quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Oneshot: One Night (Grindhouse Oficial)

Boa noite! Hoje vou postar uma oneshot da Grindhouse oficial, com Peter Tork, Dianna Mackenzie e Davy Jones, vivendo uma experiência... Diferente. Vocês verão! Boa leitura!







        Naquela noite em outubro de 1966, Dianna Mackenzie se rendeu ao profundo desejo pelo ex-namorado, Davy Jones. O casal não desejava de fato terminar. Foram obrigados por Amber Henderson, uma jornalista que aparentemente estava apaixonada por Davy e parecia ser mentalmente desequilibrada. Eles temiam que a jornalista lhes fizesse mal caso não se separassem.
        Dianna havia aceitado o pedido de namoro de Peter Tork, por pena. Sentia apenas amizade pelo baixista, por mais que ele fosse um homem atraente e gentil. Seu coração ainda pertencia a Davy, e ela ansiava por ele a cada segundo. Ela aliviava uma parte da aflição deitada na cama dele naquele quarto de hotel, entregando-se a ele mais uma vez.


- Davy... Ai, meu amor, eu te amo tanto! Não suporto ficar sem você, Cuddly Toy!

- Eu não aguento te ver com o Peter, Di, não aguento, você é minha, só minha! - Davy disse, antes de beijar o pescoço da amada intensamente.

- Ah... Davy, vai com calma, vou ter que explicar ao Peter se ficar uma mancha no meu pescoço!

- Cachecol serve para isso também, sabia? - Davy deu um sorriso malicioso.

- Safado... Como eu te amo... - Dianna puxou-o para mais um beijo, enquanto seus corpos executavam novos movimentos prazerosos.


               Conforme o prazer crescia, mais ruidosos ficavam os amantes. Não sabiam, porém, que eram ouvidos por Peter atrás da porta. Os gemidos de sua namorada e de seu rival excitavam Peter. A sensação boa era maior que o ciúme. Ele sonhava com o corpo da professorinha de história, e sabia bem o quanto seu colega (e talvez ainda amigo) era um belo homem, uma estátua grega em miniatura. Não podia mais aguentar.

- Ei! Vocês dois aí! Estão me deixando maluco, e não é de ciúme!


                    Dentro do quarto, Dianna e Davy pararam o ato, surpreendidos.


- Eu não acredito... - Davy resmungou.


                    Dianna nada respondeu, apenas enrolou um lençol ao redor de si e levantou-se, deixando Davy espantado. Ela abriu a porta.


- Olá, Peter.

- O-olá. - Peter não era o tipo de homem que olhava mais para os seios de uma mulher do que para os olhos dela, mas naquele momento não podia evitar. O lençol era fino.

- Sabe... Eu estava pensando em me divertir de um modo diferente esta noite. Por que... Não se junta a nós, Peter?

- O QUÊ? - os dois homens se surpreenderam. Constrangido, Davy escondeu sua parte íntima enrolando outro lençol em volta da cintura.

- Você ficou louca, Dianna? - Peter quis saber.

- Você só pode estar brincando, Di! - Davy falou, exasperado.

- Eu estou falando muito sério, Cuddly Toy. Pensem bem... Vai ser a única vez em que eu vou te dar tanta liberdade, Davy!E você, Peter, saiba que tem sorte.

- Dianna... Eu não vou... - Peter começou.

- Ah, por favor, Peter! - ela cortou. - Logo você, o rei dos hippies, vai hesitar? Vou torrar a paciência de vocês se não toparem! E Peter... Só farei com você assim.


             Davy e Peter trocaram um olhar. Dianna não esperou por uma resposta. Agarrou Davy e trocaram um beijo fogoso, o que fez os lençóis caírem. Peter quase perdeu o fôlego diante daquela bela visão. Dianna, sem pudores, soltou-se de Davy, fez Peter entrar e fechou a porta.

- Fica à vontade, Peter. - Dianna disse.

           
                Um pouco constrangido, mesmo já tendo se encontrado naquele tipo de situação anteriormente, Peter ficou só de cueca. Dianna se deu por satisfeita por ora. Jogou Davy na cama e recomeçaram os prazeres. Ele estava incomodado com a presença de Peter, no entanto, quando Dianna e ele se uniam, sentia-se como se existissem apenas eles no mundo inteiro, a comunhão de seus corpos e almas era perfeita. Se aquilo não era o mais puro amor, não sabia o que era. Atingiram o orgasmo juntos, deixando escapar um grito. Notaram que não eram os únicos tomados de deleite ali.

- Rapazes... - Dianna disse, ainda com as mãos segurando os músculos dos braços de Davy e ainda ofegante. - Eu quero que façam uma coisa.

- O quê? - eles perguntaram.

- Se beijem. É uma ordem.


                 Peter e Davy não esperavam por aquilo. Davy se levantou da cama, relutante. Peter e ele trocaram um olhar, um diante do outro.

- Andem! - Dianna os apressava. - Se soubessem como um beijo entre dois homens é... Excitante!

- Di, eu nunca fiz isso...

- Para tudo tem uma primeira vez, Cuddly Toy. Também nunca fiz com dois homens, mas quero tentar. Por favor! Em nome da diversão!


                Davy suspirou pesadamente e encarou Peter. O homem mais alto puxou o mais baixo para perto de si e beijou-o de um modo furiosamente ardente, nem mesmo a própria Dianna seria capaz daquilo. E beijar Davy do modo mais furioso e ardente possível era sua especialidade. Ela soltou um pequeno gemido enquanto observava a cena. Peter ajoelhou  e pegou o membro de Davy, enrijecido. Dianna engoliu uma pequena reclamação. Sem cenas de ciúme naquela noite. Somente sexo. Prazer. Assistiu a Peter dar prazer a Davy, que gemia ininterruptamente. Dianna acompanhava os gemidos do seu amado, como fazia quando era ela quem dava prazer a ele.
               Peter finalmente largou Davy, os dois ainda gemendo. O loiro lançou um olhar a Dianna, deitada na cama e tomada de prazer pelas cenas vistas.

- Dianna... Quer agora?

- Se você tiver disposição.

- Claro! Com sua licença, Davy.

- Acho que não tenho muita escolha, tenho? - Davy riu nervosamente.


                  Peter subiu na cama e ficou por cima de Dianna. Correu os dedos pelos cachos da garota e espalhou beijos em seu pescoço. Ela gemia baixinho. Davy sorria, sabendo que ele era o único capaz de realmente prepará-la para o amor. Peter arriscou-se a dar leves apertões nos seios da jovem professora, a que ela respondeu:

- Apalpe um pouco mais forte... Davy apalpa sem medo.






                   O baixista obedeceu, fazendo Dianna dar um gemido de prazer genuíno.


- Viu só, Peter? Eu realmente sei das coisas. - disse Davy, piscando.

- Pode ser... Mas deixe Di experimentar um pouco... Bem, de mim!

- Será que vocês podem parar de discutir? Eu estou aqui, porra! - Dianna reclamou.

- Ok, ok; - Peter disse, voltando a se concentrar em Dianna.


                   Ele finalemente estava preparado, e Dianna permitiu seu avanço. Ela não podia negar, Davy dava-lhe mais prazer, contudo, Peter ainda era bom de cama, e ela deixou isso claro gemendo aqui e ali. Por fim terminou. Peter rolou para o lado. Dianna foi um pouco mais para o meio da cama, abriu os braços e olhou para Davy. Chamou-o:


- Vem aqui comigo, Cuddly Toy.


                 O vocalista obedeceu, sendo envolvido nos braços da sua amada. Ficaram os três olhando para o teto, silenciosos, por vários minutos. Até que Dianna resolveu quebrar o gelo.

- Bem, meninos, o que acharam? Sinceramente.

- Eu... Nunca tinha sido... Bem... - Davy começou. - Foi um pouco estranho no começo, entretanto, confesso que não foi nada mau. E fico feliz que tenha sido o Peter. Meu amigo... Apesar de tudo. E claro, ter você, Di, é sempre a melhor coisa.

- E você, Peter, o que achou? - Dianna inquiriu.

- Já tinha participado de outras ménages à trois, porém, nem de longe nenhuma foi boa como essa! Vocês sabem que sou... Praticamente bissexual, não sabem?

- Sabemos. - Dianna e Davy disseram.

- Bem, hoje eu estava.... Totalmente bissexual, pode-se dizer. Nunca fiz com duas pessoas tão atraentes.

               
                  Dianna e Davy coraram e murmuraram agradecimentos.

- Em suma, foi ótimo. - Peter concluiu. - Obrigado por terem me deixado participar.

- De nada... Mas, bem, você tem consciência de que fez sexo com sua namorada e o amante dela? Porque fui rebaixado a isso. - Davy disse.

- Sim. Foi bem agradável. Sei que vocês se amam... Mas ainda não posso libertar Dianna.


                  Novo silêncio. Outra vez Dianna foi a primeira a se manifestar.



- Bem... Vou ser franca. Foi uma experiência boa. Você sabe agradar uma mulher, Peter. No entanto... Nenhum homem pode me fazer sentir tanto prazer como Davy. - ela beijou o amado.

- Eu sei. - Peter sorriu.


                   Ficaram quietos, mais uma vez, e desta vez caíram no sono. O amor entre Davy e Dianna foi reforçado novamente. Peter e Davy perceberam que, apesar da rivalidade, ainda eram grandes amigos. E nascia ali uma amizade entre Dianna e Peter. 














 

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