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domingo, 27 de março de 2016

Oneshot: Enchanted - Out Of The Woods (What If - Modern Vampires of The City) - Parte XV

Boa tarde! Hoje teremos mais uma parte de Enchanted. Teremos a separação de um casal adorado por todos... Boa leitura!




                 

     Mike e Alberta, dominados por aquele feitiço, beijavam-se vorazmente. Pareciam ter se esquecido da existência de Alana e Ringo. Ele sussurrou no ouvido dela, sensualmente:




- Como nunca percebi o quanto você é linda, Alberta?

- E como eu consegui ser tão tímida durante todo esse tempo, Mike? – ela o acariciava, provocante.

- Não sei. – ele respondeu, carregando-a nos braços até o quarto em que dormia com Alana. Naquela noite, ela havia ficado com Erin em outro quarto. Jason dormia profundamente num quarto que o conde Beckenbauer havia providenciado para as crianças maiores. Assim, o quarto era todo de Mike e Alberta.

                       

                   

        O lobo deitou Alberta na cama e passou a despi-la. A loba fez o mesmo com Nez. Uma vez nus, os dois entregaram-se àquele súbito desejo louco. Seus uivos foram ouvidos, contudo, alguns julgaram ser o próprio Mike, porém com Alana; outros acreditavam se tratar de Mary Anne McCartney com seu marido George Harrison, ou Rosie Donovan e George Best. Ninguém imaginava o que de fato acontecia, e, na floresta, Phyllis, Parsons e Hillman observavam tudo pela bola de cristal da maga.



- Pode comemorar, Hillman. – Phyllis sorria para o lobo americano.  – Amanhã mesmo você vai partir para os Estados Unidos com a sua querida lobinha. Ela é desprezível, não sei o que você e Mike veem nela.

- Não ouse falar de Alana assim! – Chris retrucou.

- Está bem, está bem, perdoe-me. Mas, pelo amor de Deus, leve o filhote também. Não quero que Mike fique preso por aquele menino.

- Alana não vai se separar dele. – disse Gram. – Por mais que o lobinho lembre o pai, é visível que ela o ama demais.

- Pois bem, livrem-se do moleque! – Phyllis exclamou, irritada. – Eu só preciso garantir que Mike não vá querer recuperar a esposa... E muito menos reconquistar Alice Stone!



              


    Na manhã seguinte, Alana e Erin levantaram-se e foram buscar seus filhos no quarto em que as crianças estavam. Allie viu que Jason brincava de luta com Dhani Harrison, um dos filhos sobreviventes de Mary Anne e George, os dois meninos transformados em pequenos lobos.



- Seu pai vai ficar orgulhoso ao ver que você está se tornando um lobo forte e corajoso, Jason. – Alana sorriu para seu filho. – Vamos acordá-lo?

- Vamos, mamãe. – o lobinho sorriu.


        

     A mãe e seu filho foram até o quarto da família Nesmith. Contudo, ao abrir a porta, Alana deparou-se com uma cena muito desagradável.




- MIKE! O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? – o grito indignado dela ao ver o marido deitado ao lado de Alberta despertou todos.

- A... Alana? – Nez acordou, sobressaltado. – O quê... ALBERTA! O que está fazendo deitada aqui?

- Eu não faço ideia! – respondeu a loba loira, os olhos verdes enormes de espanto, e tentando cobrir o corpo nu, as faces cor de carmim.

- EU É QUE FAÇO AS PERGUNTAS AQUI! – Alana gritou.

- Mãe... – Jason ia perguntar o que estava havendo.

- SAI DAQUI, JASON! EU ESTOU MUITO BRAVA COM O SEU PAI!

             

     O lobinho saiu correndo, assustado. A essa altura, a maioria dos adultos tinha se aglomerado no corredor, e havia burburinho. Ringo abriu caminho entre os outros, e ao ver a noiva daquele jeito, chorou de raiva e decepção.




- ALBERTA! EU PENSEI QUE VOCÊ ME AMASSE! – o lobo estava indignado.

- Ringo! Por favor, me escute... Eu não sei o que aconteceu... Não sei mesmo...

- Nem eu nem o Ringo vamos acreditar nesse papo furado! – Alana esbravejou. – Sai daqui, sua vadia!

                

        Ela pegou a loba maior pelo braço e jogou-a para o outro lado do quarto. Alberta foi parar aos pés de Ringo, contudo, ele não a socorreu.


- E quanto a você... – a loba olhava com raiva para o marido. – Eu não sei como acreditei que seu amor fosse sincero! Que você realmente sentisse um imprinting por mim! Como fui otária, meu Deus!

                   

          
           As garras de Alana despontaram e ela deu um tapa no marido que deixou o rosto dele arranhado.




- Alana, eu juro que não sei o que aconteceu! Não me lembro de nada!

- MENTIROSO! TRAIDOR! – ela gritava, descontrolada. – SABE QUAL É A DIFERENÇA ENTRE VOCÊ E O GERD?  É QUE ELE ADMITIU QUE TRAIU A LOUISE COM A ALICE! VOCÊ ALEGA QUE NÃO SE LEMBRA, ENQUANTO EU VI VOCÊ DEITADO NESSA CAMA, COM A MALDITA AO SEU LADO! E TENHO VÁRIAS TESTEMUNHAS AQUI! DE RESTO, VOCÊS SÃO IGUAIS! SEM VERGONHA E INFIÉIS!

- A última coisa de que pode me acusar é de ser como aquele alemão maldito! – Nez gritou.

- Você condenou tanto o Gerd por ter traído aquela vampirinha, não é? Aquela vampirinha tão importante para você, uma das com quem você se refestelou! E por fazer a Alice sofrer! A sua tão amada Alice! Sabe, acho que se você me traísse com ela, eu até poderia te perdoar! Mas não! Foi com a Alberta! VOCÊS NÃO TÊM UM MÍNIMO DE VERGONHA NA CARA?!

- Por que não acredita em mim, Allie? Eu seria incapaz de trair você, mesmo que com a Alice!

- Eu não quero ouvir mais nada! Eu vou embora para os Estados Unidos com Hillman e Parsons! E vou levar Jason junto!

- NÃO! – Mike bradou, em desespero. – Minha lobinha, eu te amo! Não vou poder continuar sem você! E amo nosso filho mais do que tudo!

- Se ama tanto Jason e eu, deveria ter pensado em nós antes de ser canalha!

               


   A essa altura, todos já haviam debandado do corredor, divididos. Alguns culpavam Mike e Alberta. Outros estavam duvidosos. E alguns poucos acreditavam que apenas Mike fosse culpado. Entre os duvidosos, estavam os próprios Micky, Davy e Peter, além de suas esposas.




- Não posso acreditar que Mike fez uma coisa dessas. Ele sempre foi tão correto. – Micky estava chocado.

- Pelos deuses de Asgard... – Peter murmurava. – Parece até um tipo de feitiçaria...

- Acha que pode ser? – Dianna indagou.

- Difícil dizer. – o mago respondeu. – Se for...  É coisa da Phyllis.

- Quem é Phyllis? – Erin, Dianna e Emma indagaram.

- Uma namorada que o Mike teve antes de virmos para a Alemanha. – explicou Davy. – Ela era uma bruxa. Mas acha mesmo que ela ainda não superou o fim da relação, Peter?

- Não sei. Sinceramente não sei.

- Eu não quero que Allie vá embora... – Erin chorou. Peter abraçou-a e limpou o rosto dela.

- Eu sei, querida. – Peter disse. – Mas ela precisa ficar um pouco sozinha para afogar as mágoas. Mas acho que você deveria ir atrás dela, conversar um pouco.

- Sim. – Erin limpou o rosto e fungou. – Eu vou.


                  

    Erin encontrou a amada saindo do quarto, carregando bagagem numa mão e segurando Jason com a outra. Mike corria atrás da esposa para impedi-la.




- ALANA, NÃO VÁ! – exclamaram os dois, ao mesmo tempo.

- Mike, nada do que me disser vai me fazer mudar de ideia! – ela rosnou. – E Erin, eu sei que te prometi que não iria embora... Mas é preciso.

- Por favor, minha amada, como vou ficar sem você? – Erin implorou.

- Você tem o Peter. – Alana afagou o rosto de Erin. – Eu venho te visitar e você também pode vir me ver.

- Só o Peter não me basta! – Erin exclamou.

- Desculpa.  Desculpa mesmo, minha flor. – Alana suspirou, triste, e caminhou até os portões, Mike e Erin ainda em seu encalço.

- Allie... – Mike tentou uma última vez.

- ATÉ NUNCA MAIS, ROBERT MICHAEL NESMITH! – ela gritou.

- Mamãe, por que vamos embora? – Jason indagava.

- Um dia você vai entender, meu filho. – Alana respondeu. Deu um beijo envolvente em Erin e bateu os portões do castelo Beckenbauer atrás de si.

- Mike... Eu não sei se você está mesmo falando a verdade, mas se você realmente for culpado, eu nunca vou te perdoar pela partida da Alana! – exclamou Erin, furiosa.

- Erin, eu juro, não sei como aquilo aconteceu. Não sei mesmo!

- Acho bom. – a humana resmungou, voltando para dentro. Seu coração estava partido.

                  



  Mike estava tão nervoso que descontou socando as paredes de pedra e arranhando a madeira da porta com as garras. Começou a uivar angustiado, como na época em que estava sofrendo de amor por Alice. Ouviu uma voz debochada dizer:



- Ora, ora, quem é o sacripanta agora?


                          



        Era Gerd. Mike voltou-se para ele, mostrando as presas e rosnando.






- COMO SE ATREVE A ME COMPARAR A VOCÊ, SEU CHUCRUTE?

- Me atrevo? – Gerd ria com escárnio. – Você fez exatamente o mesmo que eu.

- Não fiz! Não dormi com Alberta! Não me lembro de nada!

- Isso é só uma história que você inventou para se defender! Ao menos eu admito meu erro, lobo! E tenho um aviso para você: fique longe de Mein Himmel!

- Não ouse chamar Alice de Mein Himmel! Você a fez sofrer! E se eu quiser ficar com ela, não será você que vai me impedir, Müller!

- É o que vamos ver, Nesmith. – Gerd sorriu irônico.
                          



     

          

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Fanny's Autumn Almanac - Capítulo 12

 Boa noite! Hoje temos mais um capítulo de Fanny's Autumn Almanac. O capítulo de hoje está cheio de referências às fics Mary Anne With The Shaky Hands e Sunny Girlfriend. Quem as leu vai entender ;)




               Ray e eu nos tornamos namorados. Bob voltou a repetir que se Ray me fizesse mal ele teria seu crânio rachado. Uma das primeiras providências que tomei foi pedir transferência da Universidade de Cambridge para a de Londres, e me mudar definitivamente para o quarto do hotel em que eu estava hospedada. Tudo isso para ficar perto de Ray. Eu não iria permitir que a distância destruísse mais um relacionamento meu.
           Mais ou menos uma semana depois que fixei residência em Londres, os Monkees vieram fazer uma apresentação. Quase enlouqueci, e decidi que precisava ir. Ray tinha um show no mesmo dia e horário. Então enchi o saco de Bob para que me acompanhasse. Ele concordou.
            Depois do show, decidimos procurar os Monkees no camarim. Micky Dolenz estava acompanhado de sua namorada, uma jovem chamada Suzan Hardison. Davy Jones e Peter Tork estavam desacompanhados, e, não sei por quê, tive a impressão de que estavam brigados. E Mike Nesmith estava com sua namorada, Alice Stone. Bob ficou olhando o tempo todo para essa moça, totalmente encantado. Eu nunca o tinha visto tão abobalhado assim, especialmente diante de uma mulher.
             No dia seguinte, depois da aula na faculdade, fiquei vendo Bob escrever novas músicas. Vi que ele apagava e reescrevia tanto que a folha do caderno estava rasgando.

- Sobre o que está escrevendo, Bob?
- Estou assumindo o papel de um cara que vê a garota que ama namorando outro homem. – respondeu ele.
- Você não precisa assumir o papel, Bob.
- Como não? – seus olhos se arregalaram.
- Pensa que sou boba? Notei que você se encantou pela namorada do Mike Nesmith.
- Você está vendo coisas, Frances.
- E você não admite que não tem coração de pedra, Robert. – eu ri.

            Mais tarde, ele perguntou:

- Tem algum compromisso mais tarde?
- Nenhum.
- Não vai sair com Ray?
- Não.
- Bem, então quer ir comigo ao estúdio?
- Você sabe muito bem que adoro acompanhar seus ensaios e gravações, Bob.

              E lá fomos nós ao estúdio. Bob e a English Band, como vínhamos chamando o grupo de músicos de apoio, gravaram cerca de três músicas, quando uma secretária adentrou a sala e disse:

- Sr. Dylan, os Byrds gostariam de vê-lo. Se não for inoportuno.
- Mande-os entrar, srta. Taylor, por favor. – pediu Bob.
- Os Byrds? – Alana olhou para mim, um pouco nervosa.

                  Vi que minha nova amiga suava e tamborilava os dedos em seu baixo. Acho que no lugar dela eu também ficaria extremamente nervosa.
                   A banda entrou. Com eles, estavam duas loiras. Uma delas eu nunca tinha visto na vida. Mas a outra eu tinha o desprazer de conhecer muito bem: Kathy.

- Alana! – Chris Hillman exclamou, surpreso.
- Chris... – ela ficou paralisada.
- Ora, ora, mas quem vejo? – perguntou Kathy, toda irônica. – Bob Dylan, Fanny Fitzwilliam e Alana Watson.
- Kathy, que desgosto vê-la. – rosnei. Bob largou sua guitarra e veio para perto de mim, a fim de evitar que eu fizesse alguma besteira.
- O meu desgosto é ainda maior. – disse Alana, ainda mais brava do que eu. – Você é uma ladra, Giordano! Eu sei que não aprontou só comigo!
- Refere-se a Paul Simon, Alana? Ele foi traído. Não é mesmo, Fanny? – Kathy me deu um sorrisinho.
- Só se foi por você, sua cobra peçonhenta! – exclamei. – Nojenta!

              Bob precisou me segurar com muita força para que eu não avançasse nela. Kathy me ignorou, e continuou se dirigindo a Alana.

- E quanto a seu ex-namorado... Ele me escolheu, não é verdade, Chris? – Kathy afagou-o.
- Eu não aguento mais ouvir você e suas mentiras! Víbora maldita! Lobo em pele de cordeiro! – Alana poderia dar uma surra merecida em Kathy, mas Chris se colocou entre elas.

                     Os outros Byrds, os outros músicos de estúdio de Bob e a outra loira estavam espantadíssimos com aquela cena.

- Deixe-me ir lá e dar um belo soco naquela megera, Bob. – eu disse em tom extremamente baixo.
- Nem pense nisso, Fanny. – ele me disse.

                     A tensão pairava sobre todos nós. Percebiam-se as faíscas saltarem de meus olhos e dos de Alana em direção a Kathy, e os dela faiscarem em nossa direção. Bob e Hillman sabiam que até eles poderiam se dar mal se continuassem no meio do fogo cruzado.
- Meninas, que tal vocês esquecerem isso e fazerem as pazes? – perguntou um Byrd, que reconheci como David Crosby.

                   A outra loira deu-lhe um beliscão.

- Ai! Emma! – ele reclamou.
- David, a situação é complicada demais para resolver assim! Eu acho melhor irmos todos embora.
- Tem toda a razão, Emma. – concordou Chris. – Venha, Kathy.
- Eu vou acertar as contas com você, Alana Watson! – a ítalo-americana mais maléfica de todas exclamou. – E com você também, Fanny Fitzwilliam!
- Isso se não dermos um jeito em você antes! – exclamamos Alana e eu.

                Bob, Edward e Harry ficaram nos olhando, surpresos.

- Jamais imaginei que você poderia se enfurecer daquele jeito, Fanny. – disse Bob.
- Só não meti um tapa na carinha de falsa santa da Kathy porque você não deixou. – respondi.
- Harry e eu também estamos surpresos com você, Alana. Trabalhamos juntos há anos e nunca vimos você assim. – disse Edward.
- Nem mesmo quando perdemos aquele seu single do Elvis. – disse Harry.
- “Aquele single” era nada mais, nada menos que Heartbreak Hotel, Harry! Mas vocês não fizeram aquilo de propósito. Ao contrário daquela vadia.

                Alguns dias depois desse incidente, Ray me chamou para jantar com ele, seu irmão Dave e suas primas Evanna e Jenna. Eu gostei de Dave desde o dia da entrevista com os Kinks, em que ele tinha galanteado Fefe. Evanna, carinhosamente chamada de Evie por Ray e Dave, era uma garota muito fofa, e quando olhei para suas mãos notei que ela usava uma aliança de noivado.
               Porém, tive antipatia por Jenna no ato. Ela tinha um ar muito arrogante.

- O que você faz da vida, Fanny? – ela me perguntou.
- Estou cursando geografia na universidade, aqui em Londres. Na verdade, eu estava em Cambridge, mas me mudei para cá, pelo Ray.
- Entendo. E quantos anos você tem?
- Faço 19 em novembro. – respondi.
- Você ainda é praticamente uma criança. – ela deu um sorrisinho. Ela deve ter percebido que fiquei vermelha de raiva. Odeio quando me tratam como criança.
- Mas eu acho que Fanny é muito madura para sua idade. – Ray interveio.
- Obrigada por achar isso, querido. – eu o agradeci, e ele me deu um beijo rápido.


             Naquele momento tive certeza de que Jenna também não havia gostado de mim. Ela me fuzilou com o olhar. “Não me basta Kathy, agora vem você”, pensei. Depois disso, Jenna começou a soltar alfinetadas sobre o noivo de Evanna, que ela própria, Ray e Dave rebatiam. 
           Quando percebeu que estava perdendo espaço, Jenna calou-se. “Essa mulher é muito esquisita. Parece que não quer a felicidade dos primos”. 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Minhas personagens -> Emma Carlisle (editado)

Agora vou postar o perfil da segunda personagem nova da Grindhouse, Emma Carlisle. Ela é interpretada pela cantora Taylor Swift.








Nome completo: Emma Dorothy Carlisle.

Data e local de nascimento: 04/08/1945, em Los Angeles, Califórnia, EUA.

Idade: 21 (em 1966, ano de "Sunny Girlfriend").

Amigas mais próximas: Dianna Mackenzie, Erin Hudson e Alice Stone.

Profissão: Filósofa, formada pela Universidade de Princeton.

Namorados: David Crosby (setembro de 1966 a julho de 1967) e Mike Nesmith (janeiro de 1968 em diante -> casaram-se em 1970 e tiveram dois filhos: Jason e Jessica).

Paixão secreta: Micky Dolenz (1966).

Características: Emma é uma jovem inteligente, que adora rir e sonha encontrar seu príncipe encantado. Dessa forma, quando conhece os Monkees por meio de sua amiga Dianna, ela se encanta por Micky Dolenz, que é conhecido por suas palhaçadas. Mas o amor por Micky não será tão cor de rosa quanto ela espera...

Do que Emma mais gosta: Ler, estudar filosofia e sociologia e viajar.

Do que Emma menos gosta: Que tirem sarro da sua risada.

Medo: Ficar solteira pela vida toda.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Minhas personagens -> Kathy Giordano (editado)

  Hoje conheceremos Kathy Giordano, que está em Fanny's Autumn Almanac e em breve se mostrará uma baita de uma traíra! Ela é representada pela atriz Chloe Marie Moretz.









Nome completo: Katherine Giulietta Dickinson Giordano.

Data e local de nascimento: 27/06/1944, em Pádua, Itália. Foi criada em Detroit, Michigan, EUA.

Cidade em que reside: Nova York, EUA.

Idade: 22 (em 1966, quando aparece em Fanny's Autumn Almanac).

Amiga mais próxima: Fanny Fitzwilliam.

Profissão: Formada em Medicina na Universidade John Hopkins, mas trabalha como fotógrafa freelancer.

Namorados: Danny Peters (1964 - setembro de 1966 - abandonou-o por Paul Simon), Paul Simon (setembro a dezembro de 1966), Chris Hilman (1967 - 1969).

Caso: Roger McGuinn (1967-1968).

Canção que inspirou: "Kathy's Song" - Simon & Garfunkel; "Have You Seen Her Face" - The Byrds.

Características:  Kathy tornou-se amiga de Fanny quando esta viajou para os EUA a fim de ver Paul Simon,  durante o período de férias de sua universidade, que acabou sendo prolongado pela greve que houve no mesmo ano.
                         O que a irmã de Elinor nem desconfiava era que a fotógrafa, que era sua amiga de verdade, ficaria interessada em roubar Paul dela. A "italiana da Motor City" apaixonou-se tão loucamente pelo cantor e compositor que acabou por tornar-se uma pessoa de mau caráter, abandonando seu namorado Danny, por quem era apaixonada. Enganou Simon, levando-o a crer que Fanny o traía com Bob Dylan e, depois que ela deu fim ao namoro, Kathy seduziu Paul.

                       Mais tarde, quando estava com Chris Hilman, baixista dos Byrds, a ítalo-americana não teve escrúpulos e traiu-o por quase um ano com Roger McGuinn, guitarrista e vocalista da mesma banda. Porém, para tentar evitar que Chris descobrisse sua traição, disse a David Crosby que a amante de McGuinn era sua namorada Emma Carlisle, e não ela própria. Assim, levou à ruína a relação de Emma e Crosby.



  Do que Kathy mais gosta: Fazer caminhadas no Central Park.


  Do que Kathy menos gosta: Fracassar em qualquer coisa.

 
  Medo: Ficar sem dinheiro.


sábado, 16 de agosto de 2014

Fanny's Autumn Almanac - Capítulo 6

     Em menos de 24 horas, temos um novo capítulo de Fanny's Autumn Almanac! Neste capítulo, temos pontas dos Byrds, dos Beach Boys e de Peter, Paul & Mary, além da participação especial dos Monkees! E para não perder o costume quando participam de fics, os quatro macaquinhos vão se meter numa baita treta! 



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           Nas três semanas seguintes, tornei-me amiga de Bob Dylan e Joan Baez, especialmente de Bob. Comigo, ele parecia perder um pouco do jeitão sério que lhe era característico, reforçado pelo pós-acidente.
           Também comecei a acompanhar o seriado dos Monkees, e até mesmo ganhei de Paul um single deles: Last Train To Clarksville/ Take A Giant Step. O meu favorito era Peter Tork, porque praticamente ninguém ligava para ele. Davy era o fofinho, Micky era o vocalista e Mike era o cara do gorrinho. Mas ninguém se lembrava do Tork!
            Numa quarta-feira, Paul me disse:


- Art e eu fomos convidados para uma festa, Fanny. Vai ser uma ótima oportunidade para apresentar você ao circuito musical dos EUA.

              Eu não sabia se estava muito a fim de ir a essa festa. Nunca gostei muito de lugares cheios de gente que eu não conheço.

- Quem vai estar lá, Paul? – eu quis saber.
- Hum... Peter, Paul & Mary e os Byrds, creio eu. Possivelmente os Beach Boys. Bob e Joan foram convidados também. E a grande expectativa é a presença dos Monkees.
- Os Monkees vão estar lá? Preciso ir a essa festa!
- Sabia que você ia mudar de ideia.
- E quando será essa festa?
- Sábado à noite.

                Até sábado, quase morri de ansiedade. Se tudo desse certo, eu ia conhecer os Monkees! E precisava dar um jeito de conseguir autógrafos dos Beach Boys para Elinor e Emily.
                  Finalmente chegou o dia da festa. Meus nervos estavam à flor da pele. Art, Paul e eu chegamos por volta das 19:30. Logo que entramos no local da festa, uma jovem de ares italianos, acompanhada por um rapaz, aproximou-se de nós.

- Boa noite, Paul Simon e Art Garfunkel. – disse ela. Minhas suspeitas se confirmaram: seu sotaque era uma mistura de americano do Meio-Oeste com italiano.
- Fanny, esta é a fotógrafa Kathy Giordano, de Detroit. – disse Art. – E este rapaz é o jovem pintor Danny Peters, namorado dela.
- Muito prazer. – saudei-os.
- Fanny é minha namorada. – disse Paul à fotógrafa e ao pintor.
- Estamos encantados em conhecê-la, Fanny. – disseram os dois.

                      Ficamos conversando até que avistei Brian, Carl e Dennis Wilson, Mike Love e Al Jardine. Pedi licença e fui correndo até eles.

- Hã, com licença, srs. Beach Boys. – pedi.
- O que deseja, mocinha tão educada? – perguntou-me Mike Love.

- Eu me chamo Fanny Fitzwilliam. Sou namorada do Paul Simon. Minha irmã, minha prima e eu somos suas fãs. Será que poderiam deixar seus autógrafos nesse caderninho aqui? – estendi um bloco de anotações e uma caneta para eles.
- Claro. – disse Mike Love, e os demais concordaram.
- Obrigada.

                     Pronto. Tinha conseguido um bom presente para trazer dos EUA para minha irmã e minha prima. Voltei para perto de Paul, e logo vi que Bob tinha chegado. Joan Baez conversava com Peter Yarrow, Paul Stookey e Mary Travers.
                     Parecia que o ex-casal estava começando a se afastar. Mesmo com o término, Bob e Joan eram como fogo e fumaça. Aonde um ia, o outro ia junto.

                    Pedi ao Paul licença para ir conversar com Bob. Um namorado comum ficaria morto de ciúmes, mas o meu não era tão comum assim. Deixou que eu fosse.
                  

- Oi, Bob.
- Oi, Fanny. O que fez você mudar de ideia? Sei que você odeia sair de casa.
- Paul me disse que os Monkees eram esperados para a festa. Mas nem sinal deles até agora...
- Eu não ficaria tão certo quanto a isso. Acabo de ver um gorrinho verde.

                    Virei-me para a direção em que Bob apontava.

- Mike Nesmith! – exclamei. – Mas onde estão Micky Dolenz, Davy Jones e Peter Tork?
- Procurando por nós, senhorita? – perguntou Micky Dolenz, de maneira engraçadinha.
- Oh, meu Deus! Meu nome é Fanny Fitzwilliam, adoro o seriado e as músicas!
- Ah, nós só cantamos... – disse Davy. – Mas tudo bem. É legal conhecer você.
- Sim, adoramos conhecer nossos fãs! – disse Tork. – Especialmente se for uma moça bonita.
- O que você disse sobre a minha namorada, seu Monkee maldito? – Paul surgiu num átimo.
- Ficou doido, cara? Eu nem falei nada de mais, e.... – Peter tentou se justificar.
- Falou sim! – e Paul acertou-lhe um soco.
- Paul Frederic Simon! – gritei. – Não pensei que você fosse capaz disso!
- Fanny, vamos sair de perto. – disse Bob, me puxando para longe dali.
- Quem você acha que ganha a briga? – Peter Yarrow, do trio Peter, Paul & Mary, perguntou a Gene Clark, dos Byrds.
- Acho que Tork, ele é mais alto. – Gene Clark deu uma risadinha.
- Aposta quanto?
- Quinze dólares.
- Feito.

                          Ouvi esse acerto enquanto me afastava o mais rápido possível dali com Bob. De um lado, Art  e Micky seguravam Paul (ou pelo menos tentavam), enquanto Mike e Davy tentavam conter Tork.

                      Só me faltava ter que passar o resto da noite cuidando dos machucados de Paul....  Bob me deixou no apartamento de meu namorado, e disse que já ia para casa. Mas pedi a ele que ficasse um pouco comigo. Eu ainda estava em estado de choque.

- O Paul sempre foi tão calmo, nunca imaginei que ele podia surtar desse jeito!
- Isso é efeito colateral do namoro a distância de vocês.
- Ai, ai, eu devia ter imaginado que isso acabar mal....
- Não fique se culpando, Fanny, porque não há motivo para isso.
- Você acha mesmo, Bob?
- Acho sim. – disse ele, e beijou minha testa.  – Hã, bem, desculpe por isso. – ele pediu.
- Não tem problema, amigos sempre beijam uns aos outros, não beijam? – perguntei.
- Bem... Acho que sim. – disse Bob.