quarta-feira, 15 de julho de 2015

Oneshot: Enchanted (What If - Modern Vampires Of The City) - Parte IX

  Boa tarde! Mais uma parte de Enchanted pra vocês!





      Mais tarde naquela mesma noite, Micky havia convencido finalmente Emma a tentar gerar um novo filhote. Dizia à esposa que Christian já estava crescido o bastante para ganhar um irmãozinho.
       E eles tentaram. Emma dormia tranquilamente na cama, Christian em seu berço. Micky olhava para os dois amorosamente. Percebia mais uma vez como era feliz em seu casamento e sua vida familiar. Perguntou-se como seria se... Tivesse ficado com Felicity McGold.
                            

(Flashback ON)


        Quando Felicity estava passando por uma crise em seu relacionamento com Manuel Neuer, ela acabou conhecendo o lobo. Achava-o um pouco maluquinho demais, mas gostava bastante dele. Micky, por sua vez, considerava a profetisa uma mulher muito atraente. Apesar de se sentir um pouco apaixonado pela nova loba da alcateia, Emma Carlisle, pensava que não tinha chances. Ela era bonita demais, decerto outros lobos já a desejavam.
Então, o lobisomem e a profetisa se entregaram ao sentimento arrebatador.
        Certa vez, após trocarem um beijo mais quente, Felicity lembrou-se de Manuel. Sentia falta dele. E eram mostradas em sua mente imagens de uma loba loira, apaixonada por Micky e que ele tinha propensão a corresponder. Soltou-se dele.

- Fefe... – Micky tentou abraçá-la novamente.

- Não, Micky. O que estamos fazendo não está certo.

- Por quê? Aquele vampiro rastreador? Ele traiu você, Fefe! E essas suas visões? Eu prometo, ficarei do seu lado, vou cuidar de você!

- Não. Você deve ficar com ela. A loba loira. Não merece tudo isso por que estou passando. Não tem o dever de cuidar de mim. Vá com ela, Micky.

- Felicity!

- Ela ama você! E sei que você sente o mesmo por ela! É o que vocês lobos chamam de imprinting, não é?

- Um imprinting? Eu... Não sei, Felicity, realmente não sei. Penso muito em Emma... Mas ela é uma loba muito desejável, decerto Paul McCartney, Ringo Starr, o próprio Bobby Moore, já devem querê-la.

- Micky, não acabou de ouvir-me dizer que ela ama você? Eu sinto isso! Vá atrás dela! Ela não se entregará a outro lobo que não você!

                            
        Felicity foi embora, retornando à casa de Anastacia Rosely. Micky ficou parado no meio da floresta, pensando se deveria procurar Emma. Algo lhe dizia que sim, ele deveria fazer isso.
        Caminhou pelo bosque até a residência da loba. Tentou superar a timidez e bateu à porta de Emma. Ela ficou surpresa ao vê-lo ali.

- Micky?

- Emma, por favor, me diga que não há outro homem na sua vida! Eu uivo por você! Quero levá-la para minha mansão e torná-la minha loba!

- Não... Não há outro. Todas as noites eu só penso em você, Micky Dolenz! Uivo por você também! Mas... E... A profetisa? Eu... Vi vocês se amando uma certa noite.

- Uma tentativa vã de esquecer você, minha linda loba. Entreguei-me ao desejo carnal por ela, mas é você quem eu quero tornar minha eterna companheira! Aceita vir comigo?

- Sim! Eu aceito, Micky!

                              
              Micky levou Emma para a mansão. Mal chegaram e já se encaminharam ao quarto. Abriu a porta, dando passagem a ela.

- Deite-se, Emma. – disse Micky, já se sentindo incapaz de controlar o desejo pela loba.


          Emma olhou para Micky, mostrando que sabia o que ele pretendia. Antes de se deitar, deixou que o instinto lupino falasse mais alto e, ao dar um beijo ardente nele, mordeu o lábio dele levemente, o que deixou o lobo ainda mais sedento.
          Ela se afastou, começando a tirar o vestido. Micky apenas observava, paralisado, quase enfeitiçado.  E logo o vestido e as roupas de baixo de Emma estavam caídos aos pés dela. O lobo ficou maravilhado com o que via.

- É ainda mais linda do que eu imaginava. – sussurrou ele ao ouvido de Emma.

- Você imaginava, seu lobo safado? – ela deu uma risada maliciosa.
- Sim. – ele respondeu, beijando o pescoço da amada.


           Micky carregou Emma até a cama, onde a deitou com cuidado. Despiu-se e juntou-se a ela. Emma acariciava-o no peito, preparando o amado. Começaram a trocar beijos e carinhos. A loba permitiu o avanço dele. A cada movimento executado, uivavam de prazer.
            Enfim, tudo terminou, e o casal de lobos adormeceu, um aconchegado nos braços do outro.

- Emma... – Micky começou, alguns momentos antes de dormirem.

- Sim?

- Quero me casar com você amanhã. Você concorda?

- Sim! Sim! – e Emma deu um beijo em seu lobo para selar o acordo.


(Flashback OFF)

            Desde então, Emma e Micky viviam felizes. O lobo sabia que não podia desejar nada mais em sua vida... Exceto aumentar a família. Beijou a testa de sua loba e dormiu.
          
                                                                     ***

Alguns meses depois...


             Fazia alguns dias que Erin vinha sentindo contrações fortes, contudo, eram alarmes falsos. Peter estava apreensivo. Até que, no começo de uma certa noite, em que eles estavam juntos no quarto, Erin disse ao marido:

- Peter... Eu estou com muita dor. Dessa vez o bebê vai nascer, estou certa disso!

- Fique aí, Erin. Vou pedir a Emma, Dianna e Renée que venham te ajudar com o parto.

- Ande logo, Peter! – Erin apressou o marido.

                  As amigas de Erin vieram logo. Dianna, Renée e Emma iriam auxiliar a nova mãe no parto, e Alana ficou por ali só observando, imaginando como seria o momento em que, dali a quatro meses, daria à luz o lobinho que carregava no ventre.
                  Erin gemia de dor.

- Vamos, meu filho, por favor. – ela murmurava.

- Fique tranquila, prima. Eu sei como é isso. – Dianna dizia. – Tente se acalmar, ficar nervosa não adianta em nada.

- Di tem razão. – falou Emma. – Respire fundo e faça força, Erin.

                    A jovem mãe tentou seguir as recomendações das amigas. Afinal, elas próprias já haviam passado por aquela situação, e dali a alguns meses Emma daria à luz um lobinho novamente. Renée murmurava alguns encantamentos para diminuir a dor de Erin.  Por fim, após o que pareceu à esposa de Peter um longo tempo, ouviu-se um choro de bebê.

- É uma menina, Erin! – disse Dianna com um sorriso. Limpou a bebê e colocou-a nos braços da prima.

- Eu disse que ela esperava uma menina. – Renée estava satisfeita por sua previsão ter se mostrado correta.

- E é loirinha como o pai. – Erin disse, muito feliz. – Ela é linda. Renée, quero que você seja a madrinha da minha filhinha.

- Eu ficaria muito honrada, Erin. – disse Renée, sorrindo.

- Vou chamar o Peter. – disse Emma.

- Sim, chame-o, por favor! – Erin estava louca para dividir a alegria daquele momento com seu marido.

                    Logo, o mago chegou ao quarto. As outras mulheres se retiraram do cômodo, para deixar a nova família que se formava à vontade.

- Você está bem, meu amor? – Peter indagou.

- Estou ótima. Venha ver sua filha.

                Peter aproximou-se da cama com um sorriso. Erin colocou a menininha cuidadosamente nos braços do pai.

- Erin... Não tenho palavras para dizer como estou feliz. – disse ele, após beijar levemente a testa da bebê.

- Eu também estou muito feliz, Peter! Que nome você quer dar à nossa filha?

- Eu vou ter a honra de escolher o nome dela? – inquiriu o mago.

- Sim. – sua esposa falou, feliz.

- Bem... Eu gosto muito de Sally, o que você acha?

- Eu acho que é um bom nome.
         
                    O feiticeiro atrapalhado colocou Sally de volta nos braços da mãe para mamar. Beijou Erin e sentou-se na cama, observando sua esposa e sua filha. Sentia uma alegria enorme.

                                                                             ***


                   No dia seguinte, a mansão amanheceu agitada. Agora que Christian, Cecilia e Rebecca já estavam todos falando e andando, a casa era bem menos silenciosa. As gêmeas brincavam de pega-pega, rindo alto e com seus pezinhos fazendo barulho no assoalho de madeira enquanto corriam.

- Cece! Becky! Não riam tão alto! Vão acordar sua nova priminha Sally! E não corram tanto assim, vão se machucar! – Davy tentava fazer suas filhas se comportarem.

                   As duas ignoraram a bronca do pai.

- Não me façam chamar a mamãe! – o vampiro falou com um sorriso. Imediatamente as vampirinhas pararam de rir e correr. As meninas tinham medo de levar uma bronca de Dianna, que costumava ser bem mais rigorosa do que Davy.

- Me chamar por quê?- Dianna quis saber, dando uma pequena risada.

- Para fazer as nossas morceguinhas se comportarem. – explicou Davy. – Agora que temos a priminha delas em casa, elas não podem fazer tanto barulho!

- Pu quê? – quis saber Rebecca, enquanto o pai a pegava no colo.

- Porque sua priminha Sally é pequenininha e ela precisa dormir bastante. – explicou Dianna à filha.

- Quando ela vai bincar com a gente e o Christian? – perguntou Cecilia, no colo da mãe.

- Quando ela for grandinha como vocês. – respondeu Davy.

- E vai demolar muito? – as gêmeas indagaram em uníssono.

- Um pouco. – disse Dianna.

- Eu ouvi você dizendo que suas filhas não podem fazer muito barulho para não acordar Sally, Davy? – inquiriu Micky. – Acho que o mesmo se aplica a você e à Dianna durante a noite, não?

- Está certíssimo, querido. – Emma falou.

- Por que falam isso só para nós? – Davy retrucou. – Já se esqueceram daquela vez... Do Mike e da Alana?

- Pois é! E não pensem que não ouvimos vocês dois, sr.  e sra. Dolenz, soltando alguns uivos durante a noite. – Dianna deu um sorriso irônico para o casal de lobos.

             Emma e Micky ficaram sem saber o que responder. Daquela vez, seus amigos vampiros rebateram a provocação de forma triunfal. Os dois casais e seus filhos desceram as escadas para se juntar aos outros no desjejum.
             Foram todos para a sala de jantar. Erin estava sentada numa cadeira com sua bebê no colo, ladeada por Peter.  As gêmeas vampirinhas e o lobinho Christian se amontoaram ao redor dela para ver a bebê maga, curiosos.

- Eu já fui tão pequeno assim, papai? – perguntou Christian ao pai.

- É claro, meu filho. – respondeu Micky, pegando-o no colo e bagunçando o cabelo do filhote, loiro como o de Emma e cacheado e grosso como o dele.  – Você já foi um lobinho bem pequenininho.

                 Ouviu-se uma batida na porta. Ainda com o filho no colo, Micky foi atender.


- Fanny! – exclamou o lobo ao ver quem estava à porta. Ela era uma jovem mulher, baixa porém mais alta do que Dianna e Alana, de cabelos pretos e grandes olhos azuis. Era uma velha amiga dos rapazes da mansão, dos tempos em que eles viviam na Inglaterra.

- Olá, Micky. Este lindo menino no seu colo é o seu filho, presumo.

- Sim, sim. O nome dele é Christian.

- Não é só você que tem um herdeiro. Também tenho o meu. Venha cá, Bob. – Fanny chamou alguém. Um homem pouco mais alto do que Fanny, de cabelos cacheados e olhos claros, aproximou-se.  Ele tinha um menino de cabelos pretos cacheados e grandes olhinhos azuis no colo. – Este é o meu marido, Bob Dylan, e o nosso filho, Will.

                   Os dois homens trocaram um aperto de mão. Micky convidou os visitantes a entrar.

- Pessoal, vejam quem finalmente veio nos visitar! – ele exclamou.

- Fanny! – Mike, Davy e Peter estavam muito alegres, e correram para cumprimentá-la.

- Como senti saudades de vocês quatro! Poderiam ter me escrito antes! – ela riu.

- Saímos de Londres às pressas. – explicou Mike. – Não havia tempo.

- E por que você foi embora, Davy? Não tinha motivo para isso. – quis saber Fanny.

- Meus pais estavam com planos de expandir os negócios para fora da Inglaterra. Consegui convencê-los a vir a Munique, para que eu pudesse acompanhar Mike, Micky e Peter. A loja de Londres ficou sob os cuidados dos meus cunhados.

- Entendi. Bem, este é meu marido, Bob Dylan, e nosso filho Will.

               O lobo, o vampiro e o mago saudaram Bob e fizeram uma gracinha para agradar o pequeno Will, que Bob deixou brincando com Christian e as gêmeas, pouco mais velhos que o filho de Fanny.

- Minha esposa, Dianna. – Davy apresentou-a a Fanny. – Aquelas gêmeas ali são nossas filhas, Cecilia e Rebecca.

- Encantada em conhecê-la, Fanny. – disse Dianna.

- O prazer é meu, Dianna.

- Esta é minha mulher, Emma. – Micky fez as apresentações entre ela e Fanny. – Você já conheceu meu filho Christian. E em breve nossa família vai aumentar.

- Muito prazer, Fanny.

- Digo o mesmo, Emma. E meus parabéns adiantados pelo novo bebê.  

- Fanny, apresento-lhe Erin, minha mulher. – disse Peter. – Ontem ela deu à luz nossa filha, Sally.

- Muito prazer em conhecer e meus parabéns, Erin.

- Obrigada, Fanny. Também é um prazer conhecê-la.

- Esta é Renée, minha boa amiga. – Peter apresentou-a a Fanny. – Ofereci abrigo a ela aqui como forma de retribuir um favor que ela me prestou.

- Muito prazer, Renée. – Fanny ficou um pouco surpresa com a tatuagem na mão de Renée e o lado de seu rosto encoberto, mas, considerando quem eram os rapazes, aquilo não era tão estranho.

- O prazer é todo meu, Fanny.

- E esta, Fanny, é a minha esposa, Alana. – disse Mike. – Ainda não temos filhos, contudo, daqui a alguns meses ela dará à luz.

- Eu já conheço a Alana, Mike! – disse Fanny com um sorriso. – Tornamo-nos amigas em Londres um tempo depois de vocês terem partido! Senti sua falta, Allie!

- Eu também senti, Fanny! – disse a loba, abraçando a amiga. – Fico muito contente em rever você e saber que se casou com Dylan e está feliz com ele! A propósito, senti sua falta também, Dylan!

- Eu também, Alana. – o marido de Fanny deu um sorriso.

- E eu fico ainda mais contente por rever você e saber que está casada com o Nez! Uma surpresa muito boa! – Fanny disse a Alana. – Muitas felicidades para vocês e já dou os parabéns adiantados pelo pequeno lobo que terão!

- Pequeno... Lobo? – Bob perguntou um pouco espantado.

                  Então Fanny percebeu que havia falado demais.


- Hã, Bob... Tenho que explicar a você sobre o pessoal dessa casa.

- Por favor, querida, pois não estou entendendo.

- Bem... Mike e Micky são lobisomens. – Fanny começou. - Alana também é uma lupina, e obviamente o filho que ela está esperando também terá poder de metamorfose em lobo.  Não sei quanto a Emma, Christian e o bebê que Emma espera, todavia, suponho que sejam lobos também.

- Sim, sou uma loba. – confirmou Emma. – Christian também é um lobinho e o meu bebê também será.

                  Bob olhava para todos, muito surpreso e sem dizer nada.

- Peter é um mago. – Fanny continuou. - Não sei se Erin também tem poderes mágicos, no entanto, afirmo que a pequenina Sally logo manifestará os seus.

- Não, não tenho poderes. – disse Erin. – Sou uma humana comum. Contudo Renée, a amiga do Peter, também é feiticeira.

- Eu bem que imaginei. – disse Fanny. - E, bem, Davy também é um humano comum. Presumo que Dianna e suas filhas também sejam.

- Na verdade... Eu fui atacado e morto pelo Conde Beckenbauer, vampiro-mestre de Munique. Fui trazido de volta à vida na forma vampiresca pela vampira Louise McGold, minha boa amiga. – explicou Davy.

- Eu era uma humana comum como minha prima Erin aqui. – continuou Dianna. – Entretanto, Davy me mordeu para que pudéssemos ficar juntos sem risco para mim. Desde então sou vampira e dei à luz filhas também vampiras.

- Fanny, por acaso você também é alguma criatura sobrenatural? – Bob quis saber. – E o Will?

- Não, Bob. – Fanny tranquilizou o marido, rindo. – Sou absolutamente normal. E o nosso filho também.

- Não tenho nada contra criaturas assim, só estou surpreso... E, bem, como você os conheceu, Fanny?

- Nasci em um bairro de Londres em que tradicionalmente lobos, vampiros e magos habitavam. – contou Fanny. - Os humanos comuns do bairro não eram intolerantes em relação a eles. Lá, as “criaturas sobrenaturais” eram compreendidas e bem-aceitas. Minha família e a família de Davy conviviam em perfeita amizade com as famílias de lobos Nesmith e Dolenz e a família de magos Tork. Nós cinco crescemos juntos. Minha irmã Elinor até convivia bem com eles, mas ela preferia a companhia de outro menino mago, Jimmy Page. Vivemos todos felizes até que, quando já estávamos chegando à idade adulta, foi descoberto que os “sobrenaturais” viviam naquele bairro, protegidos pelos humanos comuns. E começou uma perseguição a eles. Os pais de Mike, Warren e Bettie, os pais de Micky, George e Janelle, e a irmã dele, Coco, além dos pais de Peter, Halsten e Virginia, foram todos mortos. Uma coisa horrível. Davy e eu tratamos de esconder Peter, Mike e Micky. Contudo, sabíamos que isso não adiantaria por muito tempo. Micky e Mike sabiam que havia em Munique um reduto seguro para lobisomens, mantido por um lobo chamado Bobby Moore. Então resolveram partir para cá, em busca de refúgio. Decidiram levar Peter com eles, na esperança de que Moore aceitasse conceder-lhe abrigo também. Eles sumiram de uma hora para outra. Fiquei preocupada, cheguei a pensar que tinham morrido. E Davy e seus pais, Harry e Doris, também desapareceram. Somente suas irmãs, Beryl e Lynda, ainda estavam em Londres. Não entendi por que eles também haviam desaparecido. Pensei que eles tivessem morrido também, talvez por ter escondido “sobrenaturais”. Só fiquei sabendo de toda a verdade quando minha amiga Felicity McGold, que vive numa fazenda próxima daqui, me contou sobre a chegada deles em uma carta, e depois eles próprios me contaram em cartas. Mas havia muito tempo que eu não tinha notícia de vocês, rapazes!

- Temíamos que as cartas fossem interceptadas e você ficasse numa enrascada, Fanny. – explicou Peter.

- Bem, agora está tudo certo. – Fanny falou. – Agora, eu acho que vou fazer uma visita à Fefe. Mais tarde volto aqui. Até logo, rapazes! E até logo, Emma, Dianna, Erin, Alana e Renée!

- Até logo!

         Micky acompanhou Fanny, seu marido e seu filho até a porta, e a família de humanos seguiu para a fazenda Neuer.
      

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