sábado, 6 de junho de 2015

Oneshot: Enchanted (Série What If - Modern Vampires Of The City) - Parte VI

    Mais uma parte da oneshot vampiresca!






 


                                     Peter precisava de ajuda. Era um bom mago e confiava em suas próprias habilidades, entretanto, nunca havia lidado com poções de amor. E elas não eram exatamente um tipo de poção fácil de lidar. Embrenhou-se no meio dos bosques da ilha, e andou por um longo tempo, até que chegou ao vilarejo e encontrou a casa que procurava. Nela vivia Renée Chapelle, uma jovem e poderosa feiticeira, sua amiga. Bateu à porta. Foi recepcionado pela dona da casa. Ela era uma moça de porte majestoso, usando um vestido prateado, com um lado do rosto encoberto pelos longos cabelos negros.  A parte descoberta revelava um belo rosto. No dorso de uma de suas mãos estava tatuada uma cobra que mordia a própria cauda: um Ouroboros.


 


- Olá, Renée.


- Olá, Peter. – respondeu a jovem maga. – Em que posso ajudá-lo, meu amigo?


- Minha esposa, Erin, foi enfeitiçada por um outro mago, Philipp Lahm, após ter ingerido, sem saber, a poção de amor número 9.


- A poção de amor número 9? Sua mulher corre sério perigo!


- Eu sei. Preciso que me ajude a combater os efeitos da poção. Nunca lidei com poções de amor, Renée.


- Bem... Entre, Peter.


 


                              Peter acompanhou Renée até uma sala, cheia de prateleiras. Ao entrarem, ela apresentou-o a duas moças que ali se encontravam. Uma delas, a loira, Peter já conhecia de vista.


 


- Estas são Alberta Mann e Joanna Martin. – disse a feiticeira. – Alberta é uma loba e habita a Ilha dos Lobisomens.


- Acho que me lembro de estar presente em sua cerimônia de admissão na alcateia, Alberta. – falou Peter.


- É provável. – sorriu a loba.


- Joanna é uma vampira andarilha. Antes era parte do séquito do Barão Lauda. Mas percebeu com que tipo de gente estava lidando.


- Gente como aquele Cevert... Ele matou meu Dennis... – Alberta de súbito parecia devastada.


 


                                Dennis Wilson, o antigo amado de Alberta, era um lobisomem. Quando o casal viajava para pedir abrigo entre a alcateia de Bobby Moore, foram atacados por François Cevert e alguns dos outros vampiros do séquito do barão, inimigo do Conde Beckenbauer. François atacou e matou Dennis sem dó nem piedade, e ter visto o namorado morrer diante de seus olhos transtornou a loba para sempre.  Depois, ela se apaixonou pelo vampiro Peter Noone, que não lhe dava a mínima e encontrou a morte nas “mandíbulas” da assustadora planta carnívora Caríbdis. Alberta parecia estar sofrendo um pouco por isso.


                                    Renée remexia em suas prateleiras, até que encontrou o que procurava:  um frasco com um líquido transparente.


 


- Aqui está, Peter. – ela colocou o vidro na mão do amigo.


- O que essa poção faz? – quis saber o mago.


- Torna quem o beber simplesmente irresistível. Mas após beber você deve ser rápido, porque o efeito passa logo.


- Certo. – Peter tirou a rolha do frasco e sorveu todo o seu conteúdo. – Sinto-me normal. – disse ele, após engolir a bebida mágica.


- Acredite, não está. – Renée disse, com um olhar diferente para o amigo. – Seja rápido... E evite ser visto por outras mulheres que não sua esposa.


 


                             Peter obedeceu, deixando Renée, Joanna e Alberta um tanto quanto suspirantes. Seguiu por entre as sombras da floresta. Não podia deixar que as lobas e as vampiras o vissem. Vagou pelo bosque, até que avistou uma cabaninha de madeira. Aproximou-se furtivamente e olhou para o interior da casa pela janela. Viu algo que fez todos os seus nervos estalarem de ciúme: Lahm, seminu, despia Erin, e a acariciava intensamente.


- Maldito! – ele exclamou.


 


                              O mago chutou a porta da cabana. Deparou-se com uma pequena sala de visitas. Atravessou um corredor, e viu-se diante de algumas portas. Colou o ouvido em uma, e ouviu um diálogo que o deixou profundamente nervoso:


 


- Deite-se, Erin, minha Rainha das Flores. Quero tornar você única e totalmente minha.


- Oh, Philipp... Sim, sim, por favor! – pediu ela.


 


                             Peter chutou a porta.


 


- Erin! Não! Por favor, não faça isso! – ele quase implorou.


 


                          Lahm estava deitado por cima de Erin, quase perto do “grand finale”,  e segurava-a pelos pulsos.  O casal virou-se para olhar para Peter.


- Tork! – rosnou Lahm.


- Peter! – Erin abriu um grande sorriso. Peter exultou por dentro. A poção de Renée parecia estar surtindo efeito. – O que faz em cima de mim, herr Lahm? Saia! – ela gritou, e expulsou o mago alemão de cima dela com um pontapé em um ponto especialmente sensível. Lahm ganiu de dor e caiu da cama.


- Eu senti sua falta, meu amor. – disse Peter, sorrindo para Erin e abrindo seus braços. Ela se jogou nos braços dele.  O toque da pele nua dela deixou-o desejoso. Ela afagava os cabelos e o rosto dele, e disse:


- Eu... Não sei o que deu em mim. Me perdoa, querido...


- Eu perdoo sim. – Peter deu um beijo suave nos lábios de sua esposa.


- Peter... Você está tão... Atraente. Deita comigo, por favor... Me faça um filho, há muito tempo que quero ter um bebê.


- Logo, minha querida. Antes tenho um serviço a fazer.


 


                    Peter soltou-se de Erin e esbravejou para Lahm:


 


 


- Levante-se, seu mago de araque.


- E o que você vai fazer comigo? Lutar?


- Se preciso. – Peter deu um sorriso quase cruel.


 


                   Lahm tentou pôr-se de pé, contudo, o golpe que Erin lhe aplicara o impediu.


 


- Dê-me ao menos minhas roupas, Tork. – ele pediu.


 


                Peter pegou as roupas empaçocadas do mago no chão e jogou-as de má vontade para ele. Em seguida, pegou o vestido e as roupas de baixo de Erin e deu-as a ela, para que pudessem ir embora dali. Depois que Lahm e Erin estavam vestidos, Peter aplicou no rival um feitiço que o deixou inconsciente.


 


- Ele vai ficar desacordado por um bom tempo. Acho que vou entregá-lo a Louise.


- Oh, Peter, não seja cruel. – Erin disse.


- Ele merece. Roubou-a de mim. Eu nunca mais vou deixar que tirem você de mim, Erin. Nunca mais. – ele pegou a esposa nos braços.


- Peter... – ela sussurrou sedutoramente no ouvido do marido. – Me possua quando chegarmos em casa... Você está me deixando maluca.


- Sim. – o mago respondeu.


 


                  O casal saiu da cabana. Ainda naquela noite, iria pedir a Louise que desse cabo do mago alemão. Mas antes, tinha algo mais importante para fazer.


                 Mal deixou Erin ser abraçada por Dianna e Emma, e também por Alana, que havia se tornado também sua amiga. Levou a esposa para o quarto, sedento de amor. E sabia que ela também estava sequiosa.


 


- Erin... Eu estava com tanta saudade... – ele murmurou, revelando aos poucos a nudez de sua mulher, ela fazendo o mesmo com ele.


- Agora percebo que eu também estava, Peter... Desculpe-me...


- Está tudo bem, já passou.






             Carregou-a nos braços e deitou-a cuidadosamente na cama. Acariciava-a toda, e ela tocava-o em pontos sensíveis, fazendo-o soltar gemidos.




- Vamos tentar... Um bebê, Peter? Por favor, eu quero muito um filhinho...


- Sim... Sim, meu amor.





                Peter avançou. Erin, a princípio, sentiu uma pequena dor, que logo deu lugar ao deleite. Para extasiá-la ainda mais, Peter beijava os seios de Erin.





- Peter! Oh, Peter! – ela exclamava, em meio a gemidos.


- Erin, Erin...





                   Atingiram o prazer máximo, e se soltaram.


 


- Tomara que tenhamos conseguido conceber um bebê. – disse Peter, acariciando o ventre de Erin, como se já houvesse um pequeno ser se formando ali.


- Eu acho que sim. – ela pousou a mão sobre a dele. Trocaram alguns carinhos e beijos, e acabaram por dormir.


 


                                                                     ***


                


 


 


                          Na noite seguinte, Mike tentou levar Alana de volta ao riacho. Ele tinha as alianças de ouro no bolso do paletó. Executariam o ritual de casamento lupino à beira das águas, sob a Lua cheia.


 


- Alana Michelle Watson, eu juro que a amarei por toda a eternidade. Ocorreu o imprinting entre nós. Aceita se tornar a minha esposa? – perguntou ele, pegando as mãos dela.


- Sim. – ela respondeu. – Robert Michael Nesmith, eu juro que o amarei por toda a eternidade. Ocorreu o imprinting entre nós. Aceita se tornar o meu marido?


- Sim, sim, mil vezes sim. – ele sorriu, e se inclinou para beijá-la, ao mesmo tempo em que ela ficava na ponta dos pés.


 


                           O beijo ficava mais e mais intenso.


 


- Allie... Finalmente somos marido e mulher... Minha loba, minha amada loba.


- Ah, meu lobo, eu estou tão feliz!


- Podemos dar início a nossa noite de núpcias? Davy me falou que aqui é um ótimo lugar para... Bem...


 


                          Alana riu.


 


- Sim, Mike. Podemos. – disse ela com um sorriso. – Naquela noite Rosie e Best chegaram antes...


- Então vamos. – o lobisomem deu um sorriso malicioso.


 


                     Mike deitou Alana na grama, e a despiu. Ela tirou as roupas dele. Começaram a acariciar-se, inicialmente de forma inocente, até que as carícias se tornaram mais intensas. Ela enroscou as mãos nos cabelos pretos do amado. As mãos dele subiam e desciam pelas costas da loba, já provocando alguns gemidos.


- Mike... Eu quero mais... – ela sussurrou.


- Seu desejo é uma ordem, Allie. – disse o lobo, penetrando-a. Os gemidos de ambos cresciam, e tornaram-se uivos, uivos longos.


- A Ilha dos Lobisomens inteira vai nos ouvir... – Alana riu.


- Se Dianna e Davy podem ser ouvidos pela ilha toda, por que nós não? – o marido deu um sorriso.





                      Finalmente atingiram o clímax.


 


- Mike, eu te amo. – Alana nunca havia dito aquilo ao amado com todas as letras, ainda que manifestasse o sentimento em suas ações. Queria dizer aquilo a ele na hora certa. E aquele momento revelou-se o ideal.


- Eu também te amo, Alana. Muito, muito, muito. – Mike beijou sua esposa docemente.


 


                    O casal mergulhou nas águas do riacho, onde nadaram e brincaram. Quando se cansaram, emergiram. Mike sacudiu a cabeça para secar o cabelo, exatamente como um lobo faz para secar o pelo, e sua mulher riu.


 


- Mike, você está na forma humana.


- Eu sei, minha lobinha. Mas você sabe tão bem como eu que temos instintos.


 


                        Ele pegou suas roupas e se vestiu, pois esfriava. Alana também se vestiu. Ela bocejou.


 


- Vamos para casa? Estou com sono... – pediu ela.


- Por que não dormimos aqui? – sugeriu Mike.


- Sabe, não é má ideia.


 


                          Mike deitou-se na relva, e abriu os braços. Alana se juntou a ele, aninhando-se nos braços dele. Ele beijou a testa dela, e logo caíram no sono.


                                                                     ***


 


 


 


 


                            Passou-se um mês. Erin estava radiante, pois havia se dado conta de algo muito bom. Precisava falar com o marido. Encontrou-o no quarto, lendo um grimório.


 


- Peter? Está ocupado?


- Nunca estou ocupado para você, querida. – disse ele, dando um sorriso e depositando o livro sobre a cama. – O que houve? Você parece muito feliz.


- Sim, estou muito feliz! – ela não conseguia parar de sorrir.


- Conte-me o porquê dessa alegria toda. – ele pediu.


- Deu certo, Peter!


- Deu... Certo? – ele não estava entendendo.


- Nossa tentativa... Estou grávida!


 


                           Ao ouvir aquilo, Peter deu um grande sorriso.


 


- É verdade?


- Sim! Sim! – ela confirmou, alegremente.


- Isso é maravilhoso, Erin! – ele a beijou apaixonadamente. Em seguida, abaixou-se para acariciar o ventre da esposa. – Sinto que será uma menina. E que ela será tão linda quanto você.


- Uma menininha... – Erin murmurou, carinhosamente, pousando as mãos sobre o ventre. – Ah, Peter, esse bebê virá para coroar nossa reunião!


- Sim, Erin. – ele sorria tanto quanto a esposa.


 


                                                                    ** *


 


 


 


                          Naquele dia, a Ilha dos Lobisomens estava mais vazia, pois alguns moradores estavam no vilarejo, prestigiando a cerimônia de casamento de Felicity McGold e Manuel Neuer.


                         Quando a noite avançava, os moradores da mansão Dolenz estavam praticando suas atividades noturnas. Dianna e Emma haviam acabado de fazer seus bebês dormirem, e seus maridos traziam os animais que haviam caçado para o jantar. Mike e Alana e Peter e Erin estavam em seus quartos.


                           Subitamente, ouviram-se barulhos muito altos vindos da residência de Bobby Moore, o lobo alfa. Madeira quebrando e vidro estilhaçando.


 


- Peter, vá com calma, não machuque o bebê. – pedia Erin ao marido, deitado por cima dela, tentando amá-la.


- Estou tentando, querida, mas com essa barulheira não consigo! – o mago respondeu.


 


                            No outro quarto...


 


- Allie, sinto muito, mas hoje não vamos poder nos amar! Não consigo me concentrar! – Mike exclamou.


- O que raios está acontecendo lá? – Alana resmungou.


- Não faço ideia.


 


                         Na sala de visitas...


 


- O que eles estão fazendo??? Treinando dentro de casa??? – Davy estava espantado.


 


                         Fizeram-se ouvir, então, gritos de “Canalha, sem-vergonha!!! Vai ficar com ela, vai! Fracassado!!!”.


 


- Acho que não estão treinando, meu doce vampiro. – Dianna disse, num tom apreensivo. – Vou ver se as meninas acordaram com essa balbúrdia toda. – ela foi para o quarto, seguida pelo marido.


 


                           O choro irritado de Christian chegou aos ouvidos de sua mãe. Emma foi até o quarto dela e de Micky, onde ficava o berço do pequeno. Ela o tirou do berço.


 


- Calma, meu lobinho. A mamãe está aqui. Não precisa chorar. – Emma abraçou seu bebê e o beijou na testa, tentando acalmá-lo. Foi com ele até a sala.


 


                         Lá chegando, seu marido disse:


 


- Meu Deus, e eu pensava que eu era doido! É bom saber que há gente que foi mais fundo do que eu no poço da loucura!


- Cala essa boca, Micky! – Emma se irritou. - Seja útil e me ajude a acalmar nosso filho!


 


                         Com uma expressão de cãozinho com o rabo entre as pernas, Micky pegou o filhote dos braços da esposa e desajeitadamente tentou niná-lo.


 


- Desculpe-me, Emma.


-Tudo bem.


 


                          Tudo se aquietou na mansão de Bobby Moore e, por consequência, na mansão dos Dolenz.  No dia seguinte, Renée foi até a Ilha dos Lobisomens, em busca da residência de Peter. Estava na hora de ele lhe retribuir o favor. Chegou à mansão onde viviam os amigos de Peter. E avistou ao lado da mansão uma pequena cabana.  Era ali em que Peter vivia com sua esposa.


                             Bateu discretamente na porta. Uma mulher jovem e bonita, de cabelos castanhos e lisos, usando um vestido branco e largo e com uma das mãos alisando o ventre, atendeu.


 


- Pois não?


- Aqui mora Peter Tork?


- Sim.


- Eu sou Renée Chapelle, uma amiga dele. – a jovem maga se apresentou.


- Eu sou Erin, a esposa dele.  – Erin devolveu o cumprimento de Renée e permitiu sua entrada.


 


                                 Apesar da aparência misteriosa de Renée, com o cabelo negro e liso encobrindo uma parte do rosto e a tatuagem de uma cobra que mordia a própria cauda no dorso da mão, Erin nada sentiu de maléfico nela. Foi até o quarto e chamou o marido. Em seguida, voltou à sala e tentou iniciar uma conversa com a visitante.


 


- Err... Desculpe minha curiosidade, mas por que veio até aqui?


- Minha casa no vilarejo foi destruída por nosferatus, e me refugiei em Stuttgart, onde um feiticeiro me ensinou a arte da alquimia suprema. Depois retornei a Munique, aceitando o abrigo que Peter prestou a mim.


- E também devo agradecer a você por ajudá-lo. Sabe, quando estava sob o feitiço da Poção do Amor.


- Está tudo bem. – a maga desviou o olhar e passou a analisar o ambiente.


- Renée, que bom que veio! – Peter vinha descendo as escadas. Chegando ao fim delas, abraçou a amiga.


- Muito obrigada, Peter! E sua esposa é muito atenciosa.


- Obrigada. – Erin agradeceu com um sorriso, e ela e o marido levaram as bagagens de Renée para um quarto de hóspedes. – Deseja se juntar a nós no desjejum, Renée?


- Agradeço, mas não estou com fome. Desejo dormir logo. Tive uma noite em claro numa tentativa de transmutar um objeto.  – a alquimista agradeceu, fechando a porta e se deitando na cama.


                           Mais tarde, em algum momento da madrugada, o vampiro taverneiro Ronnie Peterson aproximou-se da Ilha dos Lobisomens e do Castelo Beckenbauer, tocando sua flauta dourada, a pedido do Barão Lauda, numa tentativa de localizar Odile Greyhound. O som emitido pelo instrumento possuía poderes hipnóticos para as mulheres. Para elas, soava como seus amados, chamando-as rouca e sedutoramente. Assim, não conseguiam evitar senão seguir a música por onde fosse.


                            Dianna dormia aconchegada nos braços de Davy. Ao ouvir o som da flauta, desenroscou-se dele e saiu da mansão dos Dolenz. Emma dormia ao lado de Micky, o braço dele dobrado sobre ela. Emma levantou-se, fazendo o braço do lobisomem cair sobre o colchão. Mike havia adormecido ainda deitado sobre Alana, após finalmente terem conseguido fazer amor. A música hipnótica do vampiro sueco atingiu os ouvidos da loba, e com um pouco de dificuldade ela conseguiu se libertar do corpo adormecido do lobo alto em cima dela. Erin e Peter dormiam de conchinha, e quando ouviu aquele maravilhoso som, ela se soltou, seguindo as três amigas.


                             Poucas horas depois, Davy acordou e, sonolento, começou a tatear o colchão, em busca do corpo de Dianna. Ela não estava ali.


 


- Di? Di! Onde você está? – ele chamava, desesperado.


- Emma? – Micky também havia percebido o desaparecimento da esposa.


- Algum de vocês viu a Allie? – Mike indagou, nervoso.


- Erin sumiu! – Peter exclamou, mortificado ao notar que novamente sua esposa havia sido tirada dele.

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