sábado, 10 de outubro de 2015

I'll Be Back - Capítulo 1 (Grindhouse Mix)

Boa tarde! Vou postar o primeiro capítulo da minha fanfic dentro da série Grindhouse Mix, que mistura elementos do universo oficial da Grindhouse e também do universo What If. Aqui temos um destaque para Dianna Mackenzie e Emma Carlisle e seus amores.... Incluindo o amor entre elas próprias! Boa leitura!












             Dianna despertou com o bipe do celular, indicando que havia chegado uma nova mensagem. Pegou o celular. Na tela, era mostrado o horário: 8h15min. Quem mandaria uma mensagem tão cedo?
               Ela desbloqueou o celular e leu a mensagem:



Bom dia, leoazinha. Perdoe-me por mandar essa mensagem tão cedo, mas eu não podia esperar. Eu quero que você saiba que sinto saudade de você todos os dias, e que ainda te amo. Queria tanto que você estivesse aqui ao meu lado...

                                                                                                                                              D


                    A professora de história respirou fundo.  Ela sentia saudade do remetente da mensagem também.  Contudo, as coisas que haviam acontecido no passado entre eles a faziam hesitar quanto a voltar para ele. Ela deixou o celular no criado-mudo e olhou para quem dormia ao seu lado.
                     Alain era belo, sem a menor sombra de dúvida. Corpo escultural, cabelos pretos, olhos azuis, um rosto perfeito. E era sexy. Muito sexy. No entanto, Dianna já não tinha mais tanta atração por ele. E não sabia como dizer-lhe que queria terminar. Levantou-se da cama e foi para a cozinha.
                      Tomou café sozinha, pensando nele. O leãozinho. Ele, sempre fofo. Sempre pronto para fazê-la rir quando estava triste. Carinhoso. Amante fogoso. Sentia falta dele, isso era inegável. Realmente, nos últimos meses da relação ele andava sem tempo. Mas não havia sido assim antes? E ele não procurou sempre compensar o tempo perdido? Por que haviam perdido as cabeças e tomado aquela decisão de terminar?




- Se eu tivesse um vira-tempo... – Dianna pensou alto.

                            



                              Ela ouviu passos. Virou-se para a porta da cozinha. Alain entrava.



- Bonjour, ma reine.  (Bom dia, minha rainha.) – ele cumprimentou.

- Salut, Alain. (Olá, Alain.)

- Qu’est-ce que se passe? Tu sembles triste et inquiet. (O que está acontecendo? Você parece triste e preocupada.)

- Je suis bien.  (Eu estou bem.)

- Bien sûr, tu n’es pas bien! (É claro que não está bem!)

- Alain, s’il ta plaît... (Alain, por favor...)

- Dianna, je te connais très bien... Dis-moi. (Dianna, eu te conheço muito bem... Conte-me.)

- Je manque une personne. (Eu sinto falta de uma pessoa.)

- Qui? Ce ton ex-copain? Celui que tu as appelé “petit lion”? (Quem? Aquele seu ex-namorado? Aquele que você chamava de “leãozinho”?) – Dianna notou o ciúme de Alain.

- Oui. Lui-même. (Sim. Ele mesmo.)

- Veux-tu revenir à ce midget? (Você quer voltar para aquele anão?)

- Je l’aime, Alain! Je l’aime plus que tout dans ce monde!  (Eu o amo, Alain! Eu o amo mais do que tudo nesse mundo!)

- Alors, pourquoi es-tu avec moi? (Então por que está comigo?)

- Parce que ta compagnie m’a fait de bien. (Porque sua companhia me fazia bem.)

- Ne fait plus? (Não faz mais?)

- Je ne crois pas. Pardon, Alain… C’est fini.  (Creio que não. Perdão, Alain... Acabou.)

- Tu veux que je parte? (Você quer que eu vá embora?)

- Oui. Oui.  (Sim. Sim.) – ela suspirou. - Laisse-moi. Je ne peux rester pas avec toi plus. (Deixe-me. Eu não posso mais ficar com você.)

- Tu vas me manquer. (Sentirei sua falta.)

- Pardonnes-moi. Maintenant, vas, s’il ta plaît. (Me perdoe. Agora, vá, por favor.)

                        


                              Alain foi para o quarto e colocou todas as suas roupas e pertences numa mala e numa mochila. Entregou a Dianna a sua chave da casa.


- Adieu, Dianna.  (Adeus, Dianna.)

- Adieu, Alain. (Adeus, Alain.) – Dianna respondeu.

                              

                                Ele saiu e ela fechou a porta. Dianna recostou-se à porta, suspirando pesadamente. Sentou-se no chão e chorou por um tempo.  Até que o celular tocou.


- Alô? – ela atendeu, um pouco chorosa.

- Di? – ela ouviu uma conhecida voz feminina do outro lado da linha.

- Lulu. – Dianna sorriu ao pronunciar o nome da amada.

- Está tudo bem, amorzinho?

- Não muito...

- Vem aqui ficar comigo... Eu também não estou muito bem.

                                  Dianna não precisou de um segundo convite. Logo estava diante da porta do apartamento de Louise. Apertou a campainha. Viu-se diante da amada. Ela tinha sua altura. Seus cabelos também eram loiros, entretanto, seus olhos eram azuis.


- Dianna.

- Louise...

                              

                             As duas trocaram um beijo ardente, e Louise puxou Dianna para dentro de seu apartamento. Acariciava os cabelos de Dianna, que apertava-lhe um pouco nas nádegas.  Beijavam-se com ardor.


- Não fique mal, amadinha... – Louise sussurrou no ouvido de Dianna.

- Também não quero ver você mal...

                                

                  Dianna foi levada por Louise para o quarto. A loira de olhos azuis fez a de olhos castanhos deitar-se na cama, ergueu a saia dela e abaixou sua peça íntima, enquanto  sua parceira erguia sua blusa e tirava seu sutiã, começando a beijar-lhe os seios. E assim elas se entregaram ao amor durante a tarde toda.


- Mas me conte... – Louise começou, quando Dianna e ela estavam abraçadas, mais tarde, após terminarem o ato. – Por que está triste, Di?

- Eu terminei com o Delon... Não tinha mais sentido continuar com ele.

- Por quê? Não o ama mais?

- Não sei mesmo se algum dia o amei, Lulu. A coisa era sexual demais...

- Ora, e entre nós não é assim? – Louise sorriu maliciosa.

- Não. É diferente, Lulu. Eu amo você. Assim como... Amo o Davy.

- Ah, estava demorando para o meu melhor amigo entrar na história. – Louise sorriu, compreensiva.

- Sou tão previsível assim? – Dianna riu.

- Di, eu te conheço como a palma da minha mão. Sei que Davy é, sempre foi e sempre será o amor da sua vida. Mais até do que eu.

- É... Eu tenho que admitir que sim. Mas eu errei muito, e ele também. Não sei se vamos conseguir nos acertar, mesmo ele mandando mensagens para mim frequentemente, dizendo que sente saudade. Chega de falar de mim. Por que você está triste, Lulu?

- É complicado, Di... Eu amo o B, você sabe disso. Mas sabe também que eu sinto que alguma coisa me falta. E ontem conheci um amigo do B, chamado Gerd Müller. Ele é jogador do Bayern de Munique. Atacante. Tenho impressão de que já o conheço de algum lugar, e que alguma coisa vai mudar na minha vida, relacionada a ele. Só tem um problema... Ele...

- É namorado da Alice.

- Como você sabe?

- Alice é uma das minhas melhores amigas, esqueceu, Lulu?

- É. Tem razão. Não sei se sinto ciúmes dela... Ou dele.

- Realmente muito complicado.

- Nem me diga. Tenho uma ideia que vai animar nós duas!

- Qual?

- Qualquer noite dessas... Vamos ter um convidado de honra!

- Quem?

- Surpresa... – Louise sorriu.

***


                      



                     Na noite anterior, Davy havia dormido com seu amado Peter e a namorada dele, Erin. Davy amava estar na companhia dos dois, porém, naquelas últimas semanas sentia intensamente a falta de Dianna. Ele ainda a amava demais.  Desejava tê-la nos braços outra vez. Beijá-la. Cheirar seus cabelos. Amá-la.
                       Pegou o celular e mandou uma mensagem para ela, mesmo sendo ainda muito cedo. Ela nunca respondia. Contudo, Davy ainda tinha esperanças de que Dianna quebrasse o gelo. Suspirou e colocou o celular no criado-mudo. Seu suspiro despertou Peter, que estava deitado entre ele e Erin.


- Algum problema, Davy? – Peter afastou os cabelos de Davy de sua testa e depositou um beijo ali.

- Vários. – Davy afagou o rosto de Peter e deu-lhe um selinho. – Peter, por favor, não me leve a mal. Adoro você e Erin também é uma ótima parceira, mas... Eu sinto saudade... Dela.

- Ela é Dianna.

- Quem mais seria? – Davy deu um sorriso triste.

- Assim fico até com ciúme... – Peter abraçou o amado.

- Ah, por favor, você sabe que te amo tanto quanto a amo, Peter.

- Não...

- Por que só me apaixono por gente ciumenta? – Davy riu e beijou Peter mais intensamente.

                      


                           Erin acordou alguns minutos depois e viu o namorado e o amado dele ali, tão envolvidos. Ela normalmente não sentia ciúme. Adorava passar a noite com os dois e até mesmo gostava de vê-los se beijando e se amando. Porém, naquele momento sentiu uma pequena fisgada de ciúme.



- Peter, Sunshine... – ela chamou. – Eu quero meu beijo também.

                            

                              Peter soltou-se de Davy e disse, olhando para a namorada:




- É claro, meu amor.
                                 


                                O loiro beijou Erin apaixonadamente. Disse, ao se separarem:


- Amo Davy, mas também amo você profundamente, Sunshine Girl. – e sorriu para ela.

- Estou vendo. – ela afagou os cabelos de Peter.

- Bom, já que estou sobrando... Acho que já vou. – Davy disse.

- Não, nem pense nisso! – Erin falou. – Você só vai depois que eu fizer isso!

- O quê?

                                     

                               Erin puxou Davy para perto de si e roubou um beijo quente.



- Obrigada pela noite de ontem, Davy. Espero que se junte a nós ainda mais vezes.

- Eu também desejo isso, Erin.

- Caham. – Peter pigarreou.

- Peter, você está com ciúme de quem agora? De mim ou da Erin?

- Dos dois.  – Peter deu um risinho nervoso.

- Esses ciumentos me adoram... Mesmo a Lulu. Se bem que de mim ela não tem ciúme...

                                

                              Davy levantou-se, vestiu-se , despediu-se de seus dois amantes e foi embora da casa deles. Ficou o dia todo apenas em casa, lendo e ouvindo música. À noite, recebeu uma mensagem da melhor amiga e por vezes parceira, Louise.



Olá, Davy.



Quero você esta noite. Venha me ver...

                                                                                                                        

                                                                                                          Lulu

                                                  

                               Ele respondeu:





Já vou, Lulu. Talvez só você possa me ajudar a curar um pouco da minha tristeza...


                                       


                                Logo Davy estava no umbral da porta do apartamento de Louise. Ela o recepcionou com um beijo intenso.



- Pensei que queria minha companhia como seu melhor amigo... – Davy falou, malicioso.

- Não se faça de besta. Você sabia muito bem o que eu queria quando te chamei. – ela continuou beijando-o.

                                    

                                  Davy colocou as mãos na cintura de Louise, aos poucos deslizando para a barra da saia dela.



- Temos alguém atacado hoje... – ela lambeu o lóbulo da orelha dele.

- Me dê um desconto... Tive uma bela ménage ontem à noite.

- É mesmo? – ela desceu os lábios para o pescoço dele, beijando e sugando levemente ali.

- É... – ele gemia. – Oh, Lulu...



                                           Louise levou-o para o quarto, o mesmo quarto onde ela teve a amada de Davy algumas horas antes. Ela despiu o melhor amigo, acariciando cada centímetro do corpo dele enquanto fazia isso. Abaixou a cueca dele e tocou o membro já rijo. Davy gemeu de genuíno prazer. Em seguida,  a loira revelou sua nudez  para ele, que perdeu o fôlego diante da bela visão.
                                           Lulu puxou Davy com ela para a cama. Deitou-se e o fez deitar por cima dela. Davy sabia o que fazer. Começou beijando Louise pela testa. Em seguida, beijou-a em cada uma das maçãs do rosto, nos lábios, no pescoço e nos ombros. Foi então para os seios, que além de beijados foram sugados. A esta altura, Louise já gemia muito.
                                       Ele seguiu descendo, deixando uma trilha de beijos... Até chegar à região íntima de Louise.


- Por que parou? – ela reclamou.

- É isso mesmo o que você quer, Louise?

- É! Ande, Davy, não seja tímido bem agora!



                                              Davy passou a mão pelas pernas de Louise, o que já deixou a estudante de artes excitada. Sua região íntima estava úmida, preparada para receber Davy. Ele deu início ao sexo oral em sua amiga.


- Ooooh, Davy, Davy! – ela exclamava.

- Você me deixa louco, Lulu... – disse ele, erguendo a cabeça.

- Ainda não acabou... – ela disse, acariciando os braços dele, provocante.



                                                Ele entendeu no mesmo momento o que ela queria dizer. Penetrou-a, levando o prazer de Louise às alturas.


- Aaaaaah, Davy, eu te amo! – ela gritou.

- Sim, Lulu, sim, eu te amo também! Aaaaah, como você é divina...




                                                   Os dois amigos de infância trocaram um longo beijo para finalizar o ato. Ficaram aconchegados nos braços um do outro. Lulu percebeu que, mesmo com o bom momento, seu querido amigo parecia melancólico.


- Está tudo bem, Davy? Não tenha reservas comigo...

- Ah... Louise, eu realmente não consigo esconder isso. Eu sinto mais saudade da Di a cada dia. Tenho o Peter, a Erin, você. Mas nenhum consegue preencher por completo a falta dela...

- Eu entendo. – Louise acariciou o rosto do amigo mais amado.

- Lulu, sei que vocês duas se tornaram grandes amigas ainda na época em que ela era minha namorada... Ainda conversam bastante?

- Claro... Davy... Na verdade...

- Na verdade...?

- Ela e eu...

- O quê? Fale, Lulu!

- Di e eu nos tornamos amantes, Davy.



                                      Ele tentou processar a informação. Ficou surpreso num primeiro momento... No entanto, uma imagem logo surgiu em sua mente: ele as vendo se amarem, e em seguida amando cada uma delas. A mulher que mais amava no mundo e a sua melhor amiga... Era tudo o que ele mais poderia querer em termos de satisfação sexual.
                                         Louise notou o brilho que surgiu nos olhos de seu melhor amigo.



- Sei o que você está pensando... E sabe, tive uma ideia.

- Qual ideia, Lulu?

- Uma noite dessas... Nós três. Di, você e eu. O que acha?

- Lulu... Eu não posso querer mais nada da vida!

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