quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Sunny Girlfriend - Epílogo

Demorou, mas finalmente saiu! Temos o epílogo da fanfic dos Monkees. PS: teremos uma oneshot explicativa do relacionamento de Emma Carlisle e Mike Nesmith em breve. Boa leitura!







Janeiro de 1968

   
                        Dianna, Emma e Erin estavam indo ao estúdio em que os Monkees estavam gravando seu novo álbum. As primas Dianna e Erin já estavam com Davy e Peter havia um certo tempo.  Já Emma havia recentemente assumido seu namoro com Mike e era claro que ela estava feliz como nunca antes.
                        Para ela, Micky Dolenz havia sido uma paixão fulminante, porém passageira. Agora Micky estava casado com Suzy e o casal estava à espera de um bebê.  Graham Nash e Rosie Donovan, amiga de infância de Suzy, seriam os padrinhos da criança.
                         Desde que o amigo anunciou que seria pai, Davy também estava ansioso para que Dianna lhe desse um filho. A jovem professora de história disse ao namorado que ele teria que esperar.
                           Enfim as três chegaram. Cada uma foi direto para os braços do “seu Monkee”. Dianna sorria ao ver Peter e Erin juntos. Sem a intervenção dela, provavelmente os pombinhos jamais teriam ficado juntos. Davy, então, pediu a ela que fosse com ele até um terraço.

- Di, eu... Eu acho que nunca disse isso a você, mas... Eu me apaixonei por você à primeira vista. Quando você entrou naquele estúdio de gravação, e eu a vi, senti-me como se... Como se eu a conhecesse há anos... Há séculos, para falar a verdade. E num primeiro momento me senti indigno de você. Mas algo me dizia que eu deveria tentar. E eu tentei. Conquistei você. Peter e Amber nos separaram. Mas isso não diminuiu meu amor. Pelo contrário, eu comecei a amá-la ainda mais. Eu recuperei você. E agora eu pergunto...  – ele se ajoelhou, com uma caixinha de veludo na mão. – Dianna Sophie Mackenzie, você aceita ser minha? Para sempre? – ele abriu a caixinha, revelando uma delicada aliança de noivado.
                            Dianna começou a chorar de emoção.

- E você precisa que eu responda, Cuddly Toy? – ela o abraçou e o encheu de pequenos beijos.
- Acho que isso quer dizer “sim”. – ele sorriu.
- Você acha? – ela riu, beijando-o mais uma vez.

                            E logo eles se viram rodeados pelos outros Monkees e pelas amigas de Dianna, que batiam vigorosas palmas.

- Peter, tenho uma proposta.  – disse Davy.
- Fale, Davy.
- Aceita ser meu padrinho?
- Acho que tenho que aceitar. – Peter sorriu.

                                                                 * * *

                       Passaram-se meses. Chegou o dia tão aguardado, 26 de setembro de 1968. Dianna observava-se no espelho, em seu vestido de noiva, cercada pela mãe, por Emma, por Alice (que iria ao casamento acompanhada por seu novo namorado, o cantor Donovan) e por Erin.

- É hoje, é hoje.  – ela murmurava, com um grande sorriso em seus lábios. – Hoje é o dia em que irei me tornar sra. Jones!
- Estou tão feliz por você, filhinha! – a sra. Mackenzie tinha lágrimas nos olhos.
- Não, mamãe! Guarde as lágrimas para mais tarde!

                          Finalmente veio a noite. Dianna quase não controlou as lágrimas quando ouviu as primeiras notas da marcha nupcial e entrou na igreja de braços dados com o pai. O velho diplomata sorriu amistosamente para Davy ao entregar Dianna a ele. Davy olhou brevemente para Giles, mas o irmão de sua noiva não parecia estar disposto a atrapalhar a cerimônia. O padre disse,  quando os noivos se ajoelharam:
- Estamos aqui reunidos para celebrar a união em sagrado matrimônio entre David Thomas Jones e Dianna Sophie Mackenzie.  Sr. David Thomas Jones, aceita a srta. Dianna Sophie Mackenzie como sua legítima esposa, para amá-la e honrá-la, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na pobreza e na riqueza, até que a morte os separe?
- Aceito. – Davy sorriu para Dianna.
- Srta. Dianna Sophie Mackenzie, aceita o sr. David Thomas Jones como seu legítimo esposo, para amá-lo e honrá-lo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na pobreza e na riqueza, até que a morte os separe?
- Aceito. – os olhos de Dianna brilhavam de felicidade.
- Se houver alguém aqui que seja contra este casamento, que fale agora ou cale-se para sempre! – exclamou o padre.

                       Instintivamente, Dianna e Davy olharam para Peter. Ele sorriu, e negou com a cabeça, segurando a mão de Erin. O padre disse:

- Então eu os declaro marido e mulher.  Sr. Jones, pode beijar sua noiva.

                      Davy estava prestes a beijar Dianna, entretanto, ela foi mais rápida.


                                                                        * * *


                       Mais tarde, após a festa...


- Está linda esta noite... Sra. Jones. – Davy sorriu para a esposa. Seu olhar era desejoso.
- Obrigada, Cuddly Toy. – ela sorriu, aproximou-se e beijou o pescoço dele. Ele a envolveu em seus braços.
- Está pronta para consumar nossa união, Dianna? – ele sussurrou em seu ouvido.
- Sim! Sim, Davy!
                       O casal se encaminhou para a cama. Despiam-se rapidamente, trocando doces beijos, como em todas as suas noites de amor, que tinham a fama, entre os amigos do casal, de “agitadas”.

- Davy, Davy... Meu Cuddly Toy, meu marido. – ela suspirava, enquanto ele cobria seu corpo inteiro de beijos. – Meu, só meu.
- Di, Di, minha amada esposa, minha, só minha.  – ele dizia, entre os beijos.

                        Em meio aos beijos, às carícias, aos abraços e aos movimentos prazerosos e amorosos, o Monkee e a professorinha deram início a uma perfeita vida de casados, que duraria até o terrível dia, em 2012, em que a morte os separou.
                   

           

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