ele imediatamente abriu os olhos, sorriu para ela e murmurou:
- Bom dia, Di.
- Bom dia, Cuddly Toy. Ontem à noite foi... Foi maravilhoso!
- Havia muito tempo que não tínhamos uma noite linda como a de ontem. - ele colocou os braços ao redor da cintura de Dianna e beijou o pescoço dela.
- Eu adoraria ficar com você, meu amor, mas preciso ir trabalhar. - disse ela.
- Eu sei. - Davy beijou o rosto de Dianna. - Também preciso.
O casal se vestiu rapidamente, cada um sorveu uma xícara de café, imediatamente pegou seu carro e partiu para o trabalho: ela, para o colégio onde lecionava história. Ele, para o teatro de sua companhia.
No teatro, Davy ficou sabendo que planejavam encenar o musical Hairspray, e que ele era cotado para o papel do galã, Link Larkin. Ele já havia interpretado Danny Zuko em Grease, tinha experiência nesse tipo de papel.
Só havia um problema: o que Dianna pensaria sobre aquilo. Quando ele fizera o papel de Danny, ele não estava com Dianna. Ela tinha uma tendência ao ciúme, e Davy temia a reação dela. Então, perguntou timidamente:
- Hã... Quem será Corny Collins?
- Ainda não sabemos, Davy. - disse Marianne Jones, responsável pela adaptação do roteiro e direção da peça.
- Não posso assumir o papel e outro cara pegar o papel de Link?
- Hum... Tudo bem. - Marianne concordou.
Os papéis estavam definidos. Alana Watson seria a protagonista. Tracy Turnblad. Seu amigo Edward Simons interpretaria o galã, Link. Harry Daniels, amigo de Alana e Edward, seria Seaweed. Penny, amiga de Tracy, seria interpretada por Odile Greyhound, que interpretara Sandy na adaptação de Grease. Micky Dolenz, amigo de Davy, encararia o desafio de interpretar Edna Turnblad. Wilbur Turnblad seria interpretado por Peter Tork, outro amigo de Davy. Louise McGold seria a vilãzinha Amber Von Tussle. A mãe de Amber, Velma Von Tussle, seria interpretada por Jane Berkley. O diretor da emissora seria interpretado por Mike Nesmith, também amigo de Davy. E o sr. Pink seria interpretado por Peter Noone, que era vocalista de uma banda chamada Herman's Hermits e também gostava de atuar.
Davy estava aliviado por ter conseguido se livrar de uma fria. Se ele tivesse continuado no papel de Link, a pobre Alana sofreria a ira de Dianna. Ele não entendia por que sua namorada agia assim. Ele a amava tanto, tanto! Ela não conseguia ver?
Ele se divertiu muito no ensaio, e nem notou as horas passarem. Pegou seu carro e foi embora. Estava louco para descansar nos braços da sua amada Dianna. Encontrou-a no sofá, com um ar desanimado.
- O que houve? - perguntou ele, se aconchegando com ela no sofá.
- O dia hoje foi duro. - ela disse com um suspiro.
- Duro? Explique isso direito.
- Os alunos não me levam a sério, Cuddly Toy. Sei que sou muito jovem, mas... Eles deveriam ter um mínimo de respeito! Não consigo transmitir meu conhecimento! Será que não sei dar aulas da maneira correta?
Davy sorriu compreensivamente e apertou Dianna em seus braços com mais força.
- Pois saiba que você é uma ótima professora, srta. Spock. Só precisa ter mais autoconfiança.
- Para você é fácil falar, Davy! Você é extrovertido! Tem que ser, já que é um ator!
- Mas nem sempre foi assim.
- Ah, é? Você já foi inseguro alguma vez na vida?
- Já.
- É mesmo? - ela duvidava. - Quando?
- Bom... Digamos que, quando eu era um estudante de artes cênicas, eu era completamente doido por uma garota do curso de história. Eu queria muito chamá-la para sair, mas eu tinha medo porque pensava que ela me acharia um idiota!
- Cuddly Toy, eu jamais acharia você um idiota!
- Hoje eu sei disso, srta. Spock. Mas naquela época não.
- Então até mesmo Davy Jones teve seus momentos de insegurança...
- Claro. Todo mundo tem. Dianna, você não tem motivo para se preocupar quanto à sua competência. Você domina a sua matéria. Tem didática. Você só teve o azar de pegar turmas ruins para lecionar.
- Você acha mesmo, Davy?
- Claro que sim.
- Obrigada. Sou tão sortuda por ter você! - ela beijou o rosto dele.
- Eu é que sou sortudo. - Davy deu um selinho em Dianna.
- Só um selinho? - ela provocou, puxando o namorado para mais perto de si e dando-lhe o que se poderia chamar de "um beijo de cinema". Quando se separaram, ela disse: - Vou preparar alguma coisa para a gente comer.
- Nada disso. Eu preparo. - disse Davy.
- É assim que eu gosto. Um namorado pró-feminismo. - ela sorriu.
- Divisão de tarefas é uma coisa tão simples, não sei por que ainda há quem insista que a mulher tem que cuidar de tudo!
- Se todos os namorados pensassem como você, Davy, a espécie humana teria alguma esperança!
Davy deu uma pequena risada e foi à cozinha. Ele iria preparar uma lasanha para Dianna e ele. Enquanto pegava os ingredientes no armário, olhou na direção da sala por um momento. Dianna cochilava no sofá. Ela ficava tão linda dormindo...
Toda aquela conversa dos dois sobre autoconfiança fazia Davy pensar em quando reuniria coragem o suficiente para pedir sua garota em casamento. Enquanto cozinhava, ouviu Dianna se levantar e se encaminhar para o banheiro. Ouviu o ruído dela se banhando. Por fim, ela terminou. E ele também logo terminou a lasanha. Foi chamá-la para comer.
- Di? - ela não estava em lugar nenhum.
- Estou no quarto, Cuddly Toy.
Ele se encaminhou para lá. Encontrou Dianna deitada na cama do casal, vestindo uma camisola branca de renda.
- M-meu Deus... - ele murmurou.
- Gostou da minha camisola nova?
- Adorei. - disse ele, com um sorrisinho malicioso. - Ficou ótima em você.
- Obrigada. - ela sorriu. Davy tirou a camisa e subiu na cama.
Davy e Dianna começaram a trocar carícias. Então, quase como quem não quer nada, ele ergueu a barra da camisola da namorada e tocou sua coxa.
- O que você está querendo, hein? - ela deu uma risadinha.
- Você sabe, Di.
Dianna, em resposta, abriu o zíper da calça do namorado, enquanto ele tirava a camisola dela. Logo, não vestiam nem mesmo as peças íntimas. Davy beijou o pescoço de Dianna, e ela se arrepiou, soltando um pequeno gemido. Davy sabia que Dianna adorava que ele a beijasse ali. Ela começou a espalhar beijos pelo peito dele, o que enchia de um sentimento delicioso e fazia-o começar a gemer. Em troca, ele massageava e beijava os seios dela, e ela visivelmente queria mais. Em pouco tempo, ele estava pronto. Foi devagar e com cuidado para não machucá-la. Enquanto o acariciava e beijava sequiosamente os lábios dele, Dianna murmurava:
- Davy, Cuddly Toy... Só você sabe como eu gosto...
- Eu faço o meu melhor, amor.
- Eu sei, eu sei.
- Você também é a única que sabe qual é o jeito de que eu gosto, Di...
Depois de mais alguns minutos permeados por beijos e gemidos cada vez mais altos de ambos, atingiram o máximo prazer, e certamente foram ouvidos por alguns vizinhos. Soltaram-se.
- Eu te amo, Dianna.
- Eu também te amo, Davy.
- Di...
- Sim?
- Quer casar comigo?
Dianna abriu um belo sorriso. Ela não conseguia acreditar. Já estava perdendo a esperança de que ele um dia fizesse aquele pedido.
- Quero! É o que eu mais quero, Davy!
Trocaram um beijo ardente e amoroso e dormiram de conchinha. A lasanha ficou esquecida na mesa da cozinha.

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