Capítulo
23 – I Want You, I Need You, I Love You
Papai foi o primeiro a se manifestar.
- Dianna Sophie Mackenzie, explique isso!
Antes que eu formulasse uma resposta,
Louise exclamou:
- Senhor! Não exija
da Dianna uma resposta destas...
- E por que, Srta. McGold? – papai soava furioso. – Ah
claro, eu lhe digo! Porque você destruiu o dia mais feliz de minha filha
aplicando o golpe da barriga no noivo dela! Uma vadia!
- Hey, Mackenzie! – o sr. McGold levantou-se, e parecia
tão furioso quanto meu pai. Fiquei com medo de que saísse briga ali. – Minha filha não é nenhuma vadia.
- ENTÃO O QUE É ISSO QUE VEJO? – com um gesto, meu pai
indicou Gerd, Louise, Davy e eu.
- Vamos, Louise. –
o sr. McGold olhou para sua filha com uma cara e um tom zangado. –
Justifique pro Sr. Mackenzie e para mim essa história toda.
A atenção de
todos na igreja estava concentrada em nós quatro. O padre estava perplexo, bem
como minha família e a do Gerd. Os parentes de Louise que estavam presentes
também. Davy e eu já tínhamos contado tudo aos nossos amigos, então eles não
pareciam assim tão chocados. Todos aguardavam a explicação de Louise.
- Eu amo outro homem. – disse ela, sem hesitar, sem
gaguejar, e se aproximando de Gerd. – É ele, pai. E o Davy ama a Dianna pra
caramba.
O sr.
McGold parecia estar surdo, e ainda tentou dissuadir a filha.
- Não... Não... Louise... Não confunda as coisas do cinema
com a vida real...
- Não estou confundindo. – insistiu ela. – Eu amo Gerd Müller.
- Sr. Mackenzie... –
Davy se dirigiu ao meu pai, e eu tremi um pouco de expectativa. – Me apaixonei
por sua filha no dia da festa de encerramento de Ligações Perigosas. Ali eu
soube que ela é a mulher da minha vida. Louise é minha melhor amiga. Certo, nós
namoramos por dois anos e ela é linda mas Dianna é muito mais. Ela tomou meu
coração.
Ah, Davy. Eu
te amo tanto. Meu coração bateu forte em meu peito ao ouvi-lo dizer aquelas
palavras tão doces e amorosas. Tentei me acalmar, antes que ficasse tão
excitada que pudesse prejudicar meu bebê. E então eu disse:
- Faço minhas palavras as do Davy.
- Mas e os bebês? – perguntaram meu pai e o sr. McGold em
coro.
- Meu filho... – tirei meu véu enquanto revelava a verdade.
– É do Davy.
- Tem certeza? – indagou meu pai.
- Se o bebê da Dianna é do Davy mesmo... Então... - o sr.
McGold parecia ter entendido tudo, afinal.
Ele olhou na
direção de Louise e Gerd, com uma expressão de horror, e bradou:
- OH MEU DEUS! MEU NETO VAI NASCER ALEMÃO!
A reação do
sr. McGold foi tão dramática que eu quis rir. Mas me controlei, para não
acirrar ainda mais os ânimos. Olhei para Davy, e ele sorriu para mim. Enfim,
estamos livres. Eu o abracei forte. E
não tive um minuto de hesitação antes de beijá-lo diante de toda a abadia de
Westminster. Mas fomos interrompidos por uma voz feminina com sotaque alemão.
- Você me deve uma explicação, fraulein. – disse a Frau
Müller, me olhando zangada. Agora essa mulher me odeia mesmo. Acho que eu não
posso culpá-la.
- Mamãe, deixe a Dianna em paz. – Gerd tentou afastar a
mãe.
- Gerhard, essa... Essa moça engravidou de outro e queria
que você assumisse o filho!
- Minha senhora, eu ia fazer o mesmo com o filho do seu
filho. – disse Davy. – Eu ia assumir o filho da Louise.
Minha ex-sogra
ficou sem resposta. Ela apenas lançou um olhar para Davy e eu e disse:
- Eu acho bom que vocês dois sejam felizes. Porque Louise
com certeza é uma escolha muito melhor para Gerhard.
E ela foi
embora. Contudo, logo Davy e eu fomos interpelados de novo. Dessa vez, eram
meus pais e meu irmão.
- Então... Você é o pai do meu neto? – perguntou mamãe ao
Davy, ainda parecendo em choque.
- Bem... Sim, sra. Mackenzie. – ele estava um pouco
corado.
- Eu sinto que você é um bom rapaz, Davy. – disse ela,
sorrindo.
- Já que agora você é parte da nossa família, seja
bem-vindo. – papai também sorriu para Davy, e apertou a mão dele.
- Obrigado, sr. e sra. Mackenzie. – Davy retribuiu os
sorrisos de meus pais.
- Olha aqui. – Giles finalmente falou, naquele tom
rabugento de sempre dele. – Eu vou me certificar pessoalmente de que você está
tomando conta da minha irmã e do meu sobrinho. Afinal de contas, por sua culpa
eu não vou mais ganhar ingressos VIP para jogos do campeonato europeu.
- Não se preocupe. – Davy respondeu, sério. – Eu amo a sua
irmã, e já amo o filho que ela está esperando. Vou cuidar dos dois com todas as
minhas forças.
- Assim espero, Jones.
- Agora... – tratei de quebrar aquele climão que estava se
formando. – Que tal nós irmos embora? Já que não vai ter festa?
- É uma boa ideia... – mamãe concordou.
E já íamos sair
da igreja para tratar de cancelar tudo, quando ouvimos o sr. McGold esbravejar:
-.... Eu não vou dizer que eu lhe avisei, mas espero
quando Louise der com a cara no chão e se arrepender de perder o namorado pra...
Essa menina! – e ele apontou para mim.
Fiquei tão
envergonhada. Mas eu não ia voltar atrás. Ao menos revelei tudo, e isso
aliviava minha consciência. Papai e Giles queriam dizer poucas e boas ao pai da
Louise, mas Davy impediu.
- Deixem o sr. McGold. Não levem para o lado pessoal. Mais
tarde ele vai entender. – disse ele, e meu pai e meu irmão acabaram deixando
para lá.
***
Passou-se
uma semana desde o casamento interrompido. Nos jornais, nas revistas, na
televisão, na internet, só se falava da “troca-destroca”. Até memes foram
criados. Eu não tinha coragem de sair na rua, de tanta vergonha. Por que as
pessoas não cuidam das próprias vidas?
E ainda
para piorar a situação, eu estou muito mais sensível. Deve ser a taxa hormonal
aumentando. Estava com tanta raiva de toda aquela exposição que Louise, Gerd,
Davy e eu estávamos sofrendo. Só queria ficar em paz, comendo chocolate e
assistindo filmes e séries no Netflix. Mas toda hora vinha ou ligava alguém
querendo nos entrevistar, ou Davy flagrava um paparazzo rondando nosso prédio.
E eu chorava de raiva.
- Que caralho, por que eles não nos deixam em paz, Davy? O
que eles querem tanto saber? Quantos quilos eu já engordei? Que séries a gente
acompanha no Netflix? Que posições a gente faz quando trepa? – e eu afundei a cara no travesseiro.
- Di, calma. – Davy se sentou ao meu lado na cama e
acariciou meu cabelo. – Ficar nervosa assim não vai ser bom para você, nem para
o bebê.
- Eu sei. – resmunguei, ainda com a cara enterrada no
travesseiro.
- Olha pra mim, Di. – ele disse, num tom de voz calmo.
Lentamente, ergui a cabeça. Eu com certeza estava a pura cara da
derrota.
- Não pense que eu não estou incomodado com toda essa
exposição na mídia e essa invasão à nossa privacidade, amor, porque eu estou. E
ia te sugerir uma coisa.
- O quê?
- Você acha que está em condições de viajar até
Manchester?
- Manchester? Davy... Você vai me apresentar para a sua
família? – meus olhos se arregalaram.
- É claro. Você é minha mulher agora. É a mãe do meu
filho. Meus pais e minhas irmãs precisam te conhecer.
- Davy, e se eles não gostarem de mim? A família do Gerd
me detestava. E sei que sua família sempre gostou muito da Louise. Duvido que
eles vão me aceitar...
- Di, eu tenho certeza de que minha família vai gostar de
você. Eles vão entender que nós nos amamos. E além do mais... – ele olhou para
meu ventre e beijou ali. – Você está grávida. Há séculos que meus pais me
cobram um neto. Minhas irmãs têm filhos, mas meus pais querem que eu também dê
um neto a eles.
- E com certeza esperam que esse neto vai ser filho da
Louise.
- Era o que eles imaginavam. Mas a essa altura já devem
estar sabendo de tudo...
- Não duvido.
- Não se preocupa, Di. Vai dar tudo certo, você vai ver.
***
Em poucos
dias, estávamos em Manchester. Eu estava tão nervosa. Queria muito que os Jones
pelo menos me aceitassem. Será que eles também me veriam como uma metida? Nem
sei o que eu fiz que causou essa impressão nos Müllers.
Davy percebeu
isso, e segurou minha mão com firmeza quando descemos do táxi diante de sua
casa, na área de Openshaw, onde sua família morava desde antes de ele nascer.
Ele sorriu docemente para mim e beijou minha testa.
- Fica tranquila, Di.
- Estou tentando. – eu disse.
Ele deu uma
risadinha e tirou a chave da casa do bolso.
- Pai? Mãe? – ele chamou, ao abrir a porta. – Estão em
casa?
- David, é você? – ouvi uma voz feminina respondê-lo. A
sra. Jones, com certeza.
A mãe de
Davy apareceu na sala. Era uma senhora de aparência simpática. Já sei de quem
Davy herdou o sorriso.
- Meu filho, eu senti tanto a sua falta! – ela o abraçou
forte. – Ah, e imagino que essa seja a sua nova namorada.
Senti um
nó se formar no meu estômago. A hora fatídica chegou.
- Eu te disse, Doris, eu disse que não era brincadeira do
Davy! – exclamou um homem, saindo da cozinha. A semelhança entre Davy e seu pai
era impressionante.
- O que você queria que eu pensasse, Harry? – indagou a
sra. Jones. – Se a única coisa que os tabloides falam é que meu filho invadiu e
interrompeu um casamento, e ainda fugiu com a noiva!
- Não foi bem assim, mãe... – Davy interveio. – Mas eu
quero que a senhora e o papai conheçam a Dianna.
- Bem... Olá, sr. e sra. Jones, como vão? – tentei soar o
mais simpática possível, embora estivesse toda sem graça.
- Estou bem, Dianna, e você? – o sr. Jones tomou minha mão
e beijou. Confesso que não esperava por isso.
- Eu também vou bem, sr. Jones. – fiquei um pouco
ruborizada.
- Bem... Eu ainda estou tentando assimilar tudo, mas devo
dizer que é um prazer, Dianna. – disse a sra. Jones. Ela não tinha só a
aparência acolhedora, ela era assim mesmo. – Não vou negar que ainda é uma
surpresa para mim e para meu marido que nosso filho esteja com outra pessoa,
ainda mais depois de termos imaginado que teríamos um neto... Mas queremos que
você se sinta bem-vinda na nossa família. – ela sorriu.
- Obrigada, sra. Jones. – eu retribuí o sorriso. Ainda
estava um pouco desconfortável naquela situação.
- Mas... Mãe, vocês vão ter um neto sim. – disse Davy.
- Mas o filho de Louise não é do jogador alemão? –
inquiriu o pai.
- Sim, mas... Dianna e eu vamos ter um filho também. –
Davy anunciou, sorrindo.
- ISSO O TABLOIDE NÃO DISSE! – a sra. Jones exclamou,
alegre. – Um netinho, que maravilha! – ela me abraçou.
- Meus parabéns, Dianna. – o sr. Jones apertou minha mão.
- Obrigada. – eu sorri, já me sentindo um pouco melhor.
Acho que eles gostaram de mim, afinal.
- E quando vocês vão se casar? – quis saber minha nova
sogra.
Davy e
eu trocamos um olhar. Ainda não tínhamos pensado nisso.
- Bom... Para ser honesto, mamãe, Di e eu ainda não
pensamos nisso. Mas... Creio que logo depois que nosso filho nascer. – Davy
respondeu.
- E isso vai demorar? – inquiriu meu sogro.
- Uns seis meses, eu acho. – eu disse.
***
O dr.
Schubert tinha me recomendado uma obstetra que ele conhecia em Londres, a Dra.
Wentworth, e era com ela que eu estava me consultando. Naquele dia, eu ia ao
consultório dela para finalmente saber o sexo do bebê.
Davy não
pôde ir comigo, pois tinha alguns compromissos relacionados ao lançamento do
novo álbum dos Monkees. Muitos acharam que a repercussão do nosso romance
proibido prejudicaria a carreira dele, mas não foi o que aconteceu.
Enquanto
passava o sensor do ultrassom sobre minha barriga, a Dra. Wentworth me
perguntou:
- O que você quer que seja, Dianna? Menino ou menina?
- Não sei. – eu disse. – Por mim, tanto faz, vou amar meu
bebê de qualquer maneira. Mas meu “instinto maternal” diz que é menina.
- E seu “namorido”? – indagou a médica, rindo. – Quer um
menino, aposto.
- Davy diz que por ele também tanto faz.
- Bem... Já vamos acabar com o mistério. Que sorte, o bebê quer colaborar hoje, às
vezes ele fica numa posição em que não é possível ver...
Ela fez
uma pausa e sorriu. E então anunciou:
- Seu instinto maternal não se enganou, Dianna. É uma
menina sim.
- Eu sabia. – eu sorri, muito feliz. – Vai ser a
princesinha do Davy.
- Correção: as princesinhas.
- O que disse, doutora?
- Seu “namorido” vai ter duas princesinhas para mimar.
Você está grávida de gêmeas. – disse a dra. Wentworth com um sorriso.
***
Mal podia
esperar para contar ao Davy quando chegasse em casa. Queria ver a reação
dele. Não pude resistir. Arrisquei ligar
para o celular dele.
- Alô? Di? – ele atendeu.
- Oi, Davy.
- Tá tudo bem? – Davy perguntou. Ele ficava apreensivo
toda vez que precisava me deixar sozinha.
- Tá sim, meu amor. Você pode falar agora?
- No momento a gente está fazendo uma pausa. Pode falar.
- Eu acabei de sair do consultório da Dra. Wentworth.
- É MESMO? – ele se empolgou. – E O NOSSO FILHO?
- Você tá sentado, Davy?
- Tô... Por quê?
- São gêmeas, Davy! Nós vamos ter duas filhas! – contei,
empolgada.
E
ele não me respondeu nada. Ou ele não gostou, ou...
- Davy? Davy, tá me ouvindo?
De repente, ouvi outra voz no celular.
- Di? – era Micky. – O que foi que você disse pro Davy?
Ele desmaiou!
***
Sabendo o sexo das bebês, Davy e eu finalmente
escolhemos os nomes: Cecilia e Rebecca. Compramos algumas coisas do enxoval, em
rosa e lilás. Passados alguns meses, também organizamos o chá de bebê.
Convidamos a família e os amigos. Louise e Gerd foram convidados, claro, mas
não puderam vir, pois depois de toda a confusão eles foram morar na Alemanha,
e, devido à gravidez avançada, Louise preferiu ficar por lá.
Emma e
Micky, depois de muitas idas e vindas, se acertaram definitivamente. E arrisco dizer que eles é que vão dar um chá
de bebê num futuro não muito distante. Mike está feliz com Alana. Peter e
Felicity se acertaram e, coincidência das coincidências, eles também vão ser
pais de gêmeos! Já Erin não deu certo com Patrick Shepherd, mas eles continuam
amigos. O novo namorado da minha prima é um jogador alemão chamado Jupp
Heynckes, e eles formam um belo casal. E Alice, além de ter um programa de tv
bem-sucedido, está muito bem com o piloto sueco de Fórmula 1 Ronnie Peterson.
Parece que, depois de tantas atribulações, todos estão felizes e tranquilos.
Só falta
agora as minhas meninas nascerem e Davy e eu nos casarmos...
Dois
meses depois...
Eu estava
na minha biblioteca, procurando alguma coisa para ler. Davy estava em outro
quarto, que lhe servia de estúdio. Peguei um livro na estante, mas no mesmo
momento deixei o livro cair, pois senti uma dor forte. Uma contração.
- Davy... – chamei.
Ele
entrou no quarto rápido como um raio.
- Eu ouvi você derrubar o livro, Di. O que houve?
Então ele
olhou com mais atenção para o meu rosto, e viu minha mão pousada na barriga.
- É agora, Di? – Davy me olhou, nervoso.
- Eu... Eu acho que sim. – respondi.
- Meu Deus! Meu Deus! Bem... Cadê a bolsa? Você arrumou a
bolsa de maternidade? Cadê minha carteira? E a chave do carro? – eu nunca vi
Davy tão nervoso. Ele parecia até mesmo em pânico.
- Calma, Davy! – alguém tinha que manter a calma naquele
momento. – Eu arrumei a bolsa sim, está dentro do guarda-roupa. Você deixou sua
carteira na sua gaveta de cuecas, e eu acho que a chave do carro está lá
também.
- Ok... Você aguenta, Di?
- Eu tenho que aguentar, Davy! Cece e Becky já esperaram
nove meses pra nascer, uns minutos a mais não são nada. Ai! – e fiz uma careta.
- Você tem certeza? – Davy me lançou mais um olhar
nervoso.
- Tenho, mas não perca tempo! – exclamei, já um pouco
irritada, pois a dor crescia.
***
Maldita hora
em que resolvi que faria parto normal. Nunca senti tanta dor na minha vida. Eu
queria que tudo aquilo acabasse logo. Mas a felicidade de finalmente ver as
carinhas das minhas bebês valia o sacrifício.
Pareceu uma
eternidade, mas eu ouvi o chorinho de uma delas. Davy e eu tínhamos decidido
que Cecilia seria a que nascesse primeiro. Depois de Cece nascer, sofri um pouco
menos quando foi a vez da Rebecca.
As
enfermeiras me entregaram minhas filhas. Elas eram lindas! Eu estava tão feliz.
Foram chamar o Davy, e quando ele entrou na sala de parto e viu Cece e Becky nos
meus braços, a expressão preocupada sumiu do rosto dele.
Ele veio
até mim e me beijou com paixão. A boca dele estava com cheiro de cigarro.
- Quantos você fumou, Davy? – perguntei.
- Três.
Olhei
feio para ele. Ele sabe que não gosto de cigarro.
- Eu tava nervoso, Di! – ele se justificou.
- Agora não precisa mais ficar nervoso. – sorri.
- Sim... – ele beijou minha testa. – Finalmente.
E ele acariciou as gêmeas, dando aquele
sorriso típico dele.
- Eu estou tão feliz, Davy. – eu disse, suspirando
satisfeita e aliviada.
- Eu também, Di. Mas nossa felicidade está só começando.
Eu
assenti, concordando com Davy, e beijei nossas filhas. Ele está certo. É apenas
o começo.
