Para alegria da Inara, que há séculos está me pedindo para postar esta fic de novo! A atriz que eu escolhi para "interpretar" Mary Anne McCartney é a Lily Collins.
Estava indo para Londres, finalmente, depois de quatro anos morando sozinha em Oxford, e vendo meu pai, Jim, e meus dois irmãos, Paul e Mike, apenas nos finais de semana. Agora eu estava me mudando para o apartamento que Paul mantinha em Londres.
Meu nome é Mary Anne McCartney. Mary era o nome de minha mãe, que morreu quando meu irmão gêmeo, Mike, e eu tínhamos doze anos. Sim, meu irmão mais velho é "o" Paul McCartney.
É óbvio que eu estava louca para dar um abraço no mano, mas quem eu mais queria ver era outro Beatle: George. Estava apaixonada por ele desde os treze anos, e tinha certeza de que era correspondida. Porém, nunca tivemos uma chance de declarar um ao outro o que sentíamos, uma vez que Paul sempre foi superprotetor e surtaria se um de seus amigos ousasse chegar perto de mim com segundas intenções.
Os rapazes, John, Ringo e George, demoraram um pouco a se aproximar o suficiente de mim para fazer amizade, mas agora somos todos grandes amigos.
Minhas mãos tremiam devido à ansiedade. Essa é uma marca registrada minha: sempre que fico nervosa ou ansiosa minhas mãos ficam horrivelmente trêmulas.
Por fim, cheguei a Londres. Paul estava à minha espera na estação de King's Cross.
- Olá, Mary. - ele me cumprimentou com um beijo no rosto e pegou minhas malas. - Fez uma boa viagem?
- Sim, mano. - respondi, com um sorriso no rosto.
- Achei que ficaria livre de você depois de me tornar Beatle, mas vejo que me enganei. - ele brincou.
- Paul, eu sou sua irmã! Vou infernizar sua vida por toda a eternidade! - eu ri.
- É... E vou ter que ficar de olho em você. O que não falta em Londres são rapazes que ficariam interessados em uma jornalista jovem, inteligente e bonita.
- Pelo amor de Deus, Paul! Eu já estou com 21 anos! Sei me cuidar.
- Você é a minha maninha. Tenho que cuidar de você. Papai pediu.
- Paul...
- Está bem, papai não pediu. Mas, como irmão mais velho, esse é meu dever.
- Paul, eu morei sozinha em Oxford por quatro anos e me virei muito bem. Não se esqueça de que estou indo morar com você provisoriamente. Apenas o tempo de me estabelecer num emprego e poder comprar meu próprio apartamento.
- Sim, claro, Mary Anne. Vamos para casa. Estamos preparando uma festa de boas-vindas para você.
- "Estamos"?
- John, Ringo, George e eu.
* * *
Fui muito bem recepcionada em meu novo lar. John e Ringo foram muito amáveis, e George, mais ainda. Ele disse:
- Que bom que agora você está mais perto de mim.... Quero dizer, não só de mim, de John e Ringo e do seu irmão também. Afinal, nós todos somos grandes amigos há tanto tempo...
George podia usar esse discurso de "Somos apenas bons amigos", mas para mim estava muito claro que, assim como ele era para mim, eu era mais do que uma boa amiga para ele.
domingo, 29 de setembro de 2013
Heartbreaker - Capítulo 4
Fiquei mais duas semanas na casa de Emily. Eu dava um jeito de não estar na casa quando Charles vinha visitar minha prima. E agradecia de joelhos quando era ela quem ia jantar na casa dos Mansfield, e não o contrário.
Estar no interior era delicioso. Eu gostava de caminhar pelos bosques das proximidades logo após o café da manhã. As árvores não eram muito próximas umas das outras, o que garantia muita luminosidade e calor. Depois do almoço, gostava de ler na sala de visitas. Após o chá, Emily e eu nos divertíamos cantando e dançando, ouvindo nossos discos favoritos. Jantávamos, e assim que terminávamos íamos conversar na sala de visitas, até a hora de dormir.
Embora estivesse gostando daquela vidinha bucólica, eu precisava voltar para Londres, para sua agitação... E para os braços de Robert. Eu pedira que ele me ligasse, coisa que ele fazia todos os dias.
- Quando você vai estar de volta, Elinor?
- Não sei, Robert.... Espero que em breve!
- Pelo jeito, a estadia na casa de campo dos seus tios está boa... O que tem aí de tão interessante?
- Oh, Robert! Se você pudesse estar aqui para ver este lugar, entenderia minha fascinação. Posso descrevê-lo nos mínimos detalhes para você por telefone ou mandar-lhe fotos, mas não chegaria nem perto do que é realmente... Esta é uma daquelas localidades cuja beleza só pode ser de fato apreciada quando se está frente a frente com ela.
- Você fala de um modo tão poético, Elinor... Eu gosto disso.
- Bom... Talvez eu leia demais.
- Pode ser.
Eu não aguentava mais. A propriedade de meus tios, com seus ares de confortável casa de campo do século XIX, me parecia o paraíso terrestre, com seu bosque acolhedor e verdejante, seu riacho cristalino, sua mobília antiquada porém elegante, sua bela escada atapetada e sua vasta biblioteca. Contudo, eu precisava voltar para o meu apartamento em Londres, com móveis à moda atual e uma biblioteca reduzida, pois eu não tinha espaço para acomodar tudo o que eu tinha em Epsom.
Meu consolo era o fato de o apartamento estar localizado nos arredores de Kensigton Gardens, onde eu costumava ir passear quando precisava de grama e de um lago. Logicamente, a grama e os lagos de Kensigton não chegam nem perto da relva fresca e do riachinho de águas límpidas da casa de tio Edwin, tia Jacqueline e Emily. Mesmo assim, são um modo de me alegrar.
O que de fato me fazia querer estar em Londres era a falta que eu fazia para Robert. Nós queríamos estar um com o outro. Com certo pesar, anunciei a Emily que eu precisava retornar à capital. Ela tentou me dissuadir da ideia:
- Não, Elinor! Papai e mamãe estão para voltar de Cardiff, onde foram visitar um parente distante da minha avó materna... Aposto que ficarão desolados quando chegarem aqui e descobrirem que você partiu...
Como gostava muito dos meus tios e da minha prima, resolvi adiar a viagem de volta para uma semana depois da volta de tio Edwin e tia Jacqueline.
Chegaram dois dias depois de Emily ter me convencido a ficar por mais alguns dias. E não vieram sozinhos.
- Emily, esta é Georgiana Sparks. Ela é sua prima. - anunciou tia Jacqueline.
- Por parte da senhora, mamãe?
- Sim, querida. Ela é uma das nossas famosas primas de Steele Park.
Georgiana era ruiva e tinha sardas e olhos verdes. Era bonita, apesar do ar petulante com que olhava para Emily e para mim. À noite, Emily me contou:
- Steele Park é uma casa de campo no País de Gales, que pertence aos Sparks, parentes distantes da minha mãe, extremamente ricos. Aparentemente, descendem de um tal General Sparks, que enriqueceu há muitos séculos. De que forma, seus descendentes não sabem dizer. Entretanto, gabam-se disso como se fossem descendentes de um ex-membro da Casa dos Lordes.
- Sua mãe tem simpatia por esses parentes?
- Não sei.... Um pouco, talvez, já que trouxe Georgiana para passar alguns dias aqui... Vamos ver como minha modesta priminha vai se comportar... - Emily disse com um toque de ironia.
Georgiana se comportava como se fosse uma princesa. Exigia que todas as suas vontades fossem atendidas, e sempre o mais imediatamente possível.
Um dia, olhou para minhas roupas muito impressionada, e quis saber:
- Onde você compra suas roupas, Elena?
- É Elinor! E eu compro em lojas, como todo mundo.
- Lojas de onde?
- De Notting Hill e do Soho. - falei.
- LONDRES? - a arrogante prima de Emily estava espantada. - Não é possível. Até um espantalho se veste melhor.
- Eu acho que me visto muito bem para uma jovem escritora, obrigada.
- Então você é escritora? Está explicado porque se veste tão mal... Não tem dinheiro para comprar algo que preste.
Não sacrifiquei meu fôlego para responder aquela impertinente. Ainda tive que suportar Georgiana por mais quatro dias. No penúltimo dia de minha estadia, ela viu uma foto de Robert entre minhas coisas e me perguntou por que eu carregava um recorte de revista comigo. Apenas revirei os olhos, pois meu latim não merecia ser gasto com uma garota tão sem noção.
Dois dias depois, mal pisei na cabine do trem, suspirei fundo. O tempo em que havia estado no interior fora bom, com exceção dos dias em que a convencida Georgiana importunou a mim e a Emily.
Na estação em Londres, Robert estava esperando por mim. Eu o abracei com força. Dei um beijo nele. E entramos em seu carro. Do banco do passageiro, observei os outros carros, os pedestres, os prédios, as lojas, os monumentos... E pensei em como eu era feliz em Londres e não sabia.
- Eu tenho uma surpresa, Elinor.
- É mesmo, Robert?
- Sim. Está no seu apartamento. Acho que você vai gostar.
Robert guardou o carro no estacionamento do prédio. Subimos até meu apartamento. Assim que abri a porta, vi, enrolado no sofá, um bonito gato malhado de branco e marrom.
- Você acertou em cheio, Robert! - exclamei, feliz.
- Sabia que você ficaria feliz. Sempre me disse que queria um bichinho, de preferência um gato.... Que nome vai dar a ele?
- Ainda não sei...
- Posso sugerir um nome de escritor?
- Qual?
- Shakespeare. Sei como você gosta das peças dele.
- É um bom nome. Fica sendo Shakespeare. - sorri.
Comecei a brincar com meu novo bichinho. Minha mãe nunca gostou muito de animais, de modo que nunca pude ter um.
Ainda que fosse um filhote visivelmente brincalhão, Shakespeare era um gato. Depois de quase meia hora, ele abandonou meu colo e se enrodilhou numa caminha que Robert havia comprado para ele e colocado num cantinho da sala, perto da biblioteca.
- Foi muito fofo da sua parte me dar esse presente, Rob. - falei, muito contente.
- E eu fico muito satisfeito por você ter gostado, Lily.
- Lily?
- Sim... Um apelido carinhoso para Elinor.
- Não seria melhor Ellie?
- Eu acho esse apelido um pouco, sei lá.... Comum. Quantas garotas chamadas Elinor são apelidadas de Lily?
- Acho que poucas... Bem criativo, Rob.
Estar no interior era delicioso. Eu gostava de caminhar pelos bosques das proximidades logo após o café da manhã. As árvores não eram muito próximas umas das outras, o que garantia muita luminosidade e calor. Depois do almoço, gostava de ler na sala de visitas. Após o chá, Emily e eu nos divertíamos cantando e dançando, ouvindo nossos discos favoritos. Jantávamos, e assim que terminávamos íamos conversar na sala de visitas, até a hora de dormir.
Embora estivesse gostando daquela vidinha bucólica, eu precisava voltar para Londres, para sua agitação... E para os braços de Robert. Eu pedira que ele me ligasse, coisa que ele fazia todos os dias.
- Quando você vai estar de volta, Elinor?
- Não sei, Robert.... Espero que em breve!
- Pelo jeito, a estadia na casa de campo dos seus tios está boa... O que tem aí de tão interessante?
- Oh, Robert! Se você pudesse estar aqui para ver este lugar, entenderia minha fascinação. Posso descrevê-lo nos mínimos detalhes para você por telefone ou mandar-lhe fotos, mas não chegaria nem perto do que é realmente... Esta é uma daquelas localidades cuja beleza só pode ser de fato apreciada quando se está frente a frente com ela.
- Você fala de um modo tão poético, Elinor... Eu gosto disso.
- Bom... Talvez eu leia demais.
- Pode ser.
Eu não aguentava mais. A propriedade de meus tios, com seus ares de confortável casa de campo do século XIX, me parecia o paraíso terrestre, com seu bosque acolhedor e verdejante, seu riacho cristalino, sua mobília antiquada porém elegante, sua bela escada atapetada e sua vasta biblioteca. Contudo, eu precisava voltar para o meu apartamento em Londres, com móveis à moda atual e uma biblioteca reduzida, pois eu não tinha espaço para acomodar tudo o que eu tinha em Epsom.
Meu consolo era o fato de o apartamento estar localizado nos arredores de Kensigton Gardens, onde eu costumava ir passear quando precisava de grama e de um lago. Logicamente, a grama e os lagos de Kensigton não chegam nem perto da relva fresca e do riachinho de águas límpidas da casa de tio Edwin, tia Jacqueline e Emily. Mesmo assim, são um modo de me alegrar.
O que de fato me fazia querer estar em Londres era a falta que eu fazia para Robert. Nós queríamos estar um com o outro. Com certo pesar, anunciei a Emily que eu precisava retornar à capital. Ela tentou me dissuadir da ideia:
- Não, Elinor! Papai e mamãe estão para voltar de Cardiff, onde foram visitar um parente distante da minha avó materna... Aposto que ficarão desolados quando chegarem aqui e descobrirem que você partiu...
Como gostava muito dos meus tios e da minha prima, resolvi adiar a viagem de volta para uma semana depois da volta de tio Edwin e tia Jacqueline.
Chegaram dois dias depois de Emily ter me convencido a ficar por mais alguns dias. E não vieram sozinhos.
- Emily, esta é Georgiana Sparks. Ela é sua prima. - anunciou tia Jacqueline.
- Por parte da senhora, mamãe?
- Sim, querida. Ela é uma das nossas famosas primas de Steele Park.
Georgiana era ruiva e tinha sardas e olhos verdes. Era bonita, apesar do ar petulante com que olhava para Emily e para mim. À noite, Emily me contou:
- Steele Park é uma casa de campo no País de Gales, que pertence aos Sparks, parentes distantes da minha mãe, extremamente ricos. Aparentemente, descendem de um tal General Sparks, que enriqueceu há muitos séculos. De que forma, seus descendentes não sabem dizer. Entretanto, gabam-se disso como se fossem descendentes de um ex-membro da Casa dos Lordes.
- Sua mãe tem simpatia por esses parentes?
- Não sei.... Um pouco, talvez, já que trouxe Georgiana para passar alguns dias aqui... Vamos ver como minha modesta priminha vai se comportar... - Emily disse com um toque de ironia.
Georgiana se comportava como se fosse uma princesa. Exigia que todas as suas vontades fossem atendidas, e sempre o mais imediatamente possível.
Um dia, olhou para minhas roupas muito impressionada, e quis saber:
- Onde você compra suas roupas, Elena?
- É Elinor! E eu compro em lojas, como todo mundo.
- Lojas de onde?
- De Notting Hill e do Soho. - falei.
- LONDRES? - a arrogante prima de Emily estava espantada. - Não é possível. Até um espantalho se veste melhor.
- Eu acho que me visto muito bem para uma jovem escritora, obrigada.
- Então você é escritora? Está explicado porque se veste tão mal... Não tem dinheiro para comprar algo que preste.
Não sacrifiquei meu fôlego para responder aquela impertinente. Ainda tive que suportar Georgiana por mais quatro dias. No penúltimo dia de minha estadia, ela viu uma foto de Robert entre minhas coisas e me perguntou por que eu carregava um recorte de revista comigo. Apenas revirei os olhos, pois meu latim não merecia ser gasto com uma garota tão sem noção.
Dois dias depois, mal pisei na cabine do trem, suspirei fundo. O tempo em que havia estado no interior fora bom, com exceção dos dias em que a convencida Georgiana importunou a mim e a Emily.
Na estação em Londres, Robert estava esperando por mim. Eu o abracei com força. Dei um beijo nele. E entramos em seu carro. Do banco do passageiro, observei os outros carros, os pedestres, os prédios, as lojas, os monumentos... E pensei em como eu era feliz em Londres e não sabia.
- Eu tenho uma surpresa, Elinor.
- É mesmo, Robert?
- Sim. Está no seu apartamento. Acho que você vai gostar.
Robert guardou o carro no estacionamento do prédio. Subimos até meu apartamento. Assim que abri a porta, vi, enrolado no sofá, um bonito gato malhado de branco e marrom.
- Você acertou em cheio, Robert! - exclamei, feliz.
- Sabia que você ficaria feliz. Sempre me disse que queria um bichinho, de preferência um gato.... Que nome vai dar a ele?
- Ainda não sei...
- Posso sugerir um nome de escritor?
- Qual?
- Shakespeare. Sei como você gosta das peças dele.
- É um bom nome. Fica sendo Shakespeare. - sorri.
Comecei a brincar com meu novo bichinho. Minha mãe nunca gostou muito de animais, de modo que nunca pude ter um.
Ainda que fosse um filhote visivelmente brincalhão, Shakespeare era um gato. Depois de quase meia hora, ele abandonou meu colo e se enrodilhou numa caminha que Robert havia comprado para ele e colocado num cantinho da sala, perto da biblioteca.
- Foi muito fofo da sua parte me dar esse presente, Rob. - falei, muito contente.
- E eu fico muito satisfeito por você ter gostado, Lily.
- Lily?
- Sim... Um apelido carinhoso para Elinor.
- Não seria melhor Ellie?
- Eu acho esse apelido um pouco, sei lá.... Comum. Quantas garotas chamadas Elinor são apelidadas de Lily?
- Acho que poucas... Bem criativo, Rob.
Minhas personagens: Elinor, Lynn, Mary e Mary Anne (parte 2)
Agora vou falar um pouco mais detalhadamente das minhas quatro personagens: suas características psicológicas, seus familiares, seus hobbies...
Elinor
A doce melhor amiga de Jimmy Page tem a literatura como fonte vital. Adora ler e escrever, pois isso acalma a sua mente ansiosa. Antes de conhecer Robert, Lily (apelido que ganhou dele) se considerava uma garota azarada no amor, pois sofreu decepções amorosas duas vezes. A primeira decepção veio de Jimmy, e a segunda veio de Keith Richards. Apesar de ter se desiludido em relação ao guitarrista do Zeppelin, Elinor nunca deixou de ser amiga dele.
Existe uma lenda na família de Elinor que diz que algumas das antepassadas dela inspiraram a escritora Jane Austen, sua favorita, a criar algumas de suas personagens. A jovem não sabe se deve acreditar nisso ou não.
Antes de ir estudar em Cambridge e depois ir residir em Londres, Elinor viveu na cidade de Epsom, com seus pais, Edmund e Helen, que a influenciaram no amor pela leitura, e sua irmã mais nova, Fanny. Na capital, mora em um pequeno apartamento próximo de Kensigton Gardens com seu gatinho Shakespeare, que veremos nos próximos capítulos de "Heartbreaker". Ela é um pouco insegura e muito amorosa.
Lynn
Meiga e tímida, a amada de Pete Townshend e Keith Richards prefere ler a qualquer outra coisa. Ela é uma boa amiga e tem um medo horrível de magoar as pessoas que conhece. Apesar disso, sabe muito bem o que quer. A maior prova disso foi ter aceitado se casar com Pete no mesmo instante em que ele fez o pedido, mesmo tendo apenas 18 anos.
Nascida na capital inglesa, cresceu numa casa abarrotada de livros, nos arredores de Shepherd's Bush.
Filha de Henry e Judith Stephens e irmã de Michael Stephens, é independente e, quando necessário, corajosa.
Sua banda favorita é, evidentemente, o The Who. Porém, ela também gosta muito dos Rolling Stones, fato que fez Keith Richards acreditar que teria chances com ela. Além de escrever e ler, Lynn também gosta de passear em parques nas suas horas livres.
Mary
A guitarrista sofreu nas mãos de Roger Daltrey. Apesar de gostar de Mary, o vocalista não conseguia deixar de traí-la. Embora a infidelidade de Roger fosse quase constante, a moça era paciente e acabava lhe perdoando, pois o amava demais.
O casal vivia aos tapas e beijos, e Mary até mesmo engravidou. Porém, perdeu o bebê. Essa criança poderia ter sido a salvação do namoro de seus pais.
Feminista ao extremo, essa garota de Liverpool faz de tudo para mostrar aos machistas que rock'n'roll também é coisa de mulher. Muito talentosa e romântica, nasceu cercada de música e livros.
Seu pai, Edward, era professor na Universidade de Liverpool e saxofonista. Foi ele quem ensinou a filha, violonista e guitarrista autodidata, a tocar instrumentos de sopro. Já a mãe, Catherine, era uma dona de casa que gostava de ler e tocar piano.
A sra. Barton ficou feliz ao ver o interesse da pequena Mary pelos livros e pelos estudos, mas decepcionou-se com o fato de a menina se mostrar indiferente ao piano, preferindo um velho violão esquecido no canto da sala de música da família.
Quando ficou grávida, Mary precisou trancar a faculdade. Contudo, retornou às aulas logo depois que se recuperou do aborto espontâneo. Assim, perdeu apenas cinco meses de aula. Consequentemente, formou-se aos 22 anos (se não tivesse precisado interromper o curso, teria se formado aos 21).
Mary redescobriu o amor ao conhecer John Entwistle. Eles começaram a namorar em 1967, e se separaram em 1969, pois ela acreditou estar sendo traída outra vez, o que não era verdade. Até reatar com o baixista, dois anos depois, ela se envolveu rapidamente com Roger Daltrey, ainda no ano de 1969.
Nove anos depois de retomar o namoro com John, Mary se casou com ele. Deu à luz uma menina, Deborah, em 1982.
Mary Anne
Muito delicada, a jornalista é a irmã mais nova de Paul McCartney. Superprotegida pelo irmão, que divide o apartamento com ela, Mary Anne vive às voltas com seu coração, dividida entre George Harrison e Roger Daltrey.
Bastante curiosa, gosta de investigar a fundo as notícias que deve divulgar, a fim de redigir o melhor texto possível. Para escrever suas reportagens, usa uma máquina de escrever que ganhou da mãe, Mary, que faleceu quando a garota tinha 12 anos.
Passou sua adolescência sendo a única mulher entre três homens: seu pai, Jim, e seus dois irmãos, Paul e Mike. Além de ler, passa suas horas livres escrevendo poemas, andando de bicicleta e fotografando as pessoas de que mais gosta: seu pai, seus irmãos, sua melhor amiga, Evanna, e... Seus amados.
Elinor
A doce melhor amiga de Jimmy Page tem a literatura como fonte vital. Adora ler e escrever, pois isso acalma a sua mente ansiosa. Antes de conhecer Robert, Lily (apelido que ganhou dele) se considerava uma garota azarada no amor, pois sofreu decepções amorosas duas vezes. A primeira decepção veio de Jimmy, e a segunda veio de Keith Richards. Apesar de ter se desiludido em relação ao guitarrista do Zeppelin, Elinor nunca deixou de ser amiga dele.
Existe uma lenda na família de Elinor que diz que algumas das antepassadas dela inspiraram a escritora Jane Austen, sua favorita, a criar algumas de suas personagens. A jovem não sabe se deve acreditar nisso ou não.
Antes de ir estudar em Cambridge e depois ir residir em Londres, Elinor viveu na cidade de Epsom, com seus pais, Edmund e Helen, que a influenciaram no amor pela leitura, e sua irmã mais nova, Fanny. Na capital, mora em um pequeno apartamento próximo de Kensigton Gardens com seu gatinho Shakespeare, que veremos nos próximos capítulos de "Heartbreaker". Ela é um pouco insegura e muito amorosa.
Lynn
Meiga e tímida, a amada de Pete Townshend e Keith Richards prefere ler a qualquer outra coisa. Ela é uma boa amiga e tem um medo horrível de magoar as pessoas que conhece. Apesar disso, sabe muito bem o que quer. A maior prova disso foi ter aceitado se casar com Pete no mesmo instante em que ele fez o pedido, mesmo tendo apenas 18 anos.
Nascida na capital inglesa, cresceu numa casa abarrotada de livros, nos arredores de Shepherd's Bush.
Filha de Henry e Judith Stephens e irmã de Michael Stephens, é independente e, quando necessário, corajosa.
Sua banda favorita é, evidentemente, o The Who. Porém, ela também gosta muito dos Rolling Stones, fato que fez Keith Richards acreditar que teria chances com ela. Além de escrever e ler, Lynn também gosta de passear em parques nas suas horas livres.
Mary
A guitarrista sofreu nas mãos de Roger Daltrey. Apesar de gostar de Mary, o vocalista não conseguia deixar de traí-la. Embora a infidelidade de Roger fosse quase constante, a moça era paciente e acabava lhe perdoando, pois o amava demais.
O casal vivia aos tapas e beijos, e Mary até mesmo engravidou. Porém, perdeu o bebê. Essa criança poderia ter sido a salvação do namoro de seus pais.
Feminista ao extremo, essa garota de Liverpool faz de tudo para mostrar aos machistas que rock'n'roll também é coisa de mulher. Muito talentosa e romântica, nasceu cercada de música e livros.
Seu pai, Edward, era professor na Universidade de Liverpool e saxofonista. Foi ele quem ensinou a filha, violonista e guitarrista autodidata, a tocar instrumentos de sopro. Já a mãe, Catherine, era uma dona de casa que gostava de ler e tocar piano.
A sra. Barton ficou feliz ao ver o interesse da pequena Mary pelos livros e pelos estudos, mas decepcionou-se com o fato de a menina se mostrar indiferente ao piano, preferindo um velho violão esquecido no canto da sala de música da família.
Quando ficou grávida, Mary precisou trancar a faculdade. Contudo, retornou às aulas logo depois que se recuperou do aborto espontâneo. Assim, perdeu apenas cinco meses de aula. Consequentemente, formou-se aos 22 anos (se não tivesse precisado interromper o curso, teria se formado aos 21).
Mary redescobriu o amor ao conhecer John Entwistle. Eles começaram a namorar em 1967, e se separaram em 1969, pois ela acreditou estar sendo traída outra vez, o que não era verdade. Até reatar com o baixista, dois anos depois, ela se envolveu rapidamente com Roger Daltrey, ainda no ano de 1969.
Nove anos depois de retomar o namoro com John, Mary se casou com ele. Deu à luz uma menina, Deborah, em 1982.
Mary Anne
Muito delicada, a jornalista é a irmã mais nova de Paul McCartney. Superprotegida pelo irmão, que divide o apartamento com ela, Mary Anne vive às voltas com seu coração, dividida entre George Harrison e Roger Daltrey.
Bastante curiosa, gosta de investigar a fundo as notícias que deve divulgar, a fim de redigir o melhor texto possível. Para escrever suas reportagens, usa uma máquina de escrever que ganhou da mãe, Mary, que faleceu quando a garota tinha 12 anos.
Passou sua adolescência sendo a única mulher entre três homens: seu pai, Jim, e seus dois irmãos, Paul e Mike. Além de ler, passa suas horas livres escrevendo poemas, andando de bicicleta e fotografando as pessoas de que mais gosta: seu pai, seus irmãos, sua melhor amiga, Evanna, e... Seus amados.
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sábado, 28 de setembro de 2013
Minhas personagens -> Mary Anne McCartney
Não sei se vocês se lembram da minha fic crossover de Beatles e The Who, "Mary Anne With The Shaky Hands".... Caso se lembrem, uma boa notícia: esta fic estará de volta em breve! Para deixar um gostinho de "quero mais", uma ficha da personagem principal, Mary Anne McCartney!
Nome completo: Mary Anne McCartney.
Data e local de nascimento: 07/01/1944, em Liverpool, Inglaterra.
Cidade em que reside: Londres, Inglaterra.
Idade: 21 (em 1965, ano em que se passa "Mary Anne With The Shaky Hands").
Amigos mais próximos: Paul McCartney e Evanna Davies.
Profissão: Jornalista e escritora, sendo seu estilo favorito a poesia. Formada em Jornalismo pela Universidade de Oxford.
Namorados: Roger Daltrey (março a agosto de 1965), George Harrison (agosto a dezembro de 1965).
Marido: George Harrison (1966-2001).
Filhos: George Harrison Jr. (nascido em 1967), Amanda Elizabeth Harrison (nascida em 1969), Corina Louise Harrison (nascida em 1971) e Dhani Harrison (nascido em 1978).
Canções que inspirou: "Mary Anne With The Shaky Hands", "Bargain" - The Who; "I Need You", "Here Comes The Sun", "Something" - The Beatles; "Beautiful Girl", "You", "Can't Stop Thinking About You", "Dark Sweet Lady", "I Got My Mind Set On You" - George Harrison; "Without Your Love" - Roger Daltrey.
Características: A palavra que melhor define Mary Anne é "curiosidade". Ela sempre quer saber mais sobre tudo, e por isso escolheu se tornar jornalista. Além disso, ela ama poder dividir aquilo que sabe com os outros, o que ajuda muito na hora de escrever reportagens.
Seu maior desejo sempre foi trabalhar no The Guardian. Tal desejo se realizou em 1972. Para passar o tempo, ela gosta de ler, escrever, andar de bicicleta e tirar fotos, sobretudo da família e dos amigos.
Mary Anne é extremamente apaixonada por seu marido George, mas sempre procurou manter uma relação cordial com seu ex-namorado, Roger Daltrey, a quem ela sempre considerou um homem bastante atraente. Ela é uma ótima mãe e cuida dos seus quatro filhos, George Jr., Amanda, Corina e Dhani, com todo o amor possível.
Do que Mary Anne mais gosta: Livros e escrever reportagens.
Do que Mary Anne menos gosta: Insensibilidade.
Medo: Brigas na família.
Minhas personagens -> Mary Barton
Agora, a protagonista de "See My Way" e "Heaven And Hell", Mary Barton! Quem a criou foi a Carol, para a fic "Blue, Red and Grey", mas quem se encarregou de desenvolvê-la fui eu.
Nome completo: Mary Catherine Barton.
Data e local de nascimento: 22/02/1944, em Liverpool, Inglaterra.
Cidade em que reside: Oxford (1964-1966); Londres (1967 em diante).
Idade: 20-21 em "See My Way" (1964-1965); 23 em "Blue, Red And Grey" e "Heaven And Hell" (1967).
Amigas mais próximas/colegas de banda e empresária (Whereland): Evelyn Blen, Jayne Greene, Betty Martin e Alice Hicks.
Ex-colegas de banda (The Parkers): Tom Parker, Andy Charlton e Rob Donner.
Amigas da faculdade (com quem dividiu apartamento): Michelle Marston e Sarah Price.
Profissão: Guitarrista dos Parkers de 1964 a 1965 e da Whereland de 1967 em diante. Lançou alguns livros de poemas nas décadas de 1970 e 1980. Formada em Literatura pela Universidade de Oxford.
Namorados: Roger Daltrey (1964-1965) e John Entwistle (1967-1971; 1973-1979).
Casos: Roger Daltrey (1969).
Admiradores: Andy Charlton (1964-1965) e George Harrison (1967).
Marido: John Entwistle (1980-2002).
Filha: Deborah Christine Entwistle, nascida em 1982.
Canções que inspirou: "So Sad About Us", "See My Way", "My Wife" - The Who.
Características: Pode-se dizer que os opostos se atraem, mas Mary Barton com certeza conquistou Roger Daltrey por ser tão pavio curto quanto ele. Apesar disso, ela é tímida e doce.
Mary sempre gostou de estudar e ler, e se dedica com muito afinco ao que faz, seja compor uma nova música, lutar pelos direitos da mulher.... Ou reconquistar o homem que ama.
"Srta. Barton", como é chamada por seu marido John Entwistle, é uma feminista de carteirinha, e fica furiosa quando ouve alguma afirmação machista. Ela passou essa característica para sua filha Debbie.
Do que Mary mais gosta: Compor músicas, ler, tocar guitarra e lutar pelos direitos femininos.
Do que Mary menos gosta: Machismo.
Medo: Ser traída.
Nome completo: Mary Catherine Barton.
Data e local de nascimento: 22/02/1944, em Liverpool, Inglaterra.
Cidade em que reside: Oxford (1964-1966); Londres (1967 em diante).
Idade: 20-21 em "See My Way" (1964-1965); 23 em "Blue, Red And Grey" e "Heaven And Hell" (1967).
Amigas mais próximas/colegas de banda e empresária (Whereland): Evelyn Blen, Jayne Greene, Betty Martin e Alice Hicks.
Ex-colegas de banda (The Parkers): Tom Parker, Andy Charlton e Rob Donner.
Amigas da faculdade (com quem dividiu apartamento): Michelle Marston e Sarah Price.
Profissão: Guitarrista dos Parkers de 1964 a 1965 e da Whereland de 1967 em diante. Lançou alguns livros de poemas nas décadas de 1970 e 1980. Formada em Literatura pela Universidade de Oxford.
Namorados: Roger Daltrey (1964-1965) e John Entwistle (1967-1971; 1973-1979).
Casos: Roger Daltrey (1969).
Admiradores: Andy Charlton (1964-1965) e George Harrison (1967).
Marido: John Entwistle (1980-2002).
Filha: Deborah Christine Entwistle, nascida em 1982.
Canções que inspirou: "So Sad About Us", "See My Way", "My Wife" - The Who.
Características: Pode-se dizer que os opostos se atraem, mas Mary Barton com certeza conquistou Roger Daltrey por ser tão pavio curto quanto ele. Apesar disso, ela é tímida e doce.
Mary sempre gostou de estudar e ler, e se dedica com muito afinco ao que faz, seja compor uma nova música, lutar pelos direitos da mulher.... Ou reconquistar o homem que ama.
"Srta. Barton", como é chamada por seu marido John Entwistle, é uma feminista de carteirinha, e fica furiosa quando ouve alguma afirmação machista. Ela passou essa característica para sua filha Debbie.
Do que Mary mais gosta: Compor músicas, ler, tocar guitarra e lutar pelos direitos femininos.
Do que Mary menos gosta: Machismo.
Medo: Ser traída.
Minhas personagens -> Lynn Stephens
Agora, uma ficha da protagonista de "Our Love Was", Lynn Stephens!
Nome completo: Lynn Josephine Stephens.
Data e local de nascimento: 25/04/1947, em Londres, Inglaterra.
Cidade em que reside: Londres, Inglaterra.
Idade: 18 (em 1965, ano em que se passa "Our Love Was").
Amigas mais próximas: Alice Harding, Carol Thompson e Belle Armand.
Profissão: Estudante de Letras na Universidade de Londres; trabalha como secretária na mesma empresa que Carol, Alice e Belle para manter seus estudos.
Namorado: Pete Townshend (1965 em diante - casaram-se por volta de 1969).
Admirador: Keith Richards (1965 em diante).
Canções que inspirou: "Pictures Of Lily", "I Can't Explain", "Glittering Girl", "Glow Girl" - The Who; "You Got The Silver", "Happy" - The Rolling Stones.
Características: A meiguice e a timidez de Lynn são suas marcas registradas. Ela adora livros, blues, os Rolling Stones e os filmes da Disney. Lynn é uma amiga e namorada fiel, e sempre tenta agir com delicadeza e elegância.
Usa óculos e prefere ficar com seus cabelos presos, para não passar calor. Sua cor favorita é roxo e ela gosta muito de tomar chá e comer muffins de chocolate.
Do que Lynn mais gosta: Ler e fazer caminhadas.
Do que Lynn menos gosta: Seu nome do meio.
Medo: Magoar as pessoas.
Nome completo: Lynn Josephine Stephens.
Data e local de nascimento: 25/04/1947, em Londres, Inglaterra.
Cidade em que reside: Londres, Inglaterra.
Idade: 18 (em 1965, ano em que se passa "Our Love Was").
Amigas mais próximas: Alice Harding, Carol Thompson e Belle Armand.
Profissão: Estudante de Letras na Universidade de Londres; trabalha como secretária na mesma empresa que Carol, Alice e Belle para manter seus estudos.
Namorado: Pete Townshend (1965 em diante - casaram-se por volta de 1969).
Admirador: Keith Richards (1965 em diante).
Canções que inspirou: "Pictures Of Lily", "I Can't Explain", "Glittering Girl", "Glow Girl" - The Who; "You Got The Silver", "Happy" - The Rolling Stones.
Características: A meiguice e a timidez de Lynn são suas marcas registradas. Ela adora livros, blues, os Rolling Stones e os filmes da Disney. Lynn é uma amiga e namorada fiel, e sempre tenta agir com delicadeza e elegância.
Usa óculos e prefere ficar com seus cabelos presos, para não passar calor. Sua cor favorita é roxo e ela gosta muito de tomar chá e comer muffins de chocolate.
Do que Lynn mais gosta: Ler e fazer caminhadas.
Do que Lynn menos gosta: Seu nome do meio.
Medo: Magoar as pessoas.
Minhas personagens -> Elinor Fitzwilliam
Hey, pessoinhas! Descobri hoje uma série de postagens da Inara com fichas técnicas das personagens originais das fics dela, gostei da ideia e resolvi copiar, hehehe. Vou começar com a Elinor Fitzwilliam, protagonista de "Heartbreaker", e em seguida farei fichas das minhas outras protagonistas.
Mais tarde, farei também das coadjuvantes, pois, para isso, preciso desenvolvê-las melhor. Aproveitem!
Nome completo: Elinor Stephanie Fitzwilliam.
Data e local de nascimento: 27/01/1944, em Epsom, Inglaterra.
Cidade em que reside: Londres, Inglaterra.
Idade: 25 (em 1969, ano em que se passa "Heartbreaker").
Amigos mais próximos: Jimmy Page, Vicky Summers, Susie Morris, Angie Smith, Lydia Evans, Fanny Fitzwilliam, Emily Fitzwilliam.
Profissão: Escritora, sendo seu estilo favorito a crônica. Formada em Literatura pela Universidade de Cambridge.
Namorado: Robert Plant (agosto a outubro de 1969; dezembro de 1969 em diante - casaram-se em 1970).
Caso: Graham Nash (outubro a dezembro de 1969).
Antigas paixões: Jimmy Page (1956-1962) e Keith Richards (1967).
Canções que inspirou: "Thank You", "Since I've Been Loving You", "Whole Lotta Love" - Led Zeppelin.
Características: À primeira vista, Elinor parece ser fria. Contudo, quando se a conhece mais a fundo, descobre-se que sua doçura fica encoberta pela timidez. A autora favorita dela é Jane Austen, uma tradição de família, já que existe uma velha lenda familiar ligando os Fitzwilliam à escritora.
Elinor é muito ligada ao lado paterno da sua família, e também detesta ficar muito tempo longe dos pais e da irmã, Fanny. Antes de conhecer Robert, era uma grande azarada no amor.
Seus amigos são, depois de sua família e seus livros, o seu maior tesouro. Lily, como Robert a chama, não consegue ficar um dia sem falar com seus amigos, e aquele com quem passa mais tempo é Jimmy.
Do que Elinor mais gosta: Ler, escrever, conversar com os amigos, ficar com a família e brincar com seus gatinhos, Shakespeare e Leonardo da Vinci.
Do que Elinor menos gosta: Pessoas que desprezam o valor da leitura.
Medo: Aranhas e perder o contato com aqueles que ama.
Mais tarde, farei também das coadjuvantes, pois, para isso, preciso desenvolvê-las melhor. Aproveitem!
Nome completo: Elinor Stephanie Fitzwilliam.
Data e local de nascimento: 27/01/1944, em Epsom, Inglaterra.
Cidade em que reside: Londres, Inglaterra.
Idade: 25 (em 1969, ano em que se passa "Heartbreaker").
Amigos mais próximos: Jimmy Page, Vicky Summers, Susie Morris, Angie Smith, Lydia Evans, Fanny Fitzwilliam, Emily Fitzwilliam.
Profissão: Escritora, sendo seu estilo favorito a crônica. Formada em Literatura pela Universidade de Cambridge.
Namorado: Robert Plant (agosto a outubro de 1969; dezembro de 1969 em diante - casaram-se em 1970).
Caso: Graham Nash (outubro a dezembro de 1969).
Antigas paixões: Jimmy Page (1956-1962) e Keith Richards (1967).
Canções que inspirou: "Thank You", "Since I've Been Loving You", "Whole Lotta Love" - Led Zeppelin.
Características: À primeira vista, Elinor parece ser fria. Contudo, quando se a conhece mais a fundo, descobre-se que sua doçura fica encoberta pela timidez. A autora favorita dela é Jane Austen, uma tradição de família, já que existe uma velha lenda familiar ligando os Fitzwilliam à escritora.
Elinor é muito ligada ao lado paterno da sua família, e também detesta ficar muito tempo longe dos pais e da irmã, Fanny. Antes de conhecer Robert, era uma grande azarada no amor.
Seus amigos são, depois de sua família e seus livros, o seu maior tesouro. Lily, como Robert a chama, não consegue ficar um dia sem falar com seus amigos, e aquele com quem passa mais tempo é Jimmy.
Do que Elinor mais gosta: Ler, escrever, conversar com os amigos, ficar com a família e brincar com seus gatinhos, Shakespeare e Leonardo da Vinci.
Do que Elinor menos gosta: Pessoas que desprezam o valor da leitura.
Medo: Aranhas e perder o contato com aqueles que ama.
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