quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Oneshot: War Games (Série "What If")


    Olá! Hoje vou postar minha nova What If, estrelando Davy Jones e Dianna Mackenzie. Eu sei, o casal é canon da Grindhouse. Porém, aqui eu os apresento como um filho de Afrodite e uma filha de Atena. Esta é também a primeira What If da sub-série "Semideuses". 

    Ao ler, ouçam as duas músicas que "enxertei" aqui, ambas dos Monkees. PS: da primeira, Look Out, eu apenas inseri alguns trechos, enquanto da segunda, Sometime In The Morning, eu coloquei a letra na íntegra. 













       Ano de 1958. Uma filha de Atena chamada Dianna Mackenzie,  de 13 anos, acordou sobressaltada, no chalé consagrado a sua mãe no Acampamento Meio-Sangue, um local onde jovens semideuses, como ela, podiam viver em paz e segurança.  Em seu sonho, ela sofria a ira da deusa Ártemis, de quem ela jurara tornar-se servidora quando completasse 21 anos.  Ela sofria a ira da deusa por ter se apaixonado por um rapaz e, por esse motivo, desistido de se juntar às Caçadoras, um grupo de guerreiras virgens e quase imortais, que acompanhava Ártemis.
          O rapaz do sonho de Dianna, na opinião da garota, era mesmo apaixonante. Ela temeu um dia conhecer algum rapaz semelhante a aquele, e assim desistir de se consagrar a Ártemis quando chegasse a hora.
            Passaram-se oito anos, ao longo dos quais a jovem semideusa continuou a sonhar com ele. Faltavam alguns meses para o vigésimo primeiro aniversário de Dianna, data em que ela se tornaria uma Caçadora de Ártemis. Numa certa manhã, ela foi apresentada por seu meio-irmão, Mike Nesmith, a um amigo dele.

- Dianna, quero apresentar a você meu amigo Davy Jones, filho de Afrodite. Ele não aparecia no Acampamento Meio-Sangue desde antes de você chegar aqui.
- Como vai, Dianna? – perguntou Davy. - Se eu soubesse que você tinha uma meia-irmã tão linda, teria voltado ao Acampamento muito antes, Mike!
- Eu vou bem, Davy. – ela sorriu. Então, assustou-se. Ele era idêntico ao rapaz do seu sonho. – Hã, com licença, eu preciso treinar.

                   Entretanto, ela não foi treinar, e sim, falar com Emma Carlisle, sua meia-irmã e de Mike, que era também sua melhor amiga.

- O que houve com você, Dianna? – perguntou Emma. – Parece que viu um fantasma!
- Eu... Eu encontrei o rapaz de meus sonhos, Emma!
- Own, que fofo!
- Você não entendeu. Eu literalmente encontrei o rapaz que sempre aparece nos meus sonhos!
- Eu já desconfiava de que ele existia. Quem é ele?
- Davy Jones. Velho amigo do Mike.
- Davy Jones? O filho de Afrodite?
- Ele mesmo.  Um filho de Afrodite, Emma! Estou perdida!
- Eu acho que preciso concordar com você, Dianna.

               A moça sabia que era necessário resistir. Davy exercia um magnetismo muito forte sobre as garotas do Acampamento Meio-Sangue.  Todas as ninfas eram loucas por ele, e até mesmo as filhas de Ares baixavam a guarda quando ele estava por perto.
                Desde que Davy chegara, o sonho de Dianna com ele se repetia todas as noites.  Ela se odiava por isso.  Como podia desejar se juntar à Caçada, se um rapaz estava dominando seus pensamentos? E o que era pior: um filho da própria deusa do amor!
                  Davy era muito próximo de Mike e de seus dois amigos inseparáveis: Micky Dolenz, filho de Hermes e paixão de Emma, e Peter Tork, filho de Apolo. Justamente por ser tão próximo deles, convivia bastante com Dianna. Ela não conseguia fugir dele, por mais que tentasse. Certa noite, quando todos os campistas estavam reunidos ao redor da fogueira, ouvindo Peter e os outros filhos de Apolo cantando e tocando seus instrumentos, Dianna por acaso estava sentada ao lado de Davy. Uma ninfa passou e olhou para ele de maneira bastante sugestiva. O rapaz tentou ignorá-la, e murmurou:

- Droga.
- O que houve? – perguntou Dianna.
- Eu sou filho de Afrodite. Não consigo evitar. As garotas se apaixonam por mim. E eu fico me sentindo meio que tentado a corresponder todas. E assim, obviamente, não me apaixono por nenhuma.
- Um dia você encontrará uma garota certa para se apaixonar.
- Eu espero.  – ele parou e olhou atentamente para seu rosto. – Engraçado...
- O que é engraçado?
- Às vezes...  Às vezes parece que eu a conheço há muito tempo. Como se já a tivesse visto em meus sonhos, ou algo assim.

                         Dianna corou. Seria possível que ele também sonhasse com ela?

- Deve ser imaginação sua. – Dianna desconversou, e se levantou.

                    Seu objetivo era se tornar Caçadora de Ártemis. Uma Caçadora deveria renunciar aos homens. Por isso, ela não podia se deixar encantar por Davy, mesmo ele sendo tão meigo e atraente.

- Está se tornando a cada dia mais difícil, Emma. – Dianna dizia. – Quando acredito que consegui escapar, ele aparece e sorri para mim, ou ouço sua voz.
- Dianna, pare de fugir! Admita! Você nasceu para gostar desse cara, e não para ser uma Caçadora!
- Emma, a deusa...
- Ártemis apenas expressou o desejo de que você se tornasse parte de seu séquito. Isso não quer dizer necessariamente que você deva realizar esse desejo dela.
- ELA É UMA DEUSA! Como posso me atrever a não realizar um desejo dela?
- Mesmo os deuses devem se submeter ao destino. Algo me diz que o seu destino está relacionado a Davy, e não a Ártemis.  Pense nisso, amiga-irmã.

                 Dianna achava que Emma podia ter razão. Ainda assim, temia a ira de Ártemis. Ademais, Davy não havia dado a Dianna motivos para que ela pensasse que ele estivesse apaixonado por ela, até então.
                    Contudo, semanas depois, perto do bosque do acampamento...

- Dianna?
- Sim, Davy?
- Lembra-se de algumas noites atrás, quando você disse que um dia eu encontraria a garota certa para me apaixonar e eu disse que parecia ter visto você em meus sonhos?
- Bom, sim, eu me lembro.
- Dianna, eu comecei a ter sonhos com uma certa garota, repetidamente, desde os treze anos.

                      Ela gelou. Fora com exatamente aquela idade que ela começara a sonhar com ele. Ele continuou:
- Eu jurei a mim mesmo que, se um dia me apaixonasse, deveria ser por uma garota como aquela. E finalmente eu me dei conta: você é aquela garota! Não tenho a menor dúvida quanto a isso!
- Davy...

                         O filho de Afrodite beijou a filha de Atena. Ela não ofereceu resistência alguma.  Naquele momento, nada mais importava para Dianna. Entretanto, ela caiu em si, e se soltou dele.

- Eu te amo, Dianna! – Davy exclamou, um pouco surpreso por ela ter se soltado dele.

                      Ela havia desembainhado sua faca de bronze celestial, e apontava a arma para ele.

- Você não pode amar alguém destinada a se juntar ao séquito da grande Ártemis!
- Minha mãe é a deusa do amor! Sei do que estou falando! Um dia nos uniremos!

                           Desnorteada, Dianna correu para o chalé de Atena. Novamente, pediu conselhos a Emma.

- Não posso amar Davy! Eu serei uma Caçadora!

                              Emma respondeu:

- Minha irmã, você ainda não fez os votos! Não precisa seguir a determinação de Ártemis, se não é isso o que quer! Por sua felicidade! Por ele!
- Eu... Eu vou ouvir meu coração.

                  O dia seguinte era o aniversário de Dianna. Ela estava desesperada. Não podia negar mais que amava Davy. Todavia, ela não desejava atrair para si a fúria de uma deusa poderosa como Ártemis.

Look out, here comes tomorrow,
That's when I'll have to choose.
How I wish I could borrow,
Someone else's shoes.

              
         Dianna sabia que precisava escolher o que ela mais amava: o amor, representado pela figura de Davy, ou a guerra, representada pela Caçada.

I see all kinds of sorrow,
Wish I only loved one.
Look out, here comes tomorrow,
Oh how I wish tomorrow would never come.

              Por fim, ela tomou uma decisão. E aguardou a vinda da deusa, que não tardou. Conforme prometera anos antes, Ártemis apareceu para Dianna logo que o sol nasceu.

- Dianna Mackenzie, filha de Atena, está pronta para seguir seu destino como minha Caçadora?
- Senhora, temo que meu destino não seja esse.
- Como não? – a deusa espantou-se.
- Eu me apaixonei, senhora.

                  Ártemis avermelhou-se de raiva.

- Por quem?
- Por um filho de Afrodite.
- Afrodite! Sempre roubando minhas devotas!

                Sem mais uma palavra, a deusa eternamente virgem desapareceu. Dianna ficou com remorso. No entanto, apenas uma coisa a interessava no momento: encontrar Davy. Encontrou-o caminhando na praia.

- Davy!
- Dianna?
- Eu... Eu recusei juntar-me às Caçadoras de Ártemis.
- O quê? Por quê?
- Bem... Por você, Davy.
 
                      Um sorriu para o outro. E se beijaram.


Sometime in the morning
A simple thought may occur to you
And you'll hold her
And tell her all the things you never told her
Your love has shown me things
I never thought I could see
I didn't know it could be done so easily
Now I know you're where it is for me
Sometime in the evening
You're sitting there by the fireside
And she'll touch you
And you realize how much you never knew before
How much you couldn't see
You didn't know it could be done so easily
Now you know she's all a girl could be
Now, in her childlike eyes
You see the beauty there
You know it was always there
And you need no longer wear a disguise
Sometime in the morning
You'll just reach out, and she will be there
Close as the summer air
Sometime in the morning, she will be there
Sometime in the morning, she will be there
Sometime in the morning, she will be there...






    






               

                 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Minhas personagens -> Harry Daniels

    Agora vou postar a ficha do Harry, que é interpretado pelo Alf Enoch, o Dino Thomas. 









Nome completo: Harry Jonathan Daniels.

Data e local de nascimento: 6 de fevereiro de 1946, em Manchester, Inglaterra.

Cidade em que reside: Londres, Inglaterra.

Idade: 20 (em Fanny's Autumn Almanac, 1966).

Amigos mais próximos: Alana Watson e Edward Simons.

Profissão: Baterista da English Band.

Namoradas: Becky Lawrence (1962 - 1966), Grace Slick (1967 - 1969), Pamela Miller (1969 - 1971), Becky Lawrence (1971 em diante).

Características: Harry é amigo de Alana e Edward desde os tempos de escola. Seu sonho sempre foi formar uma banda com eles, e, por isso, ama estar na English Band. Devota a sua alma à banda.

Do que Harry mais gosta: Tocar bateria e se divertir com os amigos, não importa como.

Do que Harry menos gosta: Decepcionar aqueles de quem gosta.

Medo: Doenças terminais.

Minhas personagens -> Edward Simons

      Boa tarde! Enquanto espero ansiosamente para ver o show do Paul McCartney pelo Multishow esta noite, posto as tão aguardadas fichas dos membros da English Band. Vamos começar com o Edward, que é representado pelo ator Anton Yelchin. Ele interpreta Pavel Chekov no remake de Star Trek








Nome completo: Edward John Simons.

Data e local de nascimento: 24 de setembro de 1946, em Leeds, Inglaterra.

Cidade em que reside: Londres, Inglaterra.

Idade: 20 (em Fanny's Autumn Almanac, 1966).

Amigos mais próximos: Alana Watson e Harry Daniels.

Profissão: Guitarrista da English Band.

Namoradas: Jean Shrimpton (1963-1965), Marianne Faithfull (1968) e Sharon Marston (1969 em diante).

Características: Edward é um amigo com quem sempre se pode contar. Conheceu Alana e Harry na escola, e, como é filho único, ama-os como irmãos. A guitarra é a maior paixão de sua vida.

Do que Edward mais gosta: Tocar guitarra, ver filmes e seriados de sci-fi, ler HQs.

Do que Edward menos gosta: Perder o ritmo.

Medo: Ficar surdo.

domingo, 23 de novembro de 2014

Fanny's Autumn Almanac - Capítulo 14

 Vamos ver o que aconteceu na festa de aniversário de 19 anos da Fanny!
        





        Uns dias depois, eu estava mais uma vez no ensaio de Bob e da English Band. Eu sabia que deveria desgrudar um pouco de Bob, já que ele precisava parar de me ver daquela maneira. Entretanto, isso estava além da minha capacidade. Não sabia viver sem meu melhor amigo.
         Quando Bob estava distraído conversando com Edward e Harry, Alana sussurrou para mim:

- Fanny, algumas das músicas que tocamos hoje são sobre você.
- Eu notei. Bob precisa parar com isso, pelo bem dele. Não quero que ele sofra.

            No mesmo momento em que eu disse isso, Bob me chamou:

- Fanny, vem aqui um minutinho?
- Claro. – aproximei-me. – O que houve?
- Bem.... Eu fiz o máximo para adiar esse momento, mas... Eu preciso voltar para os Estados Unidos.
- O quê?

              Fiquei muito triste. Como eu ia ficar sem ele? Minhas tardes seriam chatíssimas sem poder ir ao estúdio para vê-lo gravar com a English Band.

- Desculpa, Fanny... Bem que eu queria ficar aqui na Inglaterra. Mas o pessoal da gravadora está enchendo minha paciência.
- Faça o que tem que fazer. – eu disse, abraçando-o.

                A English Band parecia pensar que estava sobrando na cena. Contudo, Bob disse:

- Alana, Edward, Harry... Eu nem tenho palavras para agradecer a vocês pelo excelente trabalho ao longo desses dois meses.
- Foi uma honra tocar com você, Dylan. – disse Alana, em nome do grupo.

            Deixei que ela e os rapazes apertassem a mão de Bob e o abraçassem. Logo, porém, puxei-o de volta para perto de mim. Se eu seria privada da companhia do meu melhor amigo, eu queria aproveitar cada segundo com ele até que ele embarcasse no avião.

             Ele foi embora já no dia seguinte. Acompanhei-o em Heathrow. Faltavam poucos minutos para a hora do embarque.


- Bob, não vá, por favor. – eu tinha lágrimas em meus olhos.
- Eu adoraria ficar aqui na Inglaterra com você. Mas eu não posso, Fanny. O dever me chama.
- Adeus. – abracei-o.
- Adeus não. Até logo. Eu virei assim que me chamar.


               Ele beijou minha testa e entrou no avião. Arrasada, observei o avião tomar altura. Três dias depois, seria meu aniversário. Fiquei mal por Bob não poder comparecer à festa. Convidei Ray, Dave, Evanna, Fefe, Nora, Marie Greyhound, Anastacia Rosely, a English Band e os Monkees (eles estavam de volta a Londres). Quando terminei a lista de convidados, Ray me perguntou:


- Não vai convidar Jenna?
- Por que eu convidaria alguém que não gosta de mim para minha própria festa de aniversário, Ray?
- Jenna odeia que as pessoas se lembrem de Evanna e se esqueçam dela.
- Você tem apenas uma prima legal. Mas, já que você acha que seria melhor convidar Jenna para evitar problemas para a Evie, tudo bem.

                 Acabei convidando a chata da Jenna. Eu tinha um pressentimento de que aquilo não havia sido o certo a fazer, porém, já não podia voltar atrás. A festa seria no apartamento do Ray, que era bem maior do que o meu quarto no hotel. Os primeiros a chegar foram os Monkees. Abracei os meninos e apresentei-os a Ray. Peter cochichou no meu ouvido:


- Ele também é cegamente ciumento, Fanny?
- Não, Pete. – eu ri. – Fique tranquilo, seu nariz está seguro.
- Ainda bem. – disse o baixista dos Monkees, esfregando o nariz, como se tivesse voltado a sentir a dor causada pelo soco de Paul.

                A seguir, vieram Felicity, Nora, Anastacia e Marie. Os grandes olhos azuis de Nora se arregalaram quando se deparou com Mike.

- M-M-Mike, tudo bem? – ela perguntou.

- Sim, Nora, e com você? – ele foi bastante agradável. Dei graças a Deus por Alice, a atual namorada dele, não estar ali. Eu não queria brigas na minha festa.

- Felicity McGold. Linda como sempre. – disse Micky.

- Micky Dolenz. Irritante como sempre. – Fefe respondeu.


     “Como você é idiota, Fanny!”, me repreendi mentalmente. “Você deveria ter previsto que Nora e Fefe não ficariam confortáveis na presença de Mike e Micky!”. Dei um jeito de afastar os Monkees de perto das meninas. Quando fiz isso, Peter me chamou:

- Desculpe-me, Fanny, mas esqueci de apresentar a você a minha namorada, Dianna Mackenzie.


              Dianna deveria ser um pouco mais velha do que eu. Tinha olhos castanhos e cabelos loiro-avermelhados. Segurava a mão de Peter, contudo, olhava para Davy com uma expressão de pesar. O que havia ali?


- Como vai, Dianna? – cumprimentei.
- Vou bem. – ela respondeu. – Feliz aniversário. – ela deu um pequeno sorriso.


                   Os Monkees e Dianna se afastaram. Eu havia ficado intrigada com o fato de Dianna olhar para Davy como se ele fosse inalcançável. Investigaria aquilo mais tarde.  Chegaram Alana, Edward e Harry. Apresentei-os às jornalistas da Rolling Stone. Alana e Felicity pareceram se dar muito bem. Eu deveria imaginar, pois Fefe tem certos pendores musicais.
                   Por fim, vieram Dave, Evanna, Pete.... E Jenna. Eu tinha rezado com todas as minhas forças para que Jenna não viesse. No entanto, nem todo dia o pão é quente.
A festa estava caminhando bem. A English Band conversava com as minhas amigas da Rolling Stone, Ray e Dave estavam com suas primas e Pete Townshend trocava ideias com os Monkees. Eu circulava entre os grupos de pessoas na minha festa, conversando com todos. Em um certo momento, notei que Dianna se afastou do grupinho com que estava, e Davy seguiu-a. “Nesse mato tem coelho”, pensei. Nunca foi do meu feitio me meter na vida alheia, entretanto, achei que deveria observar o que ia acontecer. Dianna foi para a sacada do apartamento, e Davy foi atrás. Escondi-me bem e fiquei ouvindo a conversa dos dois.


- Di... – ouvi Davy chamá-la suavemente. – Por que... Por que está com Peter? Você... Você não me ama mais?

- Não, Cuddly Toy, não! – ela respondeu. – Eu amo você, Davy, pode ter certeza disso!
- Mas por que está com ele, Dianna, se me ama?

- Por dó dele, Davy, só por isso. – disse Dianna, chorosa.

- Meu amor, por que não volta para mim? Eu creio que não corremos mais risco...

- Você acha que não quero ser sua namorada outra vez? É o que mais quero em minha vida, David Jones! Mas assumi esse compromisso com Peter. Não quero machucá-lo.

- Dianna, pense menos em Peter e mais em você! Não é ele quem você quer! Sou eu!

           Não pude me conter. Saí só um pouquinho de meu esconderijo, o suficiente para não apenas ouvir, mas ver o casal. Dianna acariciava o rosto de Davy com certo receio. Decerto temia ser flagrada por Peter. Davy beijou Dianna.

- Eu te amo tanto... – ele disse a ela.

- Eu também amo muito você.


              Comecei a ouvir passos. Voltei ao meu esconderijo e vi quem era: Peter. “Meu Deus, estão perdidos”, pensei.


- Jones! Eu vou matar você! – Peter gritou, e puxou Dianna para si.

- Tork, ela não ama você! Ela quer ficar comigo!


                Dianna saiu de perto dos dois, chorando. Eu achava que sabia como ela se sentia. Trombei com ela.


- Fanny! – ela se assustou. – Faça alguma coisa! Peter e Davy estão brigando por mim... Outra vez.

                  Fiz-me de desentendida.


- Outra vez?

- Depois explico. Ajude-me com eles!

- Melhor, vá chamar Mike e Micky. Eu tento convencer os dois a acordarem para a vida.


                 Dianna foi atrás de Mike e Micky, e eu repreendi Davy e Peter.

- Onde vocês dois estão com a cabeça? Parem já de brigar! – tentei me colocar entre eles.

- Ele quer roubar minha namorada! – Peter exclamou.

- E você não tentou roubá-la de mim, Tork? Você não tem moral! – Davy estava possesso.


              O motivo da briga chegou com Mike e Micky. Cada um segurou um dos brigões, e Dianna disse:


- Eu sei que é inútil pedir isso, mas... Por favor, não briguem por mim. Se me amam, controlem sua raiva.


                 Ela beijou o rosto de Peter, levemente. Eu sabia que ela queria beijar a boca de Davy, porém, para que Peter não se irritasse mais, Dianna teve que se resignar a beijar o rosto dele também. Ela me disse:


- Fanny, desculpe por sair assim da sua festa.

- Não tem problema, Dianna. Vou abrir a porta para você.

- Dianna! – chamaram Peter e Davy.

- Boa noite, rapazes. – ela disse, olhando tristemente para os dois.



                     Na porta, Dianna inquiriu:


- O que eu faço, Fanny? Eu amo tanto Davy... Mas eu não quero deixar Peter magoado.

- Eu enfrentei uma situação mais ou menos parecida recentemente... Fiquei com Ray, e tive que deixar o outro rapaz ir embora.

- E quem você ama, Fanny? Ray ou o outro?



                      Respirei fundo e respondi:


- Amo Ray. Mas o outro rapaz é meu melhor amigo. Posso dizer que também o amo, de certo modo.

- Bem, eu... Eu não posso dizer que amo Peter. Gosto muito dele, mas...

- Dianna, se Peter de fato ama você, ele precisa deixar que você fique com Davy.

- Vou conversar com ele.

- Faça isso.

- Boa noite, Fanny.

- Boa noite, Dianna.


             Dianna entrou num táxi que passava e foi embora. Fiquei triste pela situação dela. E se aquilo tivesse acontecido a mim, a Ray e a Bob? Como eu agiria? Permaneceria ao lado de Ray, ou, por pena de Bob, deixaria Ray para ficar com ele?
               Voltei para dentro. Quem vi diante de mim logo que entrei? A chatíssima Jenna. Ela me disse:


- Dezenove anos, hein, Fanny? Você pode estar mais velha, mas continua sendo imatura demais para estar com o meu primo Ray!
- Cale essa boca, Jenna! Eu acho que sou muito madura para a minha idade!
- Você é só uma garota estúpida! Ray merece uma mulher de verdade!
- E quem você diria que é uma “mulher de verdade”, sua vaca?


            Voei para o pescoço dela. Todos os convidados pareciam muito surpresos com a minha raiva. Alana e Felicity apartaram-nos. Ray disse:

- Jenna, por favor, vá embora.
- Você prefere a sua namoradinha adolescente à sua prima, Ray? Se não me querem aqui, eu vou embora! Não tem problema! Eu ainda vou acertar as contas com essa menininha tola! – ela gritou e saiu.

- Você está bem, Fanny? – perguntaram-me Fefe e Alana.

- Estou sim, meninas. Não apanhei feio porque vocês nos apartaram.

- Jenna está ficando incontrolável. – disse Dave.

- Eu não posso acreditar que ela fez isso com você, Fanny! – exclamou Ray.

- Como ela pôde fazer isso a alguém que nunca lhe fez nada de mau? – Evanna também estava incrédula.

- Eu não sei. Não sei mesmo. – chorei um pouco.  

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Trailer: "War Games" (What If)

     Pela primeira vez faço trailer de uma fanfic minha! Tudo bem, é apenas uma What If, mas serve!




  (Cenas de soldados gregos no campo de batalha.) 




     Engana-se quem pensa que os heróis da mitologia grega eram apenas mortais que, de tão valorosos, pareciam ser quase divinos! Os deuses gregos e seus filhos com mortais existiram e ainda existem!


(Anos 50. Jovens treinando no Acampamento Meio-Sangue.)




       Ártemis: "Você, de todas as filhas de Atena, é a que mais merece se juntar à Caçada, Dianna Mackenzie."

      Dianna (aos 11 anos): "Ficarei honrada, senhora Ártemis."



(Dez anos depois) 


  
        Davy: "Sou filho de Afrodite. Não posso evitar. As meninas se apaixonam por mim, e eu por elas."

        Dianna: "Sei que um dia você encontrará uma garota que o fará se esquecer de todas as outras."



(Cena com Dianna e Davy se beijando) 


          Davy: "Eu te amo, Dianna!"

          Dianna (sacando uma faca de bronze celestial e apontando para Davy): "Você não pode amar alguém destinada a se juntar ao séquito da grande Ártemis!"

          Davy: "Minha mãe é a deusa do amor! Sei do que estou falando! Um dia nos uniremos!"


(Dianna vai embora com lágrimas nos olhos. No chalé de Atena...) 


            Dianna: "Não posso amar Davy! Eu serei uma Caçadora!"

            Emma: "Minha irmã, você ainda não fez os votos! Não precisa seguir a determinação de Ártemis, se não é isso o que quer! Por sua felicidade! Por ele!"


       
             A vida de um semideus é cheia de escolhas! Entre a guerra e o amor é apenas uma delas!


              Em breve, uma nova What If.... War Games!

         

 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Sunny Girlfriend - Capítulo 9: "Of You"

Boa noite! Temos novo capítulo da fanfic dos Monkees. Leiam ouvindo primeiro Of You, dos Monkees, e depois, Nights In White Satin, do Moody Blues.




- Peter… - ela não acreditava naquilo.
- Dianna, meu amor, comigo você não sofrerá.
- Mas, Pete, com Davy eu também não sofria.
- Sim, mas se vier comigo também estará livre de malucas como aquela que separou vocês dois.
- Peter, por favor...  Ainda não posso embarcar em um novo relacionamento. Na verdade, não quero.  Até mais. – ela saiu correndo dali.

          “Não tem problema, Dianna”, Peter pensou. “Vou esperar por você o tempo que for preciso”.  Logo que chegou a sua casa, Dianna correu para seu quarto, onde ficou chorando.  “Não posso ficar com Peter, não é certo, ele não entende? Eu só gosto dele como um amigo! E eu sinto tanta falta do meu Cuddly Toy...”.
               Davy estava sofrendo muito desde que fora obrigado a se separar de Dianna. E estava mais exasperado porque sabia que Peter aproveitaria a deixa para atacar. “Ele vai dar um jeito de ficar com ela, eu sinto. Temo o que aquela doida da Amber pode fazer se Dianna e eu reatarmos, mas eu preciso ter minha garota de volta!”.

I walk alone most every night,
Beneath the stars that shine so bright,
Bright as the eyes of you.
And when the sky comes falling down,
And there is darkness all around, all around,
I'll be looking for you.

Lonely I look at the dream-flowing meadow
Won'dring what I am to do.
Sun going down and the trees cast their shadow,
In the shadow and the mist, I remember the last kiss of you.

And when the sky wants more blue,
I get that old longing to, to be held in the arms of you
To be held in the arms of you

           Passaram-se duas semanas. Dianna não teve mais notícias de Peter,  Davy ou qualquer um dos Monkees. Emma já não se importava com o fato de que Micky iria casar-se com Suzan.
       Mike e Alice terminaram depois que ela descobrira, com ajuda de uma jornalista franco-inglesa chamada Marie Greyhound, que ele a traía com uma tal de Phyllis. Depois disso, Alice partiu em turnê com seu novo amor, o cantor Bob Dylan.
                  Certo dia, Dianna, um pouco mais conformada, estava dando uma aula.

- Entre os meses de março e maio do ano de 1871, existiu a Comuna de Paris. Esse período é de vital importância para a história pelo fato de a Comuna ter sido o primeiro governo operário a ser implantado.  Houve a tomada de medidas importantíssimas, como a abolição do trabalho noturno, a declaração de Estado laico e a transformação do ensino em obrigatório, gratuito e misto.  Infelizmente...

                     Quando Dianna iria relatar a deposição da Comuna pelas forças reacionárias francesas, uma secretária bateu à porta da sala de aula.

- Perdão, srta. Mackenzie, mas a sra. Robinson está chamando.
- Eu já vou. Com licença, pessoal. Eu não demoro.

                          Ela foi à diretoria.

- Com licença, sra. Robinson.
- Pode entrar, Dianna.
               
                         “Se ela me chamou de Dianna, não deve ser algo sério”, a moça pensou.

- O que a senhora deseja? – quis saber ela.
- Bem, Dianna, hoje mandaram entregar aqui não apenas um, mas dois buquês para você.
- Dois buquês? – ela ficou surpresa.
- Sim. Gostaria de vê-los?
- Oh sim, e depois vou colocá-los no meu carro.

                            Ambos os buquês eram de rosas. Porém, um tinha flores brancas, e o outro, vermelhas. “As vermelhas vieram de Davy, tenho certeza”, ela pensou.  Ela não estava errada. Nos envelopes dos cartões que acompanhavam os buquês constava apenas “Para a srta. Dianna Mackenzie”.  Contudo, ao ler cada cartão, descobriu que os remetentes eram diferentes.
                            A mensagem contida no cartão das rosas brancas era:

Quantos mimos terei que fazer até que perceba o quanto a amo e que mereço uma chance, minha doce Dianna?

                                                                                           Peter


                              Já o cartão que tinha vindo com as rosas vermelhas trazia a seguinte mensagem:
  
Obviamente você merece muito mais do que essas rosas, minha querida. Porém, neste momento, essa é a única prova do meu amor que você pode ter. Você é a única coisa em que penso, Di.

                                                                                            Davy



                           Ela respirou fundo, colocou os cartões de volta nos envelopes e depois guardou os buquês cuidadosamente no carro.  “O que eu vou fazer com vocês dois, rapazes?”, pensava.
                           Ao fim do dia de aula, Emma disse a Dianna, na sala de ponto:

- Tenho um encontro hoje.
- Não vai me dizer que Micky....?
- Não, não. Micky Dolenz é página virada na minha vida. Vou sair com David Crosby.
- O Byrd?
- O próprio.
- Caramba! E eu recebi dois buquês hoje. Um de Peter e outro de Davy.
- Receber um buquê já é algo muito fofo, dois é mais ainda!
- Ah, mas estou muito confusa, Emma! Eu amo meu Davy, mas tenho medo daquela maluca! E Peter está me cercando, parece não entender que eu gosto dele só como amigo!
- Dianna, calma. Deixe passar mais um tempo. Quem sabe Peter não se toca e você e Davy ficam seguros para voltar a namorar?
- Tomara. Eu estou louca de saudade do meu Cuddly Toy.

                Emma arrumou-se com muito capricho para encontrar-se com Crosby.  Se antes o considerava insuportável, agora acreditava que ele a faria esquecer Micky definitivamente.

- Boa noite, David. – disse ela, quando entrou no carro dele.
- Boa noite, Emma. Vamos curtir uma noite tranquila ou devo proteger o meio das minhas pernas?
- Se eu fosse você, não abusaria para evitar que aquilo aconteça de novo.
- Sim, senhorita. – disse ele.

             Nos últimos dias, Dianna estava sendo muito bem-tratada pela tia Lucy. Desde que a moça fora obrigada a terminar com Davy, a arrogante senhora a enchia de mimos: fazia seu prato favorito para o jantar, elogiava seus vestidos, até mesmo consertou a lombada de um dos livros de Dianna, que estava se soltando.
              Certa noite, mais ou menos uma semana depois de Dianna ter recebido os dois buquês, ela lia um dos capítulos iniciais de O Vale do Medo, romance protagonizado por Sherlock Holmes, quando tia Lucy chamou-a.

- Dianna, há um rapaz lá embaixo que quer falar com você.
               “Se fosse Davy”, ela pensou, “tia Lucy teria se referido a ele como seu namoradinho sem classe”. Mesmo assim, a garota não demorou a descer. Quem a esperava era Peter.

- Peter, o que você quer?
- Recebeu meu buquê?
- Sim, eu adorei as rosas e agradeço muito. Mas o que você veio fazer aqui?
- Fazer novamente a pergunta do cartão.
- Peter, eu não posso ficar com você, entenda isso! Eu amo o Davy!
- Sei que vai aprender a me amar. – disse Peter, enlaçando Dianna pela cintura. – Oh, Dianna, você é a única coisa em meu pensamento. Estou sofrendo desde que percebi que você havia se apaixonado pelo nanico. Dê-me uma chance, apenas uma...
- Não, Peter, não! Solte-me! Posso ser sua amiga, mas não mais do que isso! Por favor, Peter, respeite isso, se realmente me ama!
- Está bem, Dianna. – disse Peter, soltando-a. Com um suspiro profundo, ele foi embora.

              Quando Peter foi embora, Erin, que havia saído do quarto onde praticava piano, perguntou:

- Por que não dá uma chance a ele, Dianna? Ele parece dizer a verdade.
- Eu sei que ele diz a verdade, Erin. Mas eu não posso me entregar a ele, porque sei que jamais vou amá-lo! É Davy quem meu coração deseja, e apenas ele!
- Que situação complicada.
- Nem fale.

                   Alguns dias depois, Davy e Mike conversavam.

- Mike, eu não acredito que você traía a Alice! – Davy exclamou.
- Sabe, às vezes nem eu acredito. Mas agora estou perdido. Phyllis vai ter um bebê, ou pelo menos diz que vai.
- Você duvida disso?
- Um pouco. Ela não anda enjoada, nem com desejos, nem nada disso.
- Hum... Sei lá. E eu quero minha Di de volta.
- Vá atrás dela.
- Eu não posso! Vai saber o que aquela jornalista maluca vai aprontar se eu voltar para a Dianna!
- Você acha mesmo que ela pode fazer algo contra você ou contra a Dianna?
- Eu não duvido.  No entanto, esse não é meu maior medo, Mike.
- E qual é, Davy?
- Que Peter tenha aproveitado o momento para dar o bote.
- Será mesmo que ele fez isso?
- Eu acho que sim. Veja o sorriso de orelha a orelha dele.  Estou derrotado.

                      De fato, Peter tanto insistira que conseguiu o que queria. Dianna aceitou namorá-lo, por pena. O baixista sabia disso. Entretanto, tinha esperanças sinceras de que poderia conquistar o amor dela gradativamente.
                         Ele não pôde aguentar. Foi “esfregar na cara de Davy” a sua vitória.

- Sabe com quem estou saindo, nanico?
- Quem? – resmungou Davy.
- Sua querida namorada. Ou devo dizer, ex-namorada?
- Tork, você jogou sujo. Aproveitou-se do fato de que Dianna estava passando por um momento difícil!
- Mas agora ela não pensa mais em você, Jones.
- Sei. Ela me ama e você sabe disso, seu babaca!

                     Mais uma vez, Peter e Davy trocaram tapas por Dianna. E mais uma vez Mike e Micky tentaram apartá-los. O clima no estúdio ficava mais tenso a cada dia. Peter e Davy não aguentavam mais ter que trabalhar juntos.  E Dianna bem que tentava, mas não conseguia amar Peter. Ela só nutria amizade por ele.
                   Ele, por sua vez, fazia de tudo para agradá-la e assim, quem sabe, conquistar seu amor. Comprava flores, chocolates, pulseiras, perfumes, livros. Até concordou em cuidar de Rousseau, o coelho de Dianna, que o síndico de Davy não queria mais no apartamento do Monkee vocalista.  Certa vez, quando Peter e Dianna estavam juntos, ele colocou uma mecha do cabelo da moça atrás da orelha dela carinhosamente, e inquiriu:

- Dianna, por que não consigo fazê-la feliz?
- Mas, Peter, estou feliz. – ela mentiu, pois não queria magoá-lo com a verdade.
- Tudo o que eu mais quero é ver seu sorriso, e não consigo.
- Isso é fofo de sua parte. Obrigada. – ela deu um selinho nele, sem jeito.


                     “Peter, qual é o problema? Por que não consigo te amar? Tudo o que vejo, tudo o que penso é Davy! O olhar , o sorriso, a voz , o jeitinho meigo dele, só essas coisas conseguem amolecer meu coração!”

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Love Songs - Sexta parte


Agora, as músicas-tema dos novos casais da Grindhouse. 






1) Davy Jones & Dianna Mackenzie











Velha Infância - Tribalistas







2) Peter Tork & Dianna Mackenzie







Oh, Pretty Woman - Roy Orbison







3) David Crosby & Emma Carlisle







Lady Friend - The Byrds








4) Mike Nesmith & Emma Carlisle









Someday My Prince Will Come - Tiffany Thornton






5) Peter Tork & Erin Hudson 




Once Upon A Dream - Emily Osment 









P. S.:  sim, eu coloquei duas músicas que originalmente são de filmes da Disney.... Mas vão me dizer que Someday My Prince Will Come não é a cara da Emma? 


Love Songs - Quinta parte

Estou ressuscitando essa seção! Hahaha. 







1) Syd Barrett & Emily Fitzwilliam                                                 










Catch Me - Demi Lovato








2) Dave Davies & Emily Fitzwilliam 









Layla - Derek & The Dominos


















3) Graham Nash & Elinor Fitzwilliam 







                                                                                                                                                                                 I Wanna Be Your Boyfriend - The Ramones










4) Allan Clarke & Fanny Fitzwilliam 







Sunrise - The Who