Peter
precisava de ajuda. Era um bom mago e confiava em suas próprias habilidades,
entretanto, nunca havia lidado com poções de amor. E elas não eram exatamente
um tipo de poção fácil de lidar. Embrenhou-se no meio dos bosques da ilha, e
andou por um longo tempo, até que chegou ao vilarejo e encontrou a casa que
procurava. Nela vivia Renée Chapelle, uma jovem e poderosa feiticeira, sua
amiga. Bateu à porta. Foi recepcionado pela dona da casa. Ela era uma moça de
porte majestoso, usando um vestido prateado, com um lado do rosto encoberto
pelos longos cabelos negros. A parte
descoberta revelava um belo rosto. No dorso de uma de suas mãos estava tatuada
uma cobra que mordia a própria cauda: um Ouroboros.
- Olá, Renée.
- Olá, Peter. – respondeu a jovem maga. – Em que posso
ajudá-lo, meu amigo?
- Minha esposa, Erin, foi enfeitiçada por um outro mago,
Philipp Lahm, após ter ingerido, sem saber, a poção de amor número 9.
- A poção de amor número 9? Sua mulher corre sério perigo!
- Eu sei. Preciso que me ajude a combater os efeitos da
poção. Nunca lidei com poções de amor, Renée.
- Bem... Entre, Peter.
Peter acompanhou Renée
até uma sala, cheia de prateleiras. Ao entrarem, ela apresentou-o a duas moças
que ali se encontravam. Uma delas, a loira, Peter já conhecia de vista.
- Estas são Alberta Mann e Joanna Martin. – disse a feiticeira.
– Alberta é uma loba e habita a Ilha dos Lobisomens.
- Acho que me lembro de estar presente em sua cerimônia de
admissão na alcateia, Alberta. – falou Peter.
- É provável. – sorriu a loba.
- Joanna é uma vampira andarilha. Antes era parte do séquito
do Barão Lauda. Mas percebeu com que tipo de gente estava lidando.
- Gente como aquele Cevert... Ele matou meu Dennis... –
Alberta de súbito parecia devastada.
Dennis Wilson,
o antigo amado de Alberta, era um lobisomem. Quando o casal viajava para pedir
abrigo entre a alcateia de Bobby Moore, foram atacados por François Cevert e
alguns dos outros vampiros do séquito do barão, inimigo do Conde Beckenbauer. François
atacou e matou Dennis sem dó nem piedade, e ter visto o namorado morrer diante
de seus olhos transtornou a loba para sempre. Depois, ela se apaixonou pelo vampiro Peter
Noone, que não lhe dava a mínima e encontrou a morte nas “mandíbulas” da
assustadora planta carnívora Caríbdis. Alberta parecia estar sofrendo um pouco
por isso.
Renée
remexia em suas prateleiras, até que encontrou o que procurava: um frasco com um líquido transparente.
- Aqui está, Peter. – ela colocou o vidro na mão do amigo.
- O que essa poção faz? – quis
saber o mago.
- Torna quem o beber simplesmente
irresistível. Mas após beber você deve ser rápido, porque o efeito passa logo.
- Certo. – Peter tirou a rolha do
frasco e sorveu todo o seu conteúdo. – Sinto-me normal. – disse ele, após
engolir a bebida mágica.
- Acredite, não está. – Renée
disse, com um olhar diferente para o amigo. – Seja rápido... E evite ser visto
por outras mulheres que não sua esposa.
Peter obedeceu,
deixando Renée, Joanna e Alberta um tanto quanto suspirantes. Seguiu por entre
as sombras da floresta. Não podia deixar que as lobas e as vampiras o vissem. Vagou
pelo bosque, até que avistou uma cabaninha de madeira. Aproximou-se
furtivamente e olhou para o interior da casa pela janela. Viu algo que fez
todos os seus nervos estalarem de ciúme: Lahm, seminu, despia Erin, e a
acariciava intensamente.
- Maldito! – ele exclamou.
O mago chutou a
porta da cabana. Deparou-se com uma pequena sala de visitas. Atravessou um
corredor, e viu-se diante de algumas portas. Colou o ouvido em uma, e ouviu um
diálogo que o deixou profundamente nervoso:
- Deite-se, Erin, minha Rainha
das Flores. Quero tornar você única e totalmente minha.
- Oh, Philipp... Sim, sim, por
favor! – pediu ela.
Peter chutou a
porta.
- Erin! Não! Por favor, não faça
isso! – ele quase implorou.
Lahm estava deitado
por cima de Erin, quase perto do “grand finale”, e segurava-a pelos pulsos. O casal virou-se para olhar para Peter.
- Tork! – rosnou Lahm.
- Peter! – Erin abriu um grande
sorriso. Peter exultou por dentro. A poção de Renée parecia estar surtindo
efeito. – O que faz em cima de mim, herr Lahm? Saia! – ela gritou, e expulsou o
mago alemão de cima dela com um pontapé em um ponto especialmente sensível.
Lahm ganiu de dor e caiu da cama.
- Eu senti sua falta, meu amor. –
disse Peter, sorrindo para Erin e abrindo seus braços. Ela se jogou nos braços
dele. O toque da pele nua dela deixou-o
desejoso. Ela afagava os cabelos e o rosto dele, e disse:
- Eu... Não sei o que deu em mim.
Me perdoa, querido...
- Eu perdoo sim. – Peter deu um
beijo suave nos lábios de sua esposa.
- Peter... Você está tão...
Atraente. Deita comigo, por favor... Me faça um filho, há muito tempo que quero
ter um bebê.
- Logo, minha querida. Antes
tenho um serviço a fazer.
Peter soltou-se de Erin e
esbravejou para Lahm:
- Levante-se, seu mago de araque.
- E o que você vai fazer comigo?
Lutar?
- Se preciso. – Peter deu um
sorriso quase cruel.
Lahm tentou pôr-se de pé,
contudo, o golpe que Erin lhe aplicara o impediu.
- Dê-me ao menos minhas roupas,
Tork. – ele pediu.
Peter pegou as roupas
empaçocadas do mago no chão e jogou-as de má vontade para ele. Em seguida,
pegou o vestido e as roupas de baixo de Erin e deu-as a ela, para que pudessem
ir embora dali. Depois que Lahm e Erin estavam vestidos, Peter aplicou no rival
um feitiço que o deixou inconsciente.
- Ele vai ficar desacordado por
um bom tempo. Acho que vou entregá-lo a Louise.
- Oh, Peter, não seja cruel. –
Erin disse.
- Ele merece. Roubou-a de mim. Eu
nunca mais vou deixar que tirem você de mim, Erin. Nunca mais. – ele pegou a
esposa nos braços.
- Peter... – ela sussurrou
sedutoramente no ouvido do marido. – Me possua quando chegarmos em casa... Você
está me deixando maluca.
- Sim. – o mago respondeu.
O casal saiu da cabana. Ainda
naquela noite, iria pedir a Louise que desse cabo do mago alemão. Mas antes,
tinha algo mais importante para fazer.
Mal deixou Erin ser abraçada
por Dianna e Emma, e também por Alana, que havia se tornado também sua amiga.
Levou a esposa para o quarto, sedento de amor. E sabia que ela também estava
sequiosa.
- Erin... Eu estava com tanta saudade... – ele murmurou, revelando
aos poucos a nudez de sua mulher, ela fazendo o mesmo com ele.
- Agora percebo que eu também estava, Peter... Desculpe-me...
- Está tudo bem, já passou.
Carregou-a nos braços e deitou-a
cuidadosamente na cama. Acariciava-a toda, e ela tocava-o em pontos sensíveis,
fazendo-o soltar gemidos.
- Vamos tentar... Um bebê, Peter? Por favor, eu quero muito um
filhinho...
- Sim... Sim, meu amor.
Peter avançou.
Erin, a princípio, sentiu uma pequena dor, que logo deu lugar ao deleite. Para
extasiá-la ainda mais, Peter beijava os seios de Erin.
- Peter! Oh, Peter! – ela exclamava, em meio a gemidos.
- Erin, Erin...
Atingiram o prazer máximo, e se soltaram.
- Tomara que tenhamos conseguido
conceber um bebê. – disse Peter, acariciando o ventre de Erin, como se já
houvesse um pequeno ser se formando ali.
- Eu acho que sim. – ela pousou a
mão sobre a dele. Trocaram alguns carinhos e beijos, e acabaram por dormir.
***
Na noite seguinte,
Mike tentou levar Alana de volta ao riacho. Ele tinha as alianças de ouro no
bolso do paletó. Executariam o ritual de casamento lupino à beira das águas,
sob a Lua cheia.
- Alana Michelle Watson, eu juro
que a amarei por toda a eternidade. Ocorreu o imprinting entre nós. Aceita se
tornar a minha esposa? – perguntou ele, pegando as mãos dela.
- Sim. – ela respondeu. – Robert
Michael Nesmith, eu juro que o amarei por toda a eternidade. Ocorreu o
imprinting entre nós. Aceita se tornar o meu marido?
- Sim, sim, mil vezes sim. – ele
sorriu, e se inclinou para beijá-la, ao mesmo tempo em que ela ficava na ponta
dos pés.
O beijo ficava mais
e mais intenso.
- Allie... Finalmente somos
marido e mulher... Minha loba, minha amada loba.
- Ah, meu lobo, eu estou tão
feliz!
- Podemos dar início a nossa
noite de núpcias? Davy me falou que aqui é um ótimo lugar para... Bem...
Alana riu.
- Sim, Mike. Podemos. – disse ela
com um sorriso. – Naquela noite Rosie e Best chegaram antes...
- Então vamos. – o lobisomem deu
um sorriso malicioso.
Mike deitou Alana na grama, e a despiu. Ela tirou as roupas dele.
Começaram a acariciar-se, inicialmente de forma inocente, até que as carícias
se tornaram mais intensas. Ela enroscou as mãos nos cabelos pretos do amado. As
mãos dele subiam e desciam pelas costas da loba, já provocando alguns gemidos.
- Mike... Eu quero mais... – ela sussurrou.
- Seu desejo é uma ordem, Allie. – disse o lobo, penetrando-a. Os
gemidos de ambos cresciam, e tornaram-se uivos, uivos longos.
- A Ilha dos Lobisomens inteira vai nos ouvir... – Alana riu.
- Se Dianna e Davy podem ser ouvidos pela ilha toda, por que nós
não? – o marido deu um sorriso.
Finalmente atingiram o clímax.
- Mike, eu te amo. – Alana nunca
havia dito aquilo ao amado com todas as letras, ainda que manifestasse o
sentimento em suas ações. Queria dizer aquilo a ele na hora certa. E aquele
momento revelou-se o ideal.
- Eu também te amo, Alana. Muito,
muito, muito. – Mike beijou sua esposa docemente.
O casal mergulhou nas águas
do riacho, onde nadaram e brincaram. Quando se cansaram, emergiram. Mike
sacudiu a cabeça para secar o cabelo, exatamente como um lobo faz para secar o
pelo, e sua mulher riu.
- Mike, você está na forma
humana.
- Eu sei, minha lobinha. Mas você
sabe tão bem como eu que temos instintos.
Ele pegou suas roupas e
se vestiu, pois esfriava. Alana também se vestiu. Ela bocejou.
- Vamos para casa? Estou com
sono... – pediu ela.
- Por que não dormimos aqui? –
sugeriu Mike.
- Sabe, não é má ideia.
Mike deitou-se na
relva, e abriu os braços. Alana se juntou a ele, aninhando-se nos braços dele.
Ele beijou a testa dela, e logo caíram no sono.
***
Passou-se um mês. Erin
estava radiante, pois havia se dado conta de algo muito bom. Precisava falar
com o marido. Encontrou-o no quarto, lendo um grimório.
- Peter? Está ocupado?
- Nunca estou ocupado para você,
querida. – disse ele, dando um sorriso e depositando o livro sobre a cama. – O
que houve? Você parece muito feliz.
- Sim, estou muito feliz! – ela
não conseguia parar de sorrir.
- Conte-me o porquê dessa alegria
toda. – ele pediu.
- Deu certo, Peter!
- Deu... Certo? – ele não estava
entendendo.
- Nossa tentativa... Estou
grávida!
Ao ouvir aquilo,
Peter deu um grande sorriso.
- É verdade?
- Sim! Sim! – ela confirmou,
alegremente.
- Isso é maravilhoso, Erin! – ele
a beijou apaixonadamente. Em seguida, abaixou-se para acariciar o ventre da
esposa. – Sinto que será uma menina. E que ela será tão linda quanto você.
- Uma menininha... – Erin
murmurou, carinhosamente, pousando as mãos sobre o ventre. – Ah, Peter, esse
bebê virá para coroar nossa reunião!
- Sim, Erin. – ele sorria tanto
quanto a esposa.
** *
Naquele dia, a Ilha
dos Lobisomens estava mais vazia, pois alguns moradores estavam no vilarejo,
prestigiando a cerimônia de casamento de Felicity McGold e Manuel Neuer.
Quando a noite avançava, os moradores da
mansão Dolenz estavam praticando suas atividades noturnas. Dianna e Emma haviam
acabado de fazer seus bebês dormirem, e seus maridos traziam os animais que
haviam caçado para o jantar. Mike e Alana e Peter e Erin estavam em seus
quartos.
Subitamente, ouviram-se
barulhos muito altos vindos da residência de Bobby Moore, o lobo alfa. Madeira
quebrando e vidro estilhaçando.
- Peter, vá com calma, não
machuque o bebê. – pedia Erin ao marido, deitado por cima dela, tentando amá-la.
- Estou tentando, querida, mas
com essa barulheira não consigo! – o mago respondeu.
No outro quarto...
- Allie, sinto muito, mas hoje
não vamos poder nos amar! Não consigo me concentrar! – Mike exclamou.
- O que raios está acontecendo
lá? – Alana resmungou.
- Não faço ideia.
Na sala de visitas...
- O que eles estão fazendo???
Treinando dentro de casa??? – Davy estava espantado.
Fizeram-se ouvir,
então, gritos de “Canalha, sem-vergonha!!! Vai ficar com ela, vai!
Fracassado!!!”.
- Acho que não estão treinando,
meu doce vampiro. – Dianna disse, num tom apreensivo. – Vou ver se as meninas
acordaram com essa balbúrdia toda. – ela foi para o quarto, seguida pelo
marido.
O choro irritado de
Christian chegou aos ouvidos de sua mãe. Emma foi até o quarto dela e de Micky,
onde ficava o berço do pequeno. Ela o tirou do berço.
- Calma, meu lobinho. A mamãe
está aqui. Não precisa chorar. – Emma abraçou seu bebê e o beijou na testa,
tentando acalmá-lo. Foi com ele até a sala.
Lá chegando, seu
marido disse:
- Meu Deus, e eu pensava que eu era doido! É bom saber que há gente
que foi mais fundo do que eu no poço da loucura!
- Cala essa boca, Micky! – Emma
se irritou. - Seja útil e me ajude a acalmar nosso filho!
Com uma expressão de
cãozinho com o rabo entre as pernas, Micky pegou o filhote dos braços da esposa
e desajeitadamente tentou niná-lo.
- Desculpe-me, Emma.
-Tudo bem.
Tudo se aquietou na
mansão de Bobby Moore e, por consequência, na mansão dos Dolenz. No dia seguinte, Renée foi até a Ilha dos
Lobisomens, em busca da residência de Peter. Estava na hora de ele lhe
retribuir o favor. Chegou à mansão onde viviam os amigos de Peter. E avistou ao
lado da mansão uma pequena cabana. Era
ali em que Peter vivia com sua esposa.
Bateu
discretamente na porta. Uma mulher jovem e bonita, de cabelos castanhos e
lisos, usando um vestido branco e largo e com uma das mãos alisando o ventre,
atendeu.
- Pois não?
- Aqui mora Peter Tork?
- Sim.
- Eu sou Renée Chapelle, uma
amiga dele. – a jovem maga se apresentou.
- Eu sou Erin, a esposa
dele. – Erin devolveu o cumprimento de
Renée e permitiu sua entrada.
Apesar da
aparência misteriosa de Renée, com o cabelo negro e liso encobrindo uma parte
do rosto e a tatuagem de uma cobra que mordia a própria cauda no dorso da mão,
Erin nada sentiu de maléfico nela. Foi até o quarto e chamou o marido. Em
seguida, voltou à sala e tentou iniciar uma conversa com a visitante.
- Err... Desculpe minha
curiosidade, mas por que veio até aqui?
- Minha casa no vilarejo foi
destruída por nosferatus, e me refugiei em Stuttgart, onde um feiticeiro me
ensinou a arte da alquimia suprema. Depois retornei a Munique, aceitando o
abrigo que Peter prestou a mim.
- E também devo agradecer a você
por ajudá-lo. Sabe, quando estava sob o feitiço da Poção do Amor.
- Está tudo bem. – a maga desviou
o olhar e passou a analisar o ambiente.
- Renée, que bom que veio! –
Peter vinha descendo as escadas. Chegando ao fim delas, abraçou a amiga.
- Muito obrigada, Peter! E sua
esposa é muito atenciosa.
- Obrigada. – Erin agradeceu com
um sorriso, e ela e o marido levaram as bagagens de Renée para um quarto de
hóspedes. – Deseja se juntar a nós no desjejum, Renée?
- Agradeço, mas não estou com
fome. Desejo dormir logo. Tive uma noite em claro numa tentativa de transmutar
um objeto. – a alquimista agradeceu,
fechando a porta e se deitando na cama.
Mais tarde, em algum
momento da madrugada, o vampiro taverneiro Ronnie Peterson aproximou-se da Ilha
dos Lobisomens e do Castelo Beckenbauer, tocando sua flauta dourada, a pedido
do Barão Lauda, numa tentativa de localizar Odile Greyhound. O som emitido pelo
instrumento possuía poderes hipnóticos para as mulheres. Para elas, soava como
seus amados, chamando-as rouca e sedutoramente. Assim, não conseguiam evitar senão
seguir a música por onde fosse.
Dianna dormia
aconchegada nos braços de Davy. Ao ouvir o som da flauta, desenroscou-se dele e
saiu da mansão dos Dolenz. Emma dormia ao lado de Micky, o braço dele dobrado
sobre ela. Emma levantou-se, fazendo o braço do lobisomem cair sobre o colchão.
Mike havia adormecido ainda deitado sobre Alana, após finalmente terem
conseguido fazer amor. A música hipnótica do vampiro sueco atingiu os ouvidos
da loba, e com um pouco de dificuldade ela conseguiu se libertar do corpo
adormecido do lobo alto em cima dela. Erin e Peter dormiam de conchinha, e
quando ouviu aquele maravilhoso som, ela se soltou, seguindo as três amigas.
Poucas horas
depois, Davy acordou e, sonolento, começou a tatear o colchão, em busca do
corpo de Dianna. Ela não estava ali.
- Di? Di! Onde você está? – ele
chamava, desesperado.
- Emma? – Micky também havia percebido
o desaparecimento da esposa.
- Algum de vocês viu a Allie? –
Mike indagou, nervoso.
- Erin sumiu! – Peter exclamou,
mortificado ao notar que novamente sua esposa havia sido tirada dele.
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