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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Love Songs - Segunda parte

   Hoje temos mais casais e suas respectivas músicas-tema!


1) Evelyn Blen e Keith Moon








Demi Lovato - Trainwreck 






2) Jayne Greene e Pete Townshend







Rita Lee - O Amor em Pedaços

https://www.youtube.com/watch?v=Y-Qc-qipzuk


3) Mary Barton e Roger Daltrey








Taylor Swift - You Belong With Me






4) Mary Anne McCartney e Roger Daltrey



















The Kinks - Love Me Till The Sun Shines





PS: Peço desculpas, mas não consegui carregar o vídeo da Rita Lee. Então deixei o link.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Minhas personagens -> Rob Donner

Hoje temos ficha do último, mas não menos importante, membro dos Parkers: Rob Donner, o baterista.





Nome completo: Robert Phillip Donner.

Data e local de nascimento: 06/10/1945, em Swansea, País de Gales.

Cidade em que reside: Oxford, Inglaterra.

Idade: 19-20 (em 1964 e 1965, anos em que se passa "See My Way").

Amigos mais próximos: Andy Charlton, Tom Parker e Mary Barton.

Profissão: Baterista dos Parkers (1964-1969) e professor de física, formado pela Universidade de Oxford.

Namorada: Laura Johnstone (1966 em diante - casaram-se em 1969).

Principal canção que escreveu: Feel The Beat.

Características: Rob é um rapaz dedicado e um tanto atrapalhado. Nos Parkers, ele é o ponto de equilíbrio entre a tendência ao estrelismo de Tom, a personalidade irritadiça de Mary e a cautela de Andy.
                        Física é a sua maior paixão, depois da música, e seu ídolo é Galileu Galilei. Quando não está lecionando, corrigindo provas ou planejando sua próxima aula, aprimora sua técnica musical.

Do que Rob mais gosta: Tocar bateria e ir ao planetário.

Do que Rob menos gosta: Alunos desinteressados.

Medo: Ser despedido.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Minhas personagens -> Andy Charlton

Agora toma forma Andy Charlton, o baixista dos Parkers!





Nome completo: Andrew Michael Charlton.

Data e local de nascimento: 31/05/1944, em Middlesbrough, Inglaterra.

Cidade em que reside: Oxford, Inglaterra.

Idade: 20-21 (nos anos de 1964 e 1965, nos quais se passa "See My Way").

Amigos mais próximos: Tom Parker, Rob Donner e Mary Barton.

Profissão: Baixista dos Parkers (1964-1969) e veterinário, formado pela Universidade de Oxford.

Namoradas: Samantha Brown (1965-1968) e Emma Phillips (1968 em diante - casaram-se em 1971).

Paixão secreta: Mary Barton (1964 - 1965).

Principal canção que escreveu: "I Miss You Girl" (para Mary).

Características: Andy é um rapaz apaixonado por música e animais. Ele é sensível e se apaixona fácil. No entanto, quando quer uma garota, faz o seu melhor para conquistá-la.
O maior exemplo disso é a sua paixonite por Mary. Ele tinha receio de que a garota sofresse por causa de Roger Daltrey, e tentou persuadi-la a deixá-lo, até que notou que esse esforço era infrutífero.
 O baixista é também um amigo fiel e prestativo, sempre pronto para ajudar.

Do que Andy mais gosta: Tocar baixo e cuidar de animais.

Do que Andy menos gosta: Desrespeito com a natureza.

Medo: Fracassar tentando salvar a vida de um bicho.



Minhas personagens -> Tom Parker

    Pela primeira vez esta série de postagens mostra um personagem masculino. Será apresentado Tom Parker, o grande amigo de Mary Barton e vocalista dos Parkers.





Nome completo: Thomas Daniel Parker.

Data e local de nascimento: 30/06/1943, em Cork, Irlanda.

Cidade em que reside: Oxford, Inglaterra.

Idade: 21-22 (nos anos de 1964 e 1965, nos quais se passa "See My Way").

Amigos mais próximos: Andy Charlton, Mary Barton e Rob Donner.

Profissão: Vocalista dos Parkers (1964-1969) e psicólogo, formado pela Universidade de Oxford.

Namorada: Lucy Ludwell (1962 em diante - casaram-se em 1967).

Principal canção que escreveu: "Halley Comet".

Características: Tom (ou Tommy, como Mary às vezes o chama) é um rapaz extrovertido e engraçado, que sempre tenta ver o lado bom das situações.
                         Adora ouvir as pessoas e ajudá-las a enfrentar seus medos e problemas, por isso escolheu ser psicólogo. Seu passatempo preferido é ouvir discos de Elvis Presley e Serge Gainsbourg.

Do que Tom mais gosta: Cantar, ouvir discos, aconselhar as pessoas e compor músicas.

Do que Tom menos gosta: Brigas.

Medo: Deixar Mary brava.

terça-feira, 4 de março de 2014

Minhas personagens -> Alice Hicks

   Hoje, é apresentada a vocês a empresária da banda Whereland, Alice Hicks. Ela não aparece em nenhuma das fics já escritas sobre a banda feminina, mas estará na fic Sensation, que eu postarei logo. Ela é representada por uma imagem de uma garota mod que eu encontrei na internet, enquanto pesquisava sobre roupas mod. 





 

Nome completo: Alice Jennifer Hicks. 

Data e local de nascimento: 26/04/1944, em Ipswich, Inglaterra. 

Cidade em que reside: Londres, Inglaterra. 

Idade: 24 (em 1968, ano em que começa "Sensation"). 

Amigas mais próximas: Evelyn Blen, Jayne Greene, Betty Martin e Mary Barton. 

Profissão: Empresária e produtora musical. 

Namorado: Peter Asher (1964-1968). 

Caso: Jimmy Page (1971; 1973; 1979; 1997; 2005). 

Características: Dona de um grande tino comercial, Alice é muito esperta e entende bastante de música. Quando ouviu a Whereland pela primeira vez, decidiu que seria a empresária das moças, e foi isso o que aconteceu. Depois que conseguiu a confiança das integrantes da banda, Alice se tornou uma grande amiga delas. 
                         Ela é uma grande admiradora do movimento mod, e as más línguas até mesmo especulam um envolvimento da empresária da Whereland com Steve Marriot, dos Small Faces, sempre negado por ambos. 

Do que Alice mais gosta: Ir a clubes mods e caçar novos talentos. 

Do que Alice menos gosta: Allen Klein, que roubou dela bandas de futuro promissor, como os Parkers, a ex-banda de Mary Barton. 

Medo: Fogos de artifício. 

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Minhas personagens: Quais os melhores casais?

Inicialmente, meu plano era postar isso ontem, em homenagem ao Valentine's Day. Mas não tive tempo. A ideia é simples. Muitas das minhas personagens tiveram mais de um amor. Eu gostaria de saber quais casais vocês shipam!


                          Quem deveria ser a inspiração dos poemas de Elinor Fitzwilliam?




                                                                   Robert Plant?





                                   
                                                               Ou Graham Nash?




                                               Vocês devem se lembrar de que Lynn Stephens enfrentou um grande dilema....




Ela fez certo ao escolher ficar com seu namorado, Pete Townshend? 


Ou ela deveria ter dado uma chance a Keith Richards? 



Mary Barton teve muita sorte, pois ela namorou não apenas um, mas dois membros do The Who! Com quem ela deveria ter vivido seu conto de fadas? 



O sedutor Roger Daltrey? 



Ou o tímido John Entwistle? 



Mary Anne McCartney também passou muito tempo dividida entre dois grandes amores. 




                  Ela se casou e teve muitos filhos com George Harrison, e foram felizes até a morte dele....


Mas e se ela tivesse se casado com Roger Daltrey? Eles seriam felizes? 



A grande amiga de Mary Anne, Evanna Davies, também se apaixonou intensamente duas vezes. 



Ela deveria não ter dado ouvidos à sua invejosa prima, Jenna, e continuado ao lado de Pete Townshend? 



Ou somente Art Garfunkel poderia fazê-la feliz? 






                E aí? Quais casais são os seus favoritos? Coloquem nos comentários, por favor! Quero saber a opinião de vocês!                                                                                                                    

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Personagens -> Whereland

     A Whereland, banda de rock formada apenas por meninas que ficou famosa por seu rock pesado de tendência lisérgica e pelos turbulentos romances de suas integrantes com os rapazes do The Who, foi criada pela Carol para a fic “Blue, Red And Grey”, e eu usei as personagens nas minhas fics “See My Way” e “Heaven And Hell”. Vou escrever um pouco sobre cada uma das garotas.



Evelyn Blen
         Evelyn Margareth Blen nasceu na cidade de Liverpool, Inglaterra, no dia 9 de março de 1944. Seu pai, Elliot, era advogado, e sua mãe, Wanda, era dona de casa. Além de Evelyn, eles tiveram um filho, Christian. Os pais de Evelyn nunca entenderam sua filha perfeitamente, e ela realmente nunca quis que eles a entendessem. Evy tinha certa dificuldade em fazer amigos; contudo, duas amigas que fez quando criança, Jayne Greene e Mary Barton, foram suas companheiras por toda a vida.
      Quando tinha 22 anos, a guitarrista, acompanhada de Jayne e de outra amiga, Betty Martin, foi para Londres, onde as garotas tentariam conseguir um lugar ao Sol para sua banda. O primeiro álbum da Whereland, homônimo, causou muito estardalhaço na cena musical, tanto por suas músicas de acordes , batidas e vocal rápidos e selvagens, quanto por ser tocado e produzido exclusivamente por mulheres (Alice Hicks, a empresária da banda, era também produtora musical).
     Durante a gravação, as garotas conheceram o The Who, que estava gravando seu segundo álbum, A Quick One, no mesmo estúdio. Pete Townshend e Jayne se apaixonaram, e pouco tempo depois aconteceu o mesmo com Roger Daltrey e Betty.
    No ano seguinte, depois de uma relação de gato e rato, Evelyn acabou por se render aos encantos de Keith Moon. O namoro foi regado a noites de sexo, loucuras, traições recíprocas (há quem diga que o amante de Evelyn era seu amigo Syd Barrett, do Pink Floyd) e muita bebida, terminando em 1970. Pouco depois do término com Moon, Evelyn lançou um álbum solo, chamado Colours. Blen teve a inspiração para o título enquanto pintava sua casa num estilo psicodélico.
     Nos anos 70, ela se reaproximou de sua família, e era frequentemente vista com seu sobrinho Julian, que era como um filho para ela. A líder da Whereland era estéril, o que explica como nunca engravidou de Keith Moon. Também gostava muito de Sue Lee, a filha de Betty Martin e Roger Daltrey.        
      No ano da morte de Keith, 1978, ela compôs uma canção em homenagem a ele, que apareceu pela primeira vez no álbum lançado pela Whereland naquele ano, Welcome Back To Whereland. Em meados da década de 1980, sofreu intensamente com a morte de sua amiga Jayne, o que levou a Whereland a um longo hiato, durante o qual as integrantes se dedicaram a projetos solo.
    O hiato só acabaria nos anos 2000, quando Deborah Entwistle, filha de Mary Barton e John Entwistle, assumiu o baixo. Atualmente, a banda faz shows frequentes, com as três integrantes sobreviventes e ainda com Deborah no baixo.
     Evelyn ocupa a décima quinta posição no ranking da revista Rolling Stone dos "100 Maiores Guitarristas De Todos Os Tempos".
   
 

Jayne Greene
     No dia 25 de junho de 1945, também em Liverpool, nasceu Jayne Marie Greene. Desde muito pequena ela manifestou grande amor pela música. Dividiu essa paixão com suas amigas de infância, Evelyn e Mary.           Jayne sempre teve uma personalidade forte e complexa. Muito sensível, ficou fortemente abalada pela morte de seu noivo, Jerry Eccles, em 1965. E ficou ainda mais abalada quando soube que havia sido traída por seu namorado famoso, Pete Townshend, em 1969.
       Desde então, ela precisou fazer intensos tratamentos psicológicos. E extravasava a raiva que sentia do ex em suas canções. Fingia ter superado o fim, mas não enganava nem a si mesma, nem a ninguém. Era uma baixista com adoração por que fazia, e conquistou o reconhecimento por seu talento ainda em vida. Sabe-se que mantinha estreitas relações de amizade com John Paul Jones e John Entwistle, que era provavelmente o único membro do The Who com quem tinha amizade após o término com Townshend.        
      Também se dedicava à pintura, e até mesmo expôs algumas obras em galerias londrinas. Suas telas tinham forte influência do Expressionismo alemão. Ela dizia que “jogar as tintas na tela e fazê-las ganhar forma é como tentar moldar o que há de mais intrínseco na alma”. Jayne era a única filha do casal Robert e Joanne, um tabelião e uma dona de casa, e sempre foi uma menina introspectiva e de grande sensibilidade artística.
      Sua morte, em 29 de abril de 1985, ainda é cercada de mistério. A versão oficial diz que sua causa mortis foi uma overdose acidental de antidepressivos. Mas há quem especule que a verdadeira causa tenha sido uma overdose proposital.



Betty Martin


   A baterista Elizabeth Joan Martin, filha de Gilbert e Kathleen Martin, um casal de atores de teatro, nasceu no dia 07 de outubro de 1945, também na cidade de Liverpool. É conhecida pela sua delicadeza no modo de agir e "selvageria" no modo de tocar. Ao lado de Keith Moon e John Bonham, é considerada um dos maiores bateristas da década de 1970.
     Seu romance com Roger Daltrey, com quem ainda  mantém uma certa animosidade, foi uma grande inspiração para suas canções, as mais românticas da Whereland. Justamente por causa do vocalista do The Who, teve uma rápida rivalidade com a guitarrista Mary Barton, ex-namorada de Daltrey. Em 1968, Betty, apenas alguns meses após terminar com Roger, deu à luz a filha do casal, Susan Lee Martin, conhecida como Sue Lee, que hoje trabalha como médica e lidera a missão  do projeto "Médicos Sem Fronteiras" em Serra Leoa.
     Durante os anos 1970, e principalmente entre os anos 1980 e 2000, Betty investiu na carreira de atriz. Ao contrário de seu ex-namorado, que atuou em filmes de pouco reconhecimento e cuja atuação é frequentemente questionada, Martin construiu uma sólida carreira cinematográfica e foi premiada com um Oscar e um Globo de Ouro, ambos no ano de 1992.
     Nos dias atuais, Betty concilia as turnês da Whereland com algumas participações esporádicas em filmes, e tem a reputação de uma deusa da bateria e de uma diva do cinema. No entanto, sempre diz: "Não entendo porque falam assim de mim. Não sou Keith Moon, tampouco Elizabeth Taylor".

                                             

Mary Barton

   Mary Catherine Barton, a décima oitava melhor guitarrista de todos os tempos, de acordo com a Rolling Stone, nasceu em Liverpool, em 22 de fevereiro de 1944. Também tem muito respeito e reconhecimento no meio literário, graças às suas obras poéticas, lançadas nos anos 1970 e 1980.
  A guitarrista sofreu nas mãos de Roger Daltrey. Apesar de gostar de Mary, o vocalista não conseguia deixar de traí-la. Embora a infidelidade de Roger fosse quase constante, a moça era paciente e acabava lhe perdoando, pois o amava demais. O casal vivia aos tapas e beijos, e Mary até mesmo engravidou. Porém, perdeu o bebê. Essa criança poderia ter sido a salvação do namoro de seus pais.
   Feminista ao extremo, essa garota de Liverpool sempre fez de tudo para mostrar aos machistas que rock'n'roll também é coisa de mulher. Muito talentosa e romântica, nasceu cercada de música e livros. Seu pai, Edward, era professor na Universidade de Liverpool e saxofonista. Foi ele quem ensinou a filha, violonista e guitarrista autodidata, a tocar instrumentos de sopro. Já a mãe, Catherine, era uma dona de casa que gostava de ler e tocar piano. A sra. Barton ficou feliz ao ver o interesse da pequena Mary pelos livros e pelos estudos, mas decepcionou-se com o fato de a menina se mostrar indiferente ao piano, preferindo um velho violão esquecido no canto da sala de música da família.
    Quando ficou grávida, Mary precisou trancar a faculdade. Contudo, retornou às aulas logo depois que se recuperou do aborto espontâneo. Assim, perdeu apenas cinco meses de aula. Consequentemente, formou-se aos 22 anos (se não tivesse precisado interromper o curso, teria se formado aos 21).
   Mary redescobriu o amor ao conhecer John Entwistle. Eles começaram a namorar em 1967, ano em que entrou para a Whereland, e se separaram em 1969, pois ela acreditou estar sendo traída outra vez, o que não era verdade. Até reatar com o baixista, dois anos depois, ela se envolveu rapidamente com Roger Daltrey, ainda no ano de 1969.
     Nove anos depois de retomar o namoro com John, Mary se casou com ele. Deu à luz uma menina, Deborah, em 1982.

domingo, 29 de setembro de 2013

Minhas personagens: Elinor, Lynn, Mary e Mary Anne (parte 2)

    Agora vou falar um pouco mais detalhadamente das minhas quatro personagens: suas características psicológicas, seus familiares, seus hobbies...


                                                                   Elinor 







   A doce melhor amiga de Jimmy Page tem a literatura como fonte vital. Adora ler e escrever, pois isso acalma a sua mente ansiosa. Antes de conhecer Robert, Lily (apelido que ganhou dele) se considerava uma garota azarada no amor, pois sofreu decepções amorosas duas vezes. A primeira decepção veio de Jimmy, e a segunda veio de Keith Richards. Apesar de ter se desiludido em relação ao guitarrista do Zeppelin, Elinor nunca deixou de ser amiga dele.
       Existe uma lenda na família de Elinor que diz que algumas das antepassadas dela inspiraram a escritora Jane Austen,  sua favorita, a criar algumas de suas personagens. A jovem não sabe se deve acreditar nisso ou não. 
         Antes de ir estudar em Cambridge e depois ir residir em Londres, Elinor viveu na cidade de Epsom, com seus pais, Edmund e Helen, que a influenciaram no amor pela leitura, e sua irmã mais nova, Fanny. Na capital, mora em um pequeno apartamento próximo de Kensigton Gardens com seu gatinho Shakespeare, que veremos nos próximos capítulos de "Heartbreaker". Ela é um pouco insegura e muito amorosa. 


                                                                       Lynn 




      Meiga e tímida, a amada de Pete Townshend e Keith Richards prefere ler a qualquer outra coisa. Ela é uma boa amiga e tem um medo horrível de magoar as pessoas que conhece. Apesar disso, sabe muito bem o que quer. A maior prova disso foi ter aceitado se casar com Pete no mesmo instante em que ele fez o pedido, mesmo tendo apenas 18 anos. 
      Nascida na capital inglesa, cresceu numa casa abarrotada de livros, nos arredores de Shepherd's Bush. 
Filha de Henry e Judith Stephens e irmã de Michael Stephens, é independente e, quando necessário, corajosa. 
        Sua banda favorita é, evidentemente, o The Who. Porém, ela também gosta muito dos Rolling Stones, fato que fez Keith Richards acreditar que teria chances com ela. Além de escrever e ler, Lynn também gosta de passear em parques nas suas horas livres. 


                                                                        Mary 








               A guitarrista sofreu nas mãos de Roger Daltrey. Apesar de gostar de Mary, o vocalista não conseguia deixar de traí-la. Embora a infidelidade de Roger fosse quase constante, a moça era paciente e acabava lhe perdoando, pois o amava demais. 
               O casal vivia aos tapas e beijos, e Mary até mesmo engravidou. Porém, perdeu o bebê. Essa criança poderia ter sido a salvação do namoro de seus pais. 
               Feminista ao extremo, essa garota de Liverpool faz de tudo para mostrar aos machistas que rock'n'roll também é coisa de mulher. Muito talentosa e romântica, nasceu cercada de música e livros. 
                Seu pai, Edward, era professor na Universidade de Liverpool e saxofonista. Foi ele quem ensinou a filha, violonista e guitarrista autodidata, a tocar instrumentos de sopro. Já a mãe, Catherine, era uma dona de casa que gostava de ler e tocar piano. 
                 A sra. Barton ficou feliz ao ver o interesse da pequena Mary pelos livros e pelos estudos, mas decepcionou-se com o fato de a menina se mostrar indiferente ao piano, preferindo um velho violão esquecido no canto da sala de música da família. 
                  Quando ficou grávida, Mary precisou trancar a faculdade. Contudo, retornou às aulas logo depois que se recuperou do aborto espontâneo. Assim, perdeu apenas cinco meses de aula. Consequentemente, formou-se aos 22 anos (se não tivesse precisado interromper o curso, teria se formado aos 21). 
                 Mary redescobriu o amor ao conhecer John Entwistle. Eles começaram a namorar em 1967, e se separaram em 1969, pois ela acreditou estar sendo traída outra vez, o que não era verdade. Até reatar com o baixista, dois anos depois, ela se envolveu rapidamente com Roger Daltrey, ainda no ano de 1969. 
                 Nove anos depois de retomar o namoro com John, Mary se casou com ele. Deu à luz uma menina, Deborah, em 1982. 


                                                                Mary Anne 






            Muito delicada, a jornalista é a irmã mais nova de Paul McCartney. Superprotegida pelo irmão, que divide o apartamento com ela, Mary Anne vive às voltas com seu coração, dividida entre George Harrison e Roger Daltrey. 
           Bastante curiosa, gosta de investigar a fundo as notícias que deve divulgar, a fim de redigir o melhor texto possível. Para escrever suas reportagens, usa uma máquina de escrever que ganhou da mãe, Mary, que faleceu quando a garota tinha 12 anos. 
            Passou sua adolescência sendo a única mulher entre três homens: seu pai, Jim, e seus dois irmãos, Paul e Mike. Além de ler, passa suas horas livres escrevendo poemas, andando de bicicleta e fotografando as pessoas de que mais gosta: seu pai, seus irmãos, sua melhor amiga, Evanna, e... Seus amados. 

sábado, 28 de setembro de 2013

Minhas personagens -> Mary Barton

Agora, a protagonista de "See My Way" e "Heaven And Hell", Mary Barton! Quem a criou foi a Carol, para a fic "Blue, Red and Grey", mas quem se encarregou de desenvolvê-la fui eu.







Nome completo: Mary Catherine Barton.

Data e local de nascimento: 22/02/1944, em Liverpool, Inglaterra.

Cidade em que reside: Oxford (1964-1966); Londres (1967 em diante).

Idade: 20-21 em "See My Way" (1964-1965); 23 em "Blue, Red And Grey" e "Heaven And Hell" (1967).

Amigas mais próximas/colegas de banda e empresária (Whereland): Evelyn Blen, Jayne Greene, Betty Martin e Alice Hicks.

Ex-colegas de banda (The Parkers): Tom Parker, Andy Charlton e Rob Donner.

Amigas da faculdade (com quem dividiu apartamento): Michelle Marston e Sarah Price.

Profissão: Guitarrista dos Parkers de 1964 a 1965 e da Whereland de 1967 em diante. Lançou alguns livros de poemas nas décadas de 1970 e 1980. Formada em Literatura pela Universidade de Oxford.

Namorados: Roger Daltrey (1964-1965) e John Entwistle (1967-1971; 1973-1979).

Casos: Roger Daltrey (1969).

Admiradores: Andy Charlton (1964-1965) e George Harrison (1967).

Marido: John Entwistle (1980-2002).

Filha: Deborah Christine Entwistle, nascida em 1982.

Canções que inspirou: "So Sad About Us", "See My Way", "My Wife" - The Who.

Características: Pode-se dizer que os opostos se atraem, mas Mary Barton com certeza conquistou Roger Daltrey por ser tão pavio curto quanto ele. Apesar disso, ela é tímida e doce.
                        Mary sempre gostou de estudar e ler, e se dedica com muito afinco ao que faz, seja compor uma nova música, lutar pelos direitos da mulher.... Ou reconquistar o homem que ama.
                        "Srta. Barton", como é chamada por seu marido John Entwistle, é uma feminista de carteirinha, e fica furiosa quando ouve alguma afirmação machista. Ela passou essa característica para sua filha Debbie.

  Do que Mary mais gosta: Compor músicas, ler, tocar guitarra e lutar pelos direitos femininos.

 Do que Mary menos gosta: Machismo.

  Medo: Ser traída.

domingo, 22 de setembro de 2013

See My Way - Capítulo 9 (Epílogo, 1967)

Quando minha amiga Evelyn, após ter ouvido o compacto dos Parkers, me convidou para substituí-la como guitarrista da Whereland enquanto ela estivesse com o braço engessado, eu aceitei sem hesitar.
Desde que precisei sair dos Parkers, por ter ficado grávida, eu nunca mais participei de uma banda como membro fixo. Assim como Jimmy Page, que atualmente toca nos Yardbirds, eu era uma das guitarristas de estúdio mais requisitadas de Londres.
No primeiro dia em que ensaiei com as garotas, eu estava contente. Era ótimo tocar com Evy e Dani, como nos velhos tempos... E Belle parecia ser legal.
Depois que Evy deu o ensaio por encerrado, eu fiquei conversando com ela por mais alguns minutos, até que a secretária anunciou que alguém desejava falar com Evy. Ela saiu, me deixando sozinha. Terminei de arrumar minhas coisas e saí.
Logo, eu ouvi uma voz conhecida. Era ele. Roger pode ter sido um pilantra comigo, mas eu nunca consegui esquecer aquele maldito por completo.

– Oi, Roger...
– Mary? O que faz aqui?
– Minha amiga me contratou para tocar guitarra na banda dela, ela quebrou o braço e não pode tocar por um mês...
– Você conhece a.... Evelyn, acho que é esse o nome dela...
– Sim, é a minha amiga de infância.
– Ah sim... Mas como você está?
– Com saudades. – achei melhor resumir. Ele nunca teve muita paciência para me ouvir mesmo...
– Desculpa, Mary... Eu estou interessado em outra garota agora.

Como assim? Quem era aquela vadia? Tratei de pegar de volta o que era meu:

– Volta comigo, por favor... Não faz ideia de como eu sinto sua falta... – eu toquei no rosto dele e alisei seus cabelos.
– Não sei...

Ouvi uma voz feminina, exclamando:

– ROGER! O que é isso?

Era a Belle. De repente, ela não era mais tão legal. Qualquer uma que chegue perto do meu Roger não é nada legal.

         – Um casal voltando, não está vendo? – respondi, enquanto Roger tentava se soltar de mim.

– Mary... Vamos lá fora, para conversar. – ela bufava de raiva.
– Belle, não é isso que você está pensando. – o safado tentava se explicar. Como sempre, ele não conseguiu.
– Não importa, mas fica aí. É uma ordem. – ela olhou para ele, louca da vida.

Fomos até o lado de fora. Espumando de fúria, Belle me perguntou:

– Então, o que há entre você e o Roger?
– Ele é meu ex. – respondi, sem nenhuma timidez. – Mas eu ainda o quero, por que quer saber?
– Desculpe, mas a fila andou...
– Como assim?
– O Roger quer a mim agora, foi mal... Perdeu sua chance.
– Haha, ele não resiste a mim.
– Ora, sua... – Belle deu um soco em meu rosto.
– Então você quer briga? Pois briga você terá! – eu exclamei.

Logo, eu e Belle começamos a trocar tapas, chutes e puxões de cabelo. Roger apareceu para nos apartar:


– Belle! Mary! Parem com isso!

– Não me impeça, Roger! – Belle gritou.
– Basta desta briga ridícula! – eu rosnei. – Vou para casa.
– Espera aí, Mary! – Roger falou, num tom que aparentava preocupação.
– O quê? Está mais preocupado com ela? Ah, Roger Daltrey, seu canalha... Eu vou para casa também, sozinha! – Belle também parecia muito irritada.

Pensei que Roger iria me seguir. Porém, ele não fez isso. Duas semanas depois, eu ainda estava muito nervosa com tudo aquilo. Fui ao estúdio para tocar e relaxar. Tudo estava muito bem, até que ela apareceu.


– Mary? O que está fazendo aqui? Ninguém marcou ensaio para hoje.

– Vim tocar um pouco, se importa?
– Me importo, sim. Você nem faz parte da banda, é só uma música paga.
– Como se só vocês usassem esse estúdio.
– Mas você vai gravar algo?
– Não...
– Então não tem motivo para estar aqui.
– Ah, e por que se importa? Tá toda puta da vida porque eu vou pegar de volta o que me pertence, né?
– O Roger? Se ele te pertencesse mesmo não teriam terminado...
– Ora, sua....

Joguei dois cabos de amplificador nela. Em resposta, ela atirou um prato de bateria. Por sorte, consegui me desviar. Destruímos o estúdio inteiro.

Eu não estava disposta a desistir do meu amor. Fui atrás dele pela última vez. Encontrei-o conversando com Ox:

– Roger? Será que podemos conversar lá fora, sozinhos?

– Tudo bem...
John consentiu que Roger saísse. Ele apagou o cigarro que estava fumando, saiu do estúdio e me perguntou, levemente impaciente:

– O que é?

– Por favor, volta pra mim... – eu o abracei, da mesma forma que eu costumava fazer quando éramos namorados. – Não faz ideia de como sinto sua falta...

Ele tocou meu queixo levemente. Por um momento, pensei que ele me beijaria, mas disse, de forma delicada:


– Desculpe, Mary... Você pode me amar ainda, mas eu não... Não como antes.


Lágrimas começaram a rolar por meu rosto. Aquilo não podia estar acontecendo, não podia. Ele se soltou de mim.


– Não faça isso! – comecei a soluçar.

– Desculpe... Mas acho que nós dois sabemos que é hora de conhecermos novas pessoas.
– Elas não importam! – gritei, entre prantos. – O que eu quero é você!
– Mas eu não quero você. – ele disse.

Soou para mim como uma sentença de morte. Sem olhar para mim, ele foi embora. Resisti ao impulso de ir atrás dele. Corri para o banheiro feminino. Não havia ninguém.

Chorei como uma condenada, até que ouvi uma voz masculina, vinda do lado de fora, chamando:

– Olá?

– O que é? – perguntei.
– Eu ouvi você chorando lá do estúdio onde eu estava. Fiquei intrigado com o que aconteceu.

Saí da cabine, abri a porta do banheiro e respondi, secando uma lágrima:

– Não é nada demais... – então eu vi quem era. Era John. Havia quanto tempo eu não via aquele cara?
– Espera, você não é a ex do Roger?
– Sou... Por mais estúpido que seja, estou chorando por causa dele.
– Eu tenho umas vagas lembranças de você... Mas ele quase nunca te levava para coisas relacionadas com a banda, e nem sequer chegamos a conversar direito... Seu nome é Mary, certo?
– É sim.
– Bom, Mary... Não fique assim por causa do Roger. Você é uma moça bonita, tenho certeza de que vai achar alguém logo!
– Não tão rápido... As garotas caem matando nele, já no meu caso é complicado alguém se interessar tão fácil.
– Vai saber..
Começamos a conversar sobre outras coisas. Ele me contou que gostava de desenhar, e eu contei que adorava ler e escrever, de preferência poesias.
Estava tão obcecada por Roger que havia me esquecido de que existiam outros carinhas bonitos e interessantes no mundo. John me parecia ser um deles. 

See My Way - Capítulo 8

Roger ficou quieto por uns instantes, até que disse:
– Grávida? Você tem certeza?
– Tenho. Certeza absoluta. Você terminou de ferrar com a minha vida.
– Mary, não fale assim. É o nosso filho.
– Que eu vou ter que criar sozinha.
– Não! Eu vou dar do bom e do melhor para esta criança!
– Você sabe que vamos ter que nos casar, não sabe?
– Sei.
– Então vamos pôr tudo em pratos limpos. Você é um imprestável, mas eu amo você, Roger.
– Eu sei que agi mal..... Mas eu te amo, Mary! Me perdoa?
– Não sei se devo.
– Eu prometo que vou tentar melhorar.
– Você não vai tentar. Vai melhorar de verdade. Ou eu te mato.
– Não precisa ficar nervosa...
Aproximando-se de Mary, ele a beijou, segurando seu queixo com uma mão. Com a outra, acariciava o ventre dela. Mary não podia acreditar naquela mudança de comportamento.

– Ei Andy, me dê um dó! – Tom pediu, enquanto cutucava o microfone.
O baixista tentou atender o pedido, mas a corda do baixo se rompera quando tentara tocar.
– Que merda... – Andy falou, tocando a mão na própria testa. - É por esse e mil motivos que precisamos de um contrato. Estes instrumentos são péssimos, precisamos de algo de qualidade!
– Calma, Andy Boy... – Rob falou, sentando no chão, ao lado da cadeira onde o colega estava. – Quando ficarmos famosos, você não poderá só comprar um baixo melhor, mas uma loja inteira! Seremos podres de ricos, e com as garotas se jogando aos nossos pés!
– Melhores que os Beatles? – Tom provocou, risonho.
– Melhores que os Beatles. – O baterista afirmou, dando um tapinha nas costas de Andy.
– Bom, uma loja de baixos é tentadora, assim como as garotas aos nossos pés... – Andy falou, dedilhando de leve as cordas restantes. – Mas nenhuma delas é a Mary.
– Ah Andy, você deve esquecê-la! Se ela quer quebrar a cara com o galinha daquele vocalista do The Who, deixa! Assim ela aprende!
– É complicado Tom, muito complicado... Mas eu já esqueci. Lembra a Samantha, a garota com quem tive uma conversinha no pub onde tocamos? Estamos saindo juntos.
– É assim que se fala, Andy Boy!
Enquanto isso, Mary se aproximava do lugar aonde os Parkers ensaiavam, tensa sobre a notícia que daria. E não pôde deixar de ouvir a conversa.
– Oi, rapazes... – Ela falou tímida, levemente aflita.
– Mary! – Andy pulou da cadeira, e ela notava seu nervosismo de longe. – Por que está com essa cara? O Roger te traiu de novo?
– Não Andy... Muito pelo contrário. Mas vim avisar que estou deixando os Parkers.
– COMO ASSIM? – Tom quase teve um ataque cardíaco. – Por quê? Mary, você é muito boa, não jogue seu futuro fora!
– Não é tão simples, Tommy...
– Não dê ouvidos ao Roger, nem ao menos aos caras machistas que já te desafiaram! Você derrota todos eles com um braço amarrado nas costas!
– Tom, você não está entendendo...
– Como não?! É tão simples, se você pudesse perceber... Geraremos polêmica, mas isso dá mais ibope! A juventude adora ser diferente.
– EU ESTOU GRÁVIDA DO ROGER!
No mesmo momento todos ficaram pasmos, em silêncio profundo.
– Mary.... Isso é sério? – Andy perguntou, sem acreditar.
– É sim... Eu estou tão confusa, rapazes... Vou ter que ser uma mulher como outra qualquer, cuidando da casa, do marido e do filho... Que merda de futuro... – Mary derramou algumas lágrimas.
– Bom... Se você chamar a gente para a cerimônia, ficaremos contentes. – Tom tentou animá-la.
– Você vai ser uma ótima mãe, Mary. – Rob falou. A garota cuidava de seus amigos de uma forma quase maternal.
– Obrigada pelo apoio... O maior problema vai ser a porcaria de pai que meu filho vai ter.
– Talvez ele melhore. – disse Tom. – Mas você pode voltar depois que o bebê nascer.
– Impossível... Uma mulher numa banda já é complicado, imagine então uma mulher casada e com um filho!
– Você é a melhor guitarrista de Oxford, Mary. – disse Andy.
– Obrigada, cara.
– Vai ser difícil achar alguém à altura.... – Rob observou.
– Bom... Boa sorte.
No dia seguinte, Tom, Andy e Rob foram ao escritório de Tyler Bennett.
– Onde está a Srta. Barton? – Bennett quis saber.
– Ela... Teve uns probleminhas pessoais e precisou sair da banda. – explicou Tom.
– Bem, melhor assim. Uma mulher na banda iria trazer polêmicas demais. Sr. Parker, Sr. Charlton e Sr. Donner, assinem aqui, por favor. – Tyler indicou as linhas onde eles deveriam assinar.
Os amigos de Mary hesitaram por um momento. Assinaram, por fim. Bennett contratou, apenas dois dias depois, um jovem guitarrista, chamado Brad, para substituir Mary. Ele não era tão bom quanto ela, mas Tom, Andy e Rob acharam melhor não discutir.
Roger parecia estar se esforçando para ser um namorado melhor para Mary. Ela não sabia se devia ficar contente por isso, ou se chorava devido ao fato de ter precisado jogar fora seus dois sonhos: o de fazer sucesso com sua banda e o de se formar pela Universidade de Oxford. Um dia, Roger apareceu e disse:
– Mary, eu preciso falar uma coisa de que você não vai gostar.
– Quem foi a quenga dessa vez?
– Nada disso... Seus amiguinhos lançaram um single... Com uma música que você escreveu.
– Sério??? Safados! Claro que eu não vou receber um xelim por essa porra... – ela resmungou.
Alguns dias depois, Mary começou a sentir algumas dores fortes no ventre. Roger, por incrível que pareça, ficou preocupado.
Ela foi internada, ficando no hospital por cerca de três dias, até que um médico procurou Roger, num momento em que Mary dormia no quarto:
– Sr. Daltrey, tenho uma má notícia.
– Que má notícia? A Mary está bem?
– Ela está debilitada... Fizemos o que pudemos para salvar o filho de vocês... Infelizmente não foi possível. Lamento muito.
– Oh, bem.... Obrigado por tudo, mesmo assim.
Dois dias depois, ela voltou para casa. Roger disse que tinha que mostrar algo a ela. Ela ficou intrigada.
– Olhe só. – ele mostrou algumas roupinhas e brinquedos.
– Oh, Roger! Que fofo!
– Você pode ver que sim, eu melhorei um pouco, não?
– Sim... Obrigada. – Ela o abraçou.
Por uma semana, eles pareceram estar se ajeitando... Até que ela viu uma mancha de batom numa camisa dele. De uma cor que ela jamais usaria. Foi o bastante para Mary.
Ela voltou a morar com as amigas, enquanto o single dos Parkers, Always With You, perdia o quinto lugar na parada da NME para Jeanie Liar, de uma banda nova, chamada Whereland.
No entanto, ela recebeu uma carta dos ex-colegas, explicando que o single era uma forma de homenageá-la, e dizendo que eles iriam depositar todo o dinheiro ganho com o single na conta dela.
Ela estava grata. Sabia que era hora de seguir em frente. Roger e o restante do The Who voltaram a Londres.
Mary demoraria um pouco para esquecê-lo....